evento gratuito tem shows de Flávio José e Mastruz Com Leite neste sábado (31)

Flávio José na abertura do São João 2024 de Campina Grande | Foto/Divulgação. Estefinho Francelino

A programação do Forró Verão 2026, em João Pessoa chega ao fim neste sábado (31) com shows de Flávio José, Mastruz Com Leite, Ranniery Gomes e Gitana Pimentel. O festival tem apresentações musicais gratuitas no Busto de Tamandaré, entre as praias de Cabo Branco e Tambaú.

Esta edição do Forró Verão tem uma novidade, a chamada “Cidade do Forró”, que fica localizada por trás do palco principal e conta com barracas de venda de alimentos, bebidas e outros comércios. Também há espaços temáticos para homenagear grandes nomes do forró.

A estimativa da organização é de que o Forró Verão atraia mais de 1,5 milhão de pessoas durante a realização da festa (confira a programação completa).

Atrações do Forró Verão para este sábado (31)

  • Gitana Pimentel
  • Flávio José
  • Mastruz Com Leite
  • Ranniery Gomes

entenda o que muda para o Brasil

Por MRNews

O Acordo sobre a Conservação e o Uso Sustentável da Diversidade Biológica Marinha em Áreas Além da Jurisdição Nacional (BBNJ, na sigla em inglês) entrou em vigor neste mês de janeiro, após duas décadas de negociação internacional. Imediatamente depois da finalização do texto no mês de março de 2023, 145 países assinaram o documento, que passou a ser chamado de Tratado do Alto-Mar, entre eles o Brasil. 

Para entrar em vigor, esse acordo sobre os oceanos além das faixas marítimas nacionais precisava da ratificação de pelo menos 60 países para começar a valer 120 depois. No Brasil, o Congresso Nacional ratificou o acordo em 16 de dezembro de 2025, mas antes mesmo disso, em setembro, outros 60 países já haviam confirmado a participação.

Até a publicação desta reportagem, 84 países já ratificaram o acordo, segundo a rede global de organizações sociais High Seas Alliance. Mas, porque esse tratado internacional sobre um bem comum fora dos territórios dos países desperta tanto interesse?

Manual reúne informações para microempreendedor individual

Justiça mantém prisão de piloto acusado de espancar jovem em Brasília

Segundo a diretora do Departamento de Oceano e Gestão Costeira do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), Ana Paula Prates, apesar de outros tratados internacionais estabelecerem regras de conservação da biodiversidade marinha, eles alcançam principalmente os territórios nacionais, enquanto este é o primeiro a tratar integralmente dessa região internacional, que representa dois terços dos oceanos do planeta.

“Era necessário esse olha integrado, já que tudo o que acontece nas águas internacionais interfere também nas nossas águas jurisdicionais. Seja a questão de biopirataria, dos impactos ambientais de empreendimentos, como pesca de arrasto profundo, seja a questão do próprio plástico”, diz.

Seres vivos

Com mais de 360 milhões de quilômetros de extensão e locais que ultrapassam 10 quilômetros de profundidade, os oceanos são os principais responsáveis pelo equilíbrio da temperatura do planeta, produzem mais da metade do oxigênio necessário à vida e abrigam uma vasta biodiversidade. Cerca de 64% de toda essa imensidão representa a área de alto-mar, além das jurisdições nacionais.

“A gente conhecendo melhor e sabendo, realizando estudos de impacto ambiental das atividades que os humanos desenvolvem nessa área, a gente tem a possibilidade de melhorar a proteção e a conservação dessa biodiversidade, que é de longe a mais importante para a manutenção da vida na terra”, afirma Andrei Polejack, diretor de pesquisa e inovação do Instituto Nacional de Pesquisas Oceânicas (INPO), organização social dedicada à pesquisa e ao desenvolvimento do oceano.

 Menina de 4 anos que desapareceu em região de mata é encontrada em MG

Justiça do Trabalho inicia ações para atender ribeirinhos no Tocantins

O texto do Tratado do Alto-Mar trata basicamente das diretrizes e governança global para conservação e uso sustentável da biodiversidade em alto-mar, a partir de quatro pilares:

Criação de áreas marinhas protegidas em águas internacionais (equivalem às Unidades de Conservação previstas no território brasileiro);

Avaliação de atividades econômicas em relação ao impacto ambiental;

Repartição dos benefícios dos recursos genéticos;

Transferência de tecnologia e desenvolvimento de capacidades.

Na prática, qualquer atividade que venha a ser desenvolvida em alto-mar estará sujeita às regras do acordo, já que o tratado é vinculante, portanto, passa a ser uma obrigação legal imposta aos países participantes. “Não será de acordo com cada país, cada empresa ou seu respectivo país. Então, por exemplo, pesca de arrasto de profundidade, que é uma coisa que acontece demais e ninguém nem sabe aonde, vai ter que ser agora avaliada em conjunto com esses países [que participam do Tratado do Alto-Mar]”, explica Ana Paula Prates.

Para atuar nessas regiões, os países também precisarão compreender melhor a biodiversidade presente, a partir de investimentos em ciência e tecnologia capazes de chegar até as espécies, como submersíveis de águas profundas, e do mapeamento genético da fauna e flora existente em alto-mar.

Benefícios

“A gente tem uma possibilidade maravilhosa de recursos novos para medicamentos, cosméticos e outras soluções. Mas que terá que ser avaliada em conjunto e também repartido os benefícios para todos os países que ratificaram. Do mesmo jeito, uma outra questão que vai ser super polêmica, mas vai ter que ser negociada, será o estabelecimento de áreas marítimas protegidas”, afirma a representante do MMA.

A ideia é que quando houver dúvida sobre a capacidade de conservação e manutenção do equilíbrio de um determinado ecossistema e das espécies existentes nele, a região seja protegida, com medidas que vão desde a avaliação dos impactos das atividades humanas a serem desenvolvidas no local, até a criação das áreas marinhas protegidas.

 “Isso é um processo que adota alguns princípios do direito internacional, que estão vinculantes neste tratado, como, por exemplo, a abordagem precatória, que se a gente não sabe direito qual é o impacto, então é melhor a gente suspender as atividades”, reforça Polejack.

COP do Alto-Mar

Com o tratado já vigorando, somente os países que ratificaram poderão participar da construção das instituições, regras operacionais e processos para que o acordo possa ser operacionalizado. As primeiras negociações para a construção desses instrumentos devem ocorrer a partir da realização de Conferências das Partes (COP) do Tratado do Alto-Mar.

Antes mesmo dessa etapa, quando o acordo recebeu as assinaturas dos países interessados em participar, a Assembleia Geral das Nações Unidas (AGNU) constituiu uma comissão preparatória, responsável pela escolha de um país para abrigar o secretariado e outras instituições como o corpo científico e técnico, além de estabelecer a estrutura financeira e as regras para a tomada de decisões.

Duas reuniões já foram realizadas nos meses de abril e agosto de 2025 e uma terceira deve ocorrer em março de 2026, na sede das Nações Unidas, em Nova York. “Nessa [reunião] a gente vai poder decidir onde vai ser o secretariado, já em disputa. A Bélgica já se apresentou, o Chile e agora a China. Os três estão como candidatos a serem a sede do secretariado executivo. É também deve definir a data da primeira COP, que a gente ainda não sabe”, diz Ana Paula Prates.

Vantagens

Na avaliação de Andrei Polejack, o Brasil tem muito a contribuir com todo o conhecimento diplomático e científico desenvolvido na atuação em outros tratados internacionais, como o os que foram criados na Eco92, no Rio de Janeiro, que tratam do clima, biodiversidade e desertificação. Ele também considera importante que sejam realizados debates sobre os interesses sociais e coletivos da população.

“Esse trabalho tem que ser baseado em evidência científica, tem que considerar o equilíbrio entre os usos dessa biodiversidade nas áreas além da jurisdição nacional, no alto mar, mas também tem que distribuir os benefícios gerados nos comerciais. Então, há muitos detalhes. É um acordo complexo e ele realmente precisa de todas as vozes juntas”, conclui.

 

Show de Priscila Senna na abertura do Carnaval de João Pessoa é cancelado

Priscila Senna s. Priscila Senna/redes sociais

O show de Priscilla Sena na abertura do Folia de Rua de João Pessoa, previsto para acontecer no dia 6 de fevereiro, às 18h, no Parque Sólon de Lucena, foi cancelado.

De acordo com a nota de cancelamento divulgada nas redes sociais, em substituição o público contará com a apresentação da Orquestra Sanhauá, que assume o horário.

A associação afirmou que lamenta o ocorrido e pede sinceras desculpas “a todos os fãs e ao público que aguardavam pela apresentação”. A organização do Folia de Rua diz que o cancelamento foi “por motivo de força maior”.

Para o mesmo dia, estão previstos os shows de Daniela Mercury, Lucy Alves e Grupo de Cultura Popular.

DÉCIMO NONO BOLETIM DA ATUAL GESTÃO TRAZ APENAS SEIS CASOS ATIVOS EM SÃO JOSÉ DO SERIDÓ

A Prefeitura de São José do Seridó (PMSJS), através da Secretaria de Saúde (SESAD), comunica mais uma vez à população local sobre a situação epidemiológica de COVID-19 no município. Desta vez, os dados são referentes a esta sexta-feira (19).

Os casos notificados passaram de 882 para 888. Os casos suspeitos aumentaram pra seis e os confirmados subiram pra 343. Ao todo são 539 casos descartados. O município conta com um paciente internado e não há nenhum caso de óbito.

Em relação ao último boletim, publicado na última terça-feira (16), houve leve aumento de infectados que seguem em tratamento domiciliar, agora são apenas cinco; aumento de um caso. O número de munícipes recuperados subiu pra 337.

Existem apenas 16 pessoas sendo monitoradas no momento. Casos monitorados são pessoas que tiveram algum tipo de contato com terceiros que testaram positivo para COVID-19.

Até a próxima segunda-feira (22) estará em vigor o decreto 275/2021, emitido pela gestão municipal, que enrijece medidas de combate ao COVID-19 em São José do Seridó.

Mulher que confessou morte da mãe tem prisão mantida pela Justiça

Filha que matou mãe deu facada no pescoço e asfixiou a vítima com cano em João Pessoa – Foto: TV Cabo Branco. Gustavo Demétrio

Em audiência de custódia realizada neste sábado (31), a Justiça manteve a prisão damulher que confessou a morte da própria mãe, em João Pessoa. A suspeita será encaminhada para o Centro de Reeducação Feminina Maria Júlia Maranhão, na capital paraibana.

A suspeita, identificada como Camila Silva, de 32 anos, matou Terezinha Silva, de 77 anos, com um golpe de faca no pescoço da vítima e também a asfixiou com um cano do tipo PVC no apartamento da família, no bairro do Jardim Veneza, na quinta-feira (29).

A audiência de custódia aconteceu na Justiça de Mamanguape. A suspeita tinha se entregado na cidade de Lagoa de Dentro, no Brejo da Paraíba, após o crime.

De acordo com a Polícia Militar, o corpo da mãe foi encontrado envolto em panos e almofadas no apartamento. No interior do imóvel do imóvel, a polícia confirmou que móveis e outros objetos estavam revirados.

Relembre o caso

De acordo com a delegada Josenise Andrade, havia marcas no rosto da idosa, o que poderia indicar briga corporal com a filha antes da morte. Em depoimento para a Polícia Civil, após se entregar na cidade de Lagoa de Dentro, a mulher alegou legítima defesa após uma discussão. A delegada, no entanto, afirmou que o cenário do crime mostra o contrário.

Para a TV Cabo Branco, uma irmã da suspeita e também uma sobrinha da vítima afirmaram que havia brigas recorrentes entre mãe e filha por causa de dinheiro, pra pagar drogas e dívidas. Por conta disso, inclusive, os familiares disseram que a mulher foi expulsa de um condomínio em Mangabeira.

Apenas há 15 dias, após a expulsão do condomínio, a filha morava com a mãe, que recebeu a mulher como forma de ampará-la. O corpo da mãe foi encontrado envolto em panos e almofadas. No interior deste apartamento, a Polícia Militar confirmou que móveis e outros objetos estavam revirados.

Depois de matar a mãe, ela foi para casa de familiares em Lagoa de Dentro e deixou o apartamento da vítima trancado. Ela levou consigo um cachorro, que foi deixado na casa dos familiares na cidade no Brejo da Paraíba, antes de se entregar para os policiais O Corpo de Bombeiros teve que auxiliar a Polícia Civil na abertura do local.

AVISO DE DISPENSA Nº. 03/2026 – CONTRATAÇÃO DE EMPRESA ESPECIALIZADA PARA SERVIÇO DE MANUTENÇÃO PREVENTIVA E CORRETIVA EM SISTEMA SEMAFÓRICO NO MUNICÍPIO DE BONITO – MS

Por MRNews

PROCESSO: 05/2026 – DISPENSA: 03/2026

FUNDAMENTO LEGAL : ART. Nº 75, INCISO II da Lei 14.133/2021

O Município de Bonito, Estado de Mato Grosso Do Sul, em conformidade com Art. 75, inciso II da Lei Federal n.º 14.133/2021, torna público aos interessados que a administração municipal pretende realizar a CONTRATAÇÃO DE EMPRESA ESPECIALIZADA PARA SERVIÇO DE MANUTENÇÃO PREVENTIVA E CORRETIVA EM SISTEMA SEMAFÓRICO NO MUNICÍPIO DE BONITO – MS, podendo eventuais interessados apresentarem Proposta de Preços e documentos no prazo de 3 (três) dias úteis, a contar desta Publicação, oportunidade em que a administração escolherá a mais vantajosa.

GCM deflagra Operação Ferro-Velho 2026 – CGNotícias

Com investimento de R$ 2,6 milhões, Carnaval de Campo Grande deve reunir mais de 100 mil foliões

Limite para apresentação da proposta de preços e dos documentos: 03 de fevereiro de 2026.

Critério de julgamento: MENOR VALOR GLOBAL

Endereço para entrega da proposta de preços e dos documentos: Setor de licitações da Prefeitura Municipal de Bonito, Estado de Mato Grosso do Sul, sito a Rua Coronel Pilad Rebuá n° 1.780, Centro – CEP – 79.290-00, em dias úteis no horário de 07h até 13h ou pelo E-mail: [email protected] até 23:59h.

O Termo de Referência e anexos (modelo de proposta e modelo de declarações) estão disponíveis no Site Oficial do Município através do link https://www.bonito.ms.gov.br/category/licitacoes-e-contratos/ e no PNCP – Portal Nacional de Contratação Pública através do link https://pncp.gov.br/app/editais?q=&status=recebendo_proposta&pagina=1

Audiência Pública apresenta programa de Regularização Fundiária Urbana em Bonito – Prefeitura Municipal de Bonito

Pesquisa do Procon-MS revela diferenças de até 269% nos preços da cesta básica em Campo Grande

Segue abaixo a relação de documentos a ser enviada junto com a proposta de preços (que deve estar completamente preenchida e assinada).

a) ato constitutivo, estatuto ou contrato social em vigor;

b) cópia de documento oficial de identificação pessoal do representante apto;

c) Inscrição no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ);

d) Certidão expedida conjuntamente pela Secretaria da Receita Federal do Brasil (RFB) e pela Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN), que comprove a regularidade fiscal do licitante referente a todos os créditos tributários federais e à Dívida Ativa da União (DAU) por elas administrados;

e) Prova de regularidade com a Fazenda Municipal (Certidão Negativa de Débitos, ou Positiva com efeito de Negativa de Tributos Municipais), emitido pelo órgão competente, da localidade de domicílio ou sede da empresa do proponente ou apresentação da Certidão de não contribuinte, na forma da Lei, que comprove a regularidade de débitos tributários referentes ao Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza – ISSQN, quando o objeto se referir a serviços ou obras de engenharia;

f) regularidade relativa à Seguridade Social e ao FGTS, que demonstre cumprimento dos encargos sociais instituídos por lei;

g) regularidade perante a Justiça do Trabalho;

h) o cumprimento do disposto no inciso XXXIII do art. 7º da Constituição Federal, mediante Declaração (de Menor) devidamente assinada pelo representante legal da empresa.

i) o cumprimento do disposto no inciso XVI do art. 92 da Lei Federal 14.133/2021, mediante Declaração (de habilitação) devidamente assinada pelo representante legal da empresa.

QUALIFICAÇÃO TÉCNICA:

a) Demonstração de regularidade do registro da empresa e de seu responsável técnico junto aos órgãos competentes, conforme aplicável; Conselho Regional de Engenharia e Agronomia – CREA ou Conselho Federal dos Técnicos Industriais – CFT.

b) O responsável técnico comprovará sua vinculação com a empresa mediante a constatação na Certidão de Registro e Quitação de Pessoa Jurídica do CREA ou Conselho Federal dos Técnicos Industriais (CFT), onde constará a inclusão de seu nome no quadro de Responsáveis Técnicos pela empresa. Caso o Responsável Técnico não seja sócio, o vínculo do mesmo deverá ser comprovado através de contrato de prestação de serviços ou registro na Carteira de Trabalho e Previdência Social – CTPS. Na presente dispensa será aceito como responsável técnico na área de Engenharia elétrica, automação ou civil e os técnicos em eletrônica, eletrotécnica ou similar, o qual será responsável técnico pela manutenção.

c) ATESTADO DE CAPACIDADE TÉCNICA – Apresentar no mínimo um atestado de comprovação de aptidão para desempenho de atividade compatível com o objeto, em papel timbrado, com carimbo de identificação do assinante e dados complementares para futuro contato, afirmando e comprovando que a empresa já ter fornecido satisfatoriamente itens idênticos ou similares ao objeto deste processo.

Outras informações poderão ser obtidas através do email: [email protected]

Bonito-MS, 29 de janeiro de 2026.

Assinado na Autorização

Elcio da Silva Casanova

Secretário Municipal de Administração e Finanças.

risco do vírus para o Brasil é baixo; entenda

Partículas do vírus Nipah. — Foto: NIAID/Wikimedia Commons. Jornal da Paraíba

A Organização Mundial da Saúde (OMS) e o Ministério da Saúde avaliaram como baixo o risco de pandemia pelo vírus Nipah. O surto recente registrado na Índia teve dois casos confirmados, ambos entre profissionais de saúde, e sem indícios de disseminação internacional.

Também foram monitorados 198 contatos dos casos confirmados, e todos tiveram resultados negativos no teste para o vírus. Como o último caso foi registrado no dia 13 de janeiro, o período de monitoramento do Nipah tem se aproximado do fim.

LEIA MAIS:

Em nota, o Ministério da Saúde assegurou que não há qualquer indicação de risco para a população brasileira, e reforçou que o órgão se mantém vigilante a agentes altamente patogênicos.

É importante destacar que além do surto do vírus ter sido contido, o Brasil não tem registro de casos do Nipah. Isso ocorre porque a região não abriga os principais hospedeiros do vírus, que é transmitido principalmente de animais para humanos, com destaque para porcos e morcegos.

Sobre o vírus

Os principais sintomas do vírus Nipah são semelhantes a gripe, como febre, dor de cabeça, dor muscular, fadiga e tontura. No entanto, o quadro pode evoluir rapidamente, trazendo dificuldades respiratórias e encefalite, que é uma inflamação do cérebro.

A transmissão do Nipah acontece de forma zoonótica, ocorrendo principalmente de animais para humanos. Entretanto, existem registros de transmissão entre pessoas, com a maioria se concentrando em ambientes hospitalares, o que explica a maior exposição de profissionais de saúde.

Até o momento, não há vacina nem tratamento específico para a doença, o que justifica a alta taxa de mortalidade do vírus, que chega a 70% dos casos. O protocolo adotado prevê apenas o controle dos sintomas.

Governo investe R$ 1 milhão no PAA-Quilombola e beneficia 133 produtores rurais das comunidades paraibanas — Governo da Paraíba

O Governo da Paraíba, por meio da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Humano (Sedh), realizou nessa quinta-feira (29), na Comunidade Quilombola dos Rufinos, localizada na cidade de Pombal, Sertão do Estado, o lançamento da nova etapa do Programa de Aquisição de Alimentos – PAA-CDS (Compra com Doação Simultânea), o PAA-Quilombola, no qual será investido R$ 1 milhão. O objetivo é impulsionar a agricultura familiar nos quilombos paraibanos com a compra e distribuição de alimentos nas próprias comunidades quilombolas.

Os alimentos serão comprados da agricultura familiar, produzidos por 133 produtores rurais de comunidades localizadas em seis municípios – Areia, Conde, Livramento, Pedra Branca, Pombal e Tavares –, das 51 Comunidades Quilombolas existentes no Estado. Os alimentos adquiridos serão distribuídos em 26 Comunidades Quilombolas que apresentam índices elevados de insegurança alimentar e nutricional, fortalecendo a agricultura familiar, valorizando o saber tradicional e transformando a produção da terra em renda, segurança alimentar e autonomia. 

Na ocasião, também foi lançado o Programa Mais Proteção Quilombola, que ofertará cursos de capacitações em diferentes áreas. Esses programas representam mais do que ações governamentais, são o compromisso do Estado em corrigir desigualdades históricas, reconhecer a resistência do povo quilombola e promover dignidade por meio de políticas públicas construídas com respeito aos territórios, à ancestralidade e à identidade cultural.

A secretária de Estado do Desenvolvimento Humano, Pollyanna Werton, ressaltou a importância da ação, e celebrou o lançamento do PAA-Quilombola, que reuniu representação de mais de 30 Comunidades Quilombolas de toda a Paraíba. “Esse PAA visa impulsionar a agricultura familiar nos quilombos, onde serão investidos um milhão de reais para a compra de alimentos, garantindo a aquisição e distribuição de produtos às famílias que vivem nas comunidades. O projeto alcançará as famílias, muitas vezes em situação de vulnerabilidade, que residem nos territórios quilombolas”, explicou.

“Na Paraíba, existem cerca de 8 mil famílias quilombolas e esse programa irá fortalecer o acesso a alimentos em seus territórios. É essencial promover a integração com a merenda escolar, buscando estabelecer parcerias nos territórios. Acreditamos e constatamos a importância da agricultura familiar nesse processo. Ela representa a base econômica e cultural dessas comunidades. Este programa busca valorizar e fortalecer a agricultura familiar, oferecendo oportunidades e dignidade”, afirmou a secretária.

A secretária de Estado da Mulher e Diversidade Humana (Semdh), Lídia Moura, destacou a colaboração dos Governos Federal e Estadual, bem como a parceria entre a Secretaria das Mulheres e a Secretaria do Desenvolvimento Humano, para atender essas comunidades quilombolas. “Este PAA, além de garantir a segurança alimentar, visa assegurar que produtores, especialmente pequenos produtores, possam participar ativamente do acesso à riqueza e à renda nacional. Isso possibilitará a inclusão de um número maior de pessoas nesse processo. É um passo importante para a reconfiguração da segurança alimentar, e, consequentemente, para o acesso à riqueza e à renda, garantindo segurança para essas famílias”, ressaltou.

O coordenador estadual das Comunidades Negras e Quilombolas (CECNEQ), José Amaro da Silva Neto, falou da importância desse PAA-Quilombola, que estará contemplando várias famílias quilombolas em 32 municípios, nas 51 comunidades quilombolas existentes na Paraíba: “Isso vai dar um crescente muito grande na agricultura familiar de nossas comunidades quilombolas, facilitando também o escoamento daqueles produtos que a comunidade tem excedente da sua agricultura para as famílias, vão ter a oportunidade de ter maior valorização dos seus produtos, vendendo para ser distribuído naquelas regiões e comunidades que não produzem”.

Shoppings populares iniciam vendas de fantasias, acessórios e artigos temáticos para o Carnaval 2026

Os shoppings populares de João Pessoa, administrados pela Secretaria de Desenvolvimento Urbano (Sedurb), são uma ótima opção para quem deseja adquirir artigos para o Carnaval 2026. Nestes locais, é possível encontrar uma variedade de itens e fazer boas compras, entre: fantasias, adereços para cabelo, brincos, broches, chapéus, pochetes, e o melhor: com preços acessíveis.

Para este Carnaval, a principal aposta e oferta dos comerciantes são as fantasias para crianças, elaboradas e caracterizadas de acordo com personagens infantis de maior sucesso atualmente. Entre elas: Guerreiras do K-Pop, Pokémon, Batman, Mulher Maravilha, entre outras. “A gente também investe muito em body e saia de tule, pra compor o look, que sai mais em conta e todo mundo pode brincar à vontade”, destaca a comerciante Micaele Dias, que trabalha no Shopping 4&400.

Ela explica que, geralmente, quem vem mais cedo a procura destes produtos é quem já é cliente. “Começa a ferver mesmo quando tá perto das prévias, aí todo mundo começa a chegar pra comprar. Temos fantasias a partir de R$ 50 e acessórios a partir de R$ 5. A gente trabalha muito com acessórios para compor o visual, como brincos, broches e chapéus decorativos. Mas o foco mesmo é fantasia infantil, a partir de R$ 50; e para adultos a partir de R$ 90”, disse Micaele Dias.

Sandra Lúcia revela que costuma fazer compras nos shoppings populares, inclusive no período carnavalesco, para presentear a neta. “Eu acho que o shopping popular é melhor do que as lojas em geral. Têm coisas que a gente encontra aqui com preço bem menor, enquanto as lojas exploram mais os valores cobrados. Por exemplo: se eu for comprar uma roupinha desta nos grandes shoppings da cidade, eu vou pagar R$ 250 ou mais, porque está lá na vitrine”, avaliou a cliente.

A lojista Thalia da Silva, que comercializa produtos no Centro Comercial de Passagem (CCP) há cerca de oito anos, também está preparada para as vendas no Carnaval. “A gente sempre vende mercadoria de época, como fantasias e roupinhas temáticas. Neste período de Carnaval, esperamos vender mais fantasia infantil, como Homem-Aranha e Batman. Para as meninas temos Arlequina, Mulher Maravilha e Moana. E para os adultos temos adereços de Carnaval a partir de R$ 15 e R$ 20”, afirmou.

Onde encontrar – Atualmente, João Pessoa possui cinco shoppings populares. Confira os endereços, dias e horários de funcionamento:

Shopping 4&400

Av. B. Rohan – segunda a sábado – 8h às 17h

Shopping Terceirão

Av. Duque de Caxias – segunda a sábado – 8h às 16h

Centro Comercial de Passagem

Parque Solon de Lucena – segunda a sábado – 8h às 17h

Shopping do Varadouro

Ao lado do Terminal de Integração – segunda a sábado – 8h às 18h

Shopping dos Sapateiros

Travessa Frutuoso Barbosa – segunda a sábado – 8h às 17h

Manual reúne informações para microempreendedor individual

Por MRNews

Guia lançado pelo Ministério do Empreendedorismo, da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte reúne informações essenciais para quem quer empreender como Microempreendedor Individual (MEI). O chamado Manual do Jovem Empreendedor reúne informações sobre como funciona a formalização, a organização do negócio e o aproveitamento das oportunidades disponíveis no país.

O Manual do Jovem Empreendedor está disponível online.

Além de explicar as regras e custos envolvidos, o manual destaca caminhos para o crescimento do negócio, apresentando iniciativas de capacitação, programas de crédito e oportunidades de contratação pública.

Tratado do Alto-Mar: entenda o que muda para o Brasil

Justiça mantém prisão de piloto acusado de espancar jovem em Brasília

A intenção, de acordo com o Ministério é que o guia se consolide como uma porta de entrada para o empreendedorismo jovem, oferecendo conhecimento prático para planejar, formalizar e desenvolver um negócio com mais confiança.

Confira informações do manual: 

– Quem pode se formalizar como MEI? 

  • Pessoa física com mais de 18 anos;
  • Jovens de 16 a 18 anos podem ser MEI, desde que emancipados;
  • Que não participe como sócio ou titular de outra empresa;
  • Que exerça uma das atividades econômicas permitidas para MEI (atualmente, são mais de 467).

O primeiro passo digital é se formalizar como MEI. A formalização é feita totalmente online e gratuita no Portal do Empreendedor: Acesse: gov.br/mei

No portal, você pode:

  • Fazer o cadastro como MEI;
  • Emitir seu CNPJ e Certificado na hora; 
  • Consultar as atividades permitidas;
  • Acompanhar obrigações,
  • Emitir boletos (DAS), fazer alterações e dar baixa. 

– Quais as vantagens de ser MEI? 

  • CNPJ e certificado gratuitos na hora da formalização;
  • Direito à aposentadoria, auxílio-doença, salário-maternidade e outros benefícios (com contribuição em dia);
  • Emissão de nota fiscal;
  • Acesso facilitado a crédito bancário;
  • Participação em licitações públicas;
  • Contribuição mensal fixa e reduzida.

– Quais as atividades são permitidas para MEI? 

O MEI pode atuar em mais de 467 ocupações diferentes, divididas em segmentos como:

 Menina de 4 anos que desapareceu em região de mata é encontrada em MG

Justiça do Trabalho inicia ações para atender ribeirinhos no Tocantins

  • Comércio (vendas de roupas, cosméticos, alimentos etc.)
  • Reparos e Manutenção (encanador, eletricista, pintor)
  • Beleza e Bem-estar (manicure, cabeleireiro, depilador)
  • Cultura e Artesanato (músico, artesão, fotógrafo)
  • Educação (professor particular, instrutor esportivo)
  • Comunicação e Tecnologia (digitador, suporte técnico)
  • Transporte (cargas com veículo próprio — MEI Caminhoneiro)

Consulte aqui a lista completa com as ocupações permitidas.

Para capacitação, acesse aqui.

Cursos online e presencial em temas como:

  • Empreendedorismo e Inovação;
  • Finanças e Planejamento;
  • Vendas e Marketing;
  • Gestão de Pessoas;
  • Legislação e obrigações do MEI Ideal para quem está começando e quer se preparar para crescer com segurança.