Caso Pedrinho; avó faz desabafo comovente e levanta suspeitas contra o genro

Por MRNews

Caso Pedrinho: avó faz desabafo comovente e levanta suspeitas contra o genro

A morte trágica do pequeno Pedrinho, de apenas dois anos, continua gerando forte comoção e muitas dúvidas. O menino foi encontrado desacordado no banheiro de casa, no último fim de semana, e chegou a ser levado para um hospital, mas infelizmente não resistiu. Agora, familiares clamam por respostas e justiça.

Entre os mais abalados está a avó materna, Chaiana Simão de Deus Reis, que tem usado as redes sociais e entrevistas para expressar sua dor e sua indignação. Em um depoimento emocionado, ela declarou que desconfia do genro, padrasto de Pedrinho, e pediu apuração rigorosa do caso.

“Queremos saber a verdade”, diz avó

Em entrevista ao portal local, Chaiana foi enfática: “A gente quer saber a verdade. Não queremos vingança, mas justiça. Meu neto não merecia isso. Ele era uma criança alegre, cheia de vida e foi arrancado de nós de forma cruel.”

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A avó revelou que o padrasto já havia apresentado comportamento agressivo anteriormente, incluindo relatos de violência contra sua filha, mãe de Pedrinho. “Minha filha sofreu muito calada. Sempre escondia as coisas. Mas agora, com o que aconteceu com o Pedrinho, tudo veio à tona”, disse ela.

Histórico preocupante

Segundo a família, o homem acusado já havia sido denunciado informalmente por comportamentos violentos dentro de casa, mas nunca havia sido formalmente investigado. “Ele sempre teve um gênio difícil. A gente temia que algo assim pudesse acontecer”, lamentou a avó.

A polícia investiga o caso, e o laudo preliminar do Instituto Médico Legal ainda não foi concluído. No entanto, fontes ligadas à investigação informaram que os indícios de agressão física não foram descartados. O padrasto, por sua vez, foi ouvido pela polícia e segue em liberdade enquanto as apurações continuam.

Comunidade abalada

O caso gerou forte repercussão em toda a região. Vizinhos e conhecidos da família organizaram uma pequena vigília em frente à casa onde Pedrinho morava. Com velas, cartazes e brinquedos deixados no portão, moradores pedem justiça e homenageiam a breve vida do menino.

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“É uma tristeza imensurável. A gente convivia com ele, via aquele sorriso todos os dias. Agora, nos resta o luto e a esperança de que a verdade venha à tona”, comentou uma vizinha próxima da família.

Pedido de apoio psicológico

A mãe de Pedrinho também está abalada emocionalmente e, segundo familiares, está sendo acompanhada por psicólogos desde o ocorrido. “Ela não consegue falar sobre o assunto ainda. Está em choque. O Pedrinho era tudo para ela”, afirmou a avó.

Chaiana aproveitou o momento para fazer um apelo às autoridades por mais proteção às crianças em situação de risco. “Se há suspeitas de violência doméstica, não dá para esperar acontecer uma tragédia. O sistema precisa agir antes. Meu neto não teve essa chance”, disse, emocionada.

Investigações seguem em andamento

A Polícia Civil informou que continua colhendo depoimentos e aguardando o laudo definitivo do IML para esclarecer as causas da morte de Pedrinho. Também será avaliado se houve omissão de socorro ou se o menino apresentava sinais anteriores de maus-tratos.

O Conselho Tutelar foi acionado e acompanha o caso, avaliando o histórico familiar e a situação da mãe da criança. A sociedade segue atenta e mobilizada, esperando que as investigações não deixem dúvidas e que a memória de Pedrinho seja honrada com justiça.


Categoria: Notícias
Tags: #casoPedrinho #justiça #violênciainfantil #família #investigação
Redação MRNews
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Tragédia em Hortolândia: caso Nicolly expõe crueldade e tentativa de encobrir feminicídio

O assassinato de Nicolly Fernanda Pogere, de apenas 15 anos, comoveu moradores de Campinas e região pela brutalidade envolvida e pelas circunstâncias que o cercam. A adolescente, que desapareceu no dia 14 de julho após visitar o namorado em Hortolândia (SP), foi encontrada morta quatro dias depois em uma lagoa no bairro Jardim Amanda I.

As investigações da Polícia Civil revelaram detalhes assustadores. O corpo da jovem foi localizado com sinais de violência extrema: esquartejado, enrolado em lençóis e uma lona azul, parcialmente submerso. Segundo os peritos, Nicolly apresentava perfurações causadas por arma branca. A cena foi cuidadosamente montada para dificultar a localização e sugerir outra motivação para o crime.

Um dos elementos que chamou mais atenção foi a inscrição feita nas costas da adolescente com as iniciais de uma facção criminosa. A marcação com “PCC” levou, inicialmente, à hipótese de execução por envolvimento com o crime organizado. No entanto, o delegado Regino, responsável pelo caso, afirma que essa inscrição foi, na verdade, uma forma de tentar desviar o foco da investigação e encobrir a real motivação, que aponta para um feminicídio com possível motivação passional.

Relações tóxicas e fuga dos suspeitos

O principal suspeito é o próprio namorado de Nicolly, um adolescente de 17 anos. Segundo os investigadores, ele mantinha também um relacionamento com uma segunda menor, de 14 anos, que teria colaborado no crime. Os dois estão foragidos desde a descoberta do corpo.

Na residência do suspeito foram localizados lençóis e uma lona idênticos aos que envolviam o corpo da vítima, além de manchas de sangue. O pai do adolescente reconheceu os itens como sendo da casa da família, o que fortalece a hipótese de que o crime foi cometido no local e que houve tentativa de ocultação de provas.

Um detalhe importante para a localização do corpo foi a atuação do cão farejador Thor, da Guarda Municipal. A equipe realizou buscas por mais de três horas até que o animal indicou o ponto onde Nicolly estava submersa, com pedras usadas para manter o corpo no fundo da lagoa. O esforço das autoridades de segurança e da família da vítima foi essencial para que ela fosse localizada e o crime começasse a ser elucidado.

As circunstâncias do desaparecimento também causaram estranheza. A jovem deveria ter retornado à casa do avô no dia 14 de julho. A família, ao não conseguir contato com ela, acionou o então namorado, que alegou ter terminado o relacionamento e que Nicolly teria ido embora no dia 12. A contradição nas datas levantou suspeitas imediatas e motivou o registro de boletim de ocorrência.

O crime abalou a cidade de Hortolândia e provocou grande comoção nas redes sociais, onde amigos e familiares pedem justiça e reforçam a memória da adolescente. A repercussão do caso também acendeu alertas para a importância de se discutir com seriedade os relacionamentos abusivos entre jovens e os sinais de violência doméstica desde a adolescência.

Dentro do processo de investigação, a polícia também busca compreender se outras pessoas colaboraram de alguma forma com a execução ou fuga dos suspeitos. O trabalho pericial nas manchas de sangue e nos objetos recolhidos pode ser determinante para traçar com mais precisão a cronologia do crime.

Embora o caso traga um enredo de dor e perda irreparáveis, ele também reforça a necessidade de amparo e vigilância nos relacionamentos juvenis, especialmente quando há histórico de ciúmes, manipulação ou agressividade. A tragédia de Nicolly expõe não só uma falha na proteção à infância e adolescência, mas também uma urgência coletiva de atenção aos sinais de risco que tantas vezes são ignorados.

A apuração segue com diligências intensificadas por parte da Polícia Civil. O objetivo agora é capturar os dois adolescentes envolvidos e garantir que o crime não fique impune. As autoridades também investigam possíveis cúmplices ou pessoas que possam ter ajudado na fuga.

A região de Campinas tem registrado aumento em casos de violência contra adolescentes nos últimos anos. Embora a maioria dos casos não ganhe destaque na mídia, tragédias como essa escancaram a gravidade da situação. É nesse contexto que se torna ainda mais necessário que famílias, escolas e o poder público trabalhem juntos em estratégias de prevenção.

Enquanto a investigação avança, a lembrança de Nicolly segue viva na memória dos que lutam por justiça.

Caso Nicolly: Polícia acredita que inscrição de facção no corpo foi usada para despistar real motivação do crime

A morte brutal da adolescente Nicolly Fernanda Pogere, de apenas 15 anos, chocou moradores de Hortolândia (SP) e de todo o país. A jovem, que estava desaparecida desde o dia 14 de julho, foi encontrada morta em uma lagoa no bairro Jardim Amanda I, na tarde de sexta-feira (18). O corpo foi localizado graças ao trabalho de um cão farejador da Guarda Municipal, após mais de três horas de buscas. A cena encontrada escancarou a crueldade do crime: Nicolly foi esquartejada, enrolada em lençóis e lona azul, e parcialmente submersa na água.

De acordo com a Polícia Civil, as investigações apontam o namorado da vítima, um adolescente de 17 anos, como principal suspeito. A ele, teria se juntado outra menor, de 14 anos, com quem também mantinha um relacionamento. Ambos estão foragidos.

Mas o que mais chamou a atenção dos investigadores foi uma inscrição feita nas costas da vítima com as iniciais “PCC”, referência à facção criminosa Primeiro Comando da Capital. A princípio, isso poderia sugerir uma ligação direta do crime com o tráfico ou o crime organizado. Contudo, segundo o delegado Regino, responsável pelo caso, trata-se de uma tentativa deliberada de despistar a real motivação do assassinato.

“É uma tentativa clara de desviar o foco da investigação. Queriam simular uma execução típica do crime organizado, mas as evidências apontam para outra motivação”, explicou o delegado.

Na residência do principal suspeito foram encontradas manchas de sangue, além de lençóis e uma lona semelhantes aos que envolviam o corpo da vítima — identificados posteriormente pelo próprio pai do suspeito. Dentro dos tecidos, a perícia ainda encontrou pedras, provavelmente utilizadas para manter o cadáver submerso e dificultar a localização.

Feminicídio brutal e tentativa de ocultação

O crime foi registrado como feminicídio com agravantes de ocultação de cadáver e possível participação de mais de uma pessoa. A crueldade com que foi cometido também levanta a suspeita de premeditação.

“Fazer um crime desse tamanho, com requinte de crueldade, aparentemente planejado, é difícil a sociedade absorver uma situação dessas”, afirmou o secretário de Segurança Pública de Hortolândia, Joldemar Nunes Corrêa.

A Polícia Civil continua empenhada na busca pelos adolescentes suspeitos e já analisa se houve envolvimento de terceiros, tanto na execução quanto no possível auxílio à fuga dos dois jovens.

Histórico do relacionamento

De acordo com o padrasto de Nicolly, os adolescentes se conheciam desde a infância e mantinham um relacionamento à distância. A jovem morava em Mococa (SP), mas foi a Hortolândia visitar o avô e reencontrar o namorado no final de junho. No início de julho, passou alguns dias na casa do suspeito e deveria ter retornado no dia 14. No entanto, desde então, sua família não conseguiu mais contato.

O namorado afirmou, inicialmente, que havia terminado o relacionamento com Nicolly e que ela teria saído da casa no dia 12. A versão logo foi desmentida pelas investigações e pelo próprio desaparecimento da jovem, denunciado por seus familiares.

Comunidade abalada

O caso provocou comoção na cidade de Hortolândia e também em Mococa, onde Nicolly morava. Vizinhos, amigos e parentes prestaram homenagens nas redes sociais e organizaram vigílias pela memória da adolescente. A violência do crime e o envolvimento de menores de idade reforçaram o debate público sobre relacionamentos abusivos, feminicídio e responsabilidade penal juvenil.

Próximos passos

O corpo de Nicolly foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) para exames mais detalhados. As manchas de sangue encontradas na residência do suspeito estão sendo periciadas, e as diligências para capturar os dois adolescentes continuam.

A polícia também avalia se o crime pode ter tido algum tipo de motivação emocional ligada ao ciúmes ou conflito entre os envolvidos no triângulo amoroso. Além disso, busca entender se outros adultos poderiam ter contribuído direta ou indiretamente para o crime, seja fornecendo abrigo, materiais usados ou dificultando a localização dos foragidos.

“Seguiremos com diligências ininterruptas até localizarmos os responsáveis e garantirmos justiça para Nicolly”, concluiu o delegado Regino.


Se você estiver passando por uma situação de violência ou conhece alguém nessa condição, procure ajuda. Ligue 180 — Central de Atendimento à Mulher. O serviço é gratuito e funciona 24 horas por dia.

Delegada revela descobertas “muito estranhas” em celulares de investigados pela morte de Adalberto Amarilio

A delegada Ivalda Aleixo, da Polícia Civil de São Paulo, concedeu uma entrevista coletiva nesta quinta-feira (18) para atualizar a imprensa sobre o andamento das investigações da morte do empresário Adalberto Amarilio Júnior, encontrado morto em um buraco dentro do Autódromo de Interlagos, na Zona Sul da capital paulista. As autoridades seguem apurando os detalhes do caso, que ganhou grande repercussão devido à brutalidade do crime e às circunstâncias ainda nebulosas que envolvem a morte da vítima.

Durante a coletiva, Ivalda revelou que a análise dos celulares apreendidos dos principais suspeitos trouxe à tona informações que ela classificou como “muito estranhas”. Segundo a delegada, os dados encontrados apontam para possíveis conexões ainda não reveladas entre os envolvidos, incluindo mensagens apagadas, registros de chamadas em horários considerados suspeitos e o uso de aplicativos de mensagens criptografadas.

A delegada frisou que, mesmo com a exclusão de algumas conversas, a equipe de investigação conseguiu recuperar dados por meio de softwares especializados, o que permitiu traçar uma linha do tempo mais clara sobre os passos dos investigados nas horas que antecederam o crime. “O conteúdo encontrado nos celulares nos deu uma nova perspectiva sobre o caso. Algumas conversas levantam hipóteses que estamos investigando com muito cuidado”, disse Ivalda.

Disputa pessoal e possível motivação

A polícia ainda não descarta nenhuma linha de investigação, mas uma hipótese que ganha força é a de que a morte de Adalberto tenha sido motivada por desentendimentos pessoais e financeiros. Informações preliminares apontam para possíveis ameaças anteriores ao crime, envolvendo negócios paralelos e vínculos com figuras do setor automobilístico e empresarial.

A vítima, que era conhecida no meio corporativo por atuar com fornecimento de peças para eventos de automobilismo, teria tido recentes atritos com parceiros de negócios, o que pode ter despertado desconfiança e raiva em algumas pessoas do círculo próximo. Segundo fontes ligadas ao caso, Adalberto estava envolvido em negociações de alto valor nas semanas anteriores à sua morte, o que reforça a suspeita de crime premeditado.

Em relação à localização do corpo, a delegada revelou que o buraco onde Adalberto foi encontrado não fazia parte da estrutura oficial do autódromo e estava coberto por lonas e entulho, o que sugere tentativa de ocultação. A equipe pericial identificou sinais de que o local foi manipulado recentemente, o que motivou novas buscas na área interna do autódromo.

“Tudo indica que havia a intenção clara de esconder o corpo por mais tempo, o que só não aconteceu porque tivemos uma denúncia anônima que nos levou ao local. Sem isso, o corpo poderia ter permanecido ali por dias, talvez semanas”, comentou a delegada.

A família de Adalberto Amarilio Júnior segue colaborando com as investigações, mas ainda prefere não se manifestar publicamente sobre o caso. Amigos próximos têm prestado depoimentos, e a polícia já ouviu pelo menos cinco pessoas ligadas direta ou indiretamente à vítima.

Enquanto as investigações avançam, a população acompanha com atenção o desenrolar do caso, que evidencia mais uma vez a complexidade de crimes que envolvem interesses financeiros e traições pessoais. A expectativa agora é que novas informações sejam reveladas nos próximos dias, principalmente com base na análise do conteúdo recuperado dos celulares.

A polícia trabalha com discrição, mas não descarta novas prisões ou buscas nos próximos dias. “Vamos até o fim, e tudo será esclarecido”, finalizou Ivalda Aleixo.

Novidade no caso Adalberto: Polícia encontra nova evidência após perícia e envolve esposa do empresário

A investigação sobre a misteriosa morte do empresário Adalberto Amarilio Junior ganhou um novo desdobramento nesta semana, com a revelação de detalhes cruciais após a conclusão de uma nova perícia técnica. O caso, que desde o início levanta inúmeras perguntas sobre as circunstâncias em que o corpo do empresário foi encontrado, volta aos holofotes após a Polícia Civil divulgar um laudo que coloca a esposa da vítima no centro das atenções.

Adalberto, de 35 anos, foi encontrado morto em um buraco dentro do Autódromo de Interlagos, em São Paulo, há algumas semanas. Desde então, a polícia tem seguido várias linhas de investigação, inclusive com foco em questões familiares e empresariais. O que parecia ser um desaparecimento misterioso acabou se tornando um dos casos de maior repercussão recente no estado.

A nova perícia foi realizada no interior do veículo da vítima, um carro de alto padrão apreendido logo após o início das investigações. O que motivou essa nova etapa foi a presença de resíduos de sangue e marcas suspeitas, que precisavam ser confrontadas com perfis genéticos dos envolvidos mais próximos.

De acordo com o delegado Rogério Thomaz, que está à frente do caso, a perícia identificou material genético compatível com uma mulher, levantando a hipótese de que outra pessoa estivesse no veículo no momento em que o crime foi cometido — ou ao menos na sequência imediata. A novidade, porém, está no fato de que o sangue encontrado não pertence à esposa de Adalberto, como inicialmente se suspeitava.

Esse novo elemento, segundo a polícia, muda o rumo das investigações.

“O resultado do laudo nos surpreendeu. Esperávamos um confronto positivo com a amostra da esposa da vítima, mas a análise mostrou que se trata de uma terceira mulher, ainda não identificada. Isso amplia o leque de possibilidades e levanta novas questões sobre quem poderia estar envolvido diretamente no crime”, disse o delegado em coletiva.

Apesar disso, a esposa de Adalberto, Fernanda Dândalo, segue colaborando com as autoridades. Ela já prestou depoimentos anteriores e, inclusive, autorizou a coleta de material genético para comparação. Em entrevistas recentes, a viúva declarou estar “arrasada” com a morte do marido e ressaltou que deseja tanto quanto a polícia descobrir o que realmente aconteceu naquela noite.

Ainda de acordo com fontes ligadas à investigação, há suspeitas de que questões financeiras e uma possível traição conjugal possam ter relação com o caso. Mensagens encontradas no celular do empresário e movimentações incomuns em suas contas bancárias estão sendo analisadas por peritos especializados em crimes cibernéticos e lavagem de dinheiro.

A polícia não descarta nenhuma possibilidade, incluindo a de que Adalberto estivesse sendo chantageado ou envolvido em algum esquema que saiu do controle. Até o momento, ninguém foi formalmente indiciado, mas os investigadores já trabalham com três suspeitos em potencial, cujos nomes seguem em sigilo.

O caso segue em investigação sob forte vigilância da imprensa e da opinião pública. A expectativa é que nos próximos dias, com a análise de câmeras de segurança da região e novos depoimentos, as autoridades consigam avançar no esclarecimento do assassinato.

A morte de Adalberto Amarilio Junior não apenas comoveu familiares e amigos, mas também chamou a atenção para a fragilidade da segurança em espaços públicos, como o Autódromo de Interlagos, que segue sob avaliação das autoridades responsáveis por sua administração.

Enquanto isso, o clamor por justiça só aumenta nas redes sociais, onde internautas acompanham cada nova atualização com indignação e tristeza. O caso segue como prioridade dentro da Delegacia de Homicídios e deve ter novos desdobramentos nas próximas semanas.

Esposa vem a público e fala sobre o que pode ter acontecido com Adalberto: ‘Pegou ele nesse trajeto’

A morte do empresário Adalberto Amarilio dos Santos Junior, de 35 anos, continua cercada de mistério e revolta. Encontrado sem vida dentro de um buraco próximo ao Autódromo de Interlagos, na Zona Sul de São Paulo, o caso ainda está sendo investigado pela polícia. Nesta quinta-feira (4), a esposa da vítima, Fernanda Dândalo, quebrou o silêncio e falou publicamente sobre o que acredita ter acontecido com o marido.

Em entrevista ao G1, Fernanda desabafou emocionada sobre os últimos momentos antes do desaparecimento de Adalberto e revelou suas suspeitas. Segundo ela, o trajeto que ele costumava fazer pode ter sido crucial para o desfecho trágico.

“A gente acha que pegaram ele nesse trajeto. Não faz sentido ele sumir assim, sem deixar rastro. Ele ia pra lá toda semana. Conhecia o caminho”, afirmou Fernanda, visivelmente abalada.


Trajetória conhecida e rotina previsível

Adalberto era dono de uma rede de óticas e costumava visitar fornecedores e parceiros de negócio frequentemente na região do autódromo. Para a esposa, isso pode ter facilitado alguma ação premeditada contra ele. Ela acredita que o marido tenha sido seguido ou abordado durante o caminho, possivelmente em uma emboscada.

A família descarta, até o momento, a possibilidade de suicídio e cobra respostas das autoridades.


Investigação segue em andamento

A Polícia Civil de São Paulo segue apurando o caso e já ouviu testemunhas. Uma perícia foi realizada no veículo do empresário, onde foi encontrado sangue feminino, o que gerou ainda mais especulações. Contudo, já foi confirmado que o sangue não pertence à esposa de Adalberto, o que levou a polícia a buscar outras linhas de investigação.

A delegacia responsável já solicitou imagens de câmeras da região e tenta identificar possíveis envolvidos, além de rastrear os últimos contatos feitos por Adalberto antes de desaparecer.


Dor e indignação

Fernanda relatou que a dor da perda ainda é acompanhada pela angústia de não saber exatamente o que ocorreu. Ela afirma que o empresário era uma pessoa tranquila, sem inimigos declarados, e que vivia intensamente sua rotina de trabalho e família.

“Ele era um homem de bem. Trabalhador, dedicado. A gente só quer justiça e a verdade. Eu e meus filhos merecemos saber o que aconteceu com ele.”


O caso permanece sob investigação e a expectativa da família é de que, com as novas perícias e depoimentos, as autoridades consigam montar o quebra-cabeça que envolve a morte de Adalberto.


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Saiu o resultado: delegado se pronuncia sobre o sangue feminino encontrado no carro de Adalberto

A investigação sobre a misteriosa morte do empresário Adalberto Amarilio Junior ganhou um desdobramento importante nesta quinta-feira (3). O delegado Rogério Thomaz, responsável pelo caso, se pronunciou oficialmente após a conclusão da perícia feita no sangue encontrado no veículo do empresário, localizado próximo ao Autódromo de Interlagos, em São Paulo.

Desde o início do inquérito, o sangue de origem feminina presente no carro levantou diversas especulações, incluindo a possibilidade de envolvimento da esposa de Adalberto no episódio que culminou com a sua morte. O corpo do empresário foi encontrado dias antes em um buraco próximo à área do autódromo, em circunstâncias ainda não totalmente esclarecidas.

Segundo o delegado, a análise do material genético foi conclusiva:

“O exame identificou que o sangue encontrado no carro não pertence à esposa de Adalberto. A perícia apontou incompatibilidade total entre os perfis genéticos”, afirmou Rogério Thomaz em coletiva à imprensa.

A revelação muda o rumo da investigação, já que havia uma linha sendo apurada que poderia indicar uma briga ou conflito entre o casal antes da morte do empresário. Agora, com a exclusão da esposa como fonte do sangue, a polícia trabalha com novas possibilidades, incluindo a presença de uma terceira pessoa no carro antes do ocorrido.

Mistério continua

Adalberto Amarilio Junior, conhecido no meio empresarial por sua atuação no ramo de eventos automotivos, desapareceu misteriosamente após participar de uma reunião na região de Interlagos. Seu corpo foi localizado dias depois em um buraco próximo à pista do autódromo, em circunstâncias que ainda geram dúvidas.

Além do sangue feminino no carro, as autoridades investigam imagens de câmeras de segurança, sinais de arrombamento no veículo e testemunhos que ainda estão sendo colhidos. A polícia não descarta nenhuma hipótese, incluindo acidente, homicídio ou envolvimento de terceiros com interesses financeiros.

Família e repercussão

A família de Adalberto, que vem acompanhando de perto as investigações, declarou que espera justiça e pediu respeito ao momento de dor. Advogados da família também afirmaram que aguardam os desdobramentos com cautela.

A comoção em torno do caso ganhou grande repercussão nas redes sociais, com muitos internautas especulando sobre o envolvimento de pessoas próximas e pressionando por uma resposta definitiva da polícia.

Enquanto isso, o delegado Rogério Thomaz reforçou que novas perícias estão em andamento e que o caso está longe de ser encerrado.


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Morte de Adalberto Júnior: Polícia revela detalhes chocantes sobre caso no Autódromo de Interlagos

Durante coletiva realizada nesta quarta-feira (18), a Polícia Civil de São Paulo trouxe revelações impactantes sobre a morte do empresário Adalberto Amarilio dos Santos Júnior, de 36 anos. O laudo do Instituto Médico-Legal (IML) aponta que a vítima sofreu uma morte lenta e agonizante, causada por asfixia mecânica combinada com compressão torácica — o que pode indicar esganadura. O caso agora é investigado como homicídio.

Lesões e sinais de sofrimento

O relatório pericial também constatou ferimentos nos joelhos do empresário, indicando que ele pode ter sofrido lesões enquanto ainda estava consciente. Tais marcas sugerem reação defensiva ou movimentação corporal antes de ser deixado no buraco em uma área de obras dentro do Autódromo de Interlagos. O corpo foi encontrado no dia 3 de junho, quatro dias após seu desaparecimento.

Local do crime e dificuldade na reconstrução

Segundo as autoridades, não foram encontrados sinais de luta corporal no local, mas o posicionamento do corpo entre estruturas fixas dificulta a reconstituição exata da dinâmica da morte. A área foi completamente periciada, e os investigadores seguem cruzando informações de depoimentos, registros e laudos periciais.

Exames genéticos e digitais em andamento

Ainda são aguardados os resultados de exames genéticos de material encontrado sob as unhas da vítima, além da análise do sangue recolhido no carro de Adalberto, localizado por familiares no dia seguinte ao desaparecimento. O veículo estava trancado, com uma blusa no banco do passageiro, e sem sinais aparentes de arrombamento.

As autoridades também requisitaram imagens de câmeras de segurança e cruzamento de presença de funcionários e frequentadores da área na data do crime, buscando identificar eventuais suspeitos.

Declaração do secretário de Segurança Pública

O secretário executivo da Segurança Pública, Osvaldo Nico Gonçalves, classificou a morte de Adalberto como sofrida e lenta, reforçando o caráter cruel do crime. “Foi uma morte sofrida mesmo, lenta”, afirmou. A polícia ainda não descarta nenhuma hipótese, incluindo confronto com seguranças, envolvimento de terceiros ou até uma abordagem premeditada.

Mistério continua

O caso permanece sem conclusão definitiva, mas a Polícia Civil mantém as investigações em ritmo intenso. A principal linha de trabalho agora é identificar com quem Adalberto esteve nas horas anteriores à sua morte e descobrir qual foi a real motivação do crime.

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Caso Adalberto: Delegada aponta possível envolvimento de pessoa próxima e levanta novas hipóteses

Durante coletiva de imprensa realizada na última segunda-feira (16), a delegada Ivalda Aleixo, coordenadora do Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP), trouxe novas informações sobre a morte do empresário Adalberto Amarilio dos Santos Júnior, de 36 anos. Segundo ela, os indícios colhidos até o momento sugerem que Adalberto pode não ter retornado ao carro após deixar o evento de motos ocorrido no Autódromo de Interlagos, em São Paulo, no dia 30 de maio.

O corpo do empresário foi encontrado no dia 3 de junho, em um buraco dentro de uma área em obras no próprio autódromo. A última comunicação dele foi com a esposa, quando afirmou, por volta das 21h, que já estava indo para casa jantar. Desde então, não houve mais contato.

Manchas de sangue no carro

Uma das principais linhas de investigação gira em torno das manchas de sangue encontradas em diferentes partes do carro de Adalberto, como no assoalho, banco traseiro, próximo à porta e atrás do banco do passageiro. A delegada informou que a Polícia Civil aguarda o resultado dos exames de DNA para confirmar se o sangue pertence à vítima ou a uma terceira pessoa. A confirmação poderá alterar drasticamente os rumos da apuração.

Hipóteses levantadas

Durante a coletiva, Ivalda Aleixo levantou hipóteses importantes: “Pode ter sido alguém da manutenção, segurança, vigilância… ou até alguém que estava saindo com ele”, afirmou. A delegada deixou claro que, neste momento, nenhuma possibilidade está sendo descartada, e o trabalho investigativo está focado em reconstituir os últimos passos de Adalberto antes do desaparecimento.

Depoimento de amigo apresenta inconsistências

Outro ponto que chamou atenção das autoridades foi o depoimento de Rafael Aliste, amigo que acompanhava Adalberto no evento. De acordo com a delegada, a primeira versão do relato apresentado por Rafael continha omissões e falhas, o que levou a polícia a convocá-lo novamente para prestar esclarecimentos.

O carro de Adalberto, que inicialmente não foi localizado, foi encontrado pela família um dia após o desaparecimento em uma área do autódromo. O veículo estava trancado, com uma blusa no banco do passageiro, e aparentava estar intacto.

Família e patrimônio

Adalberto era casado há oito anos e não tinha filhos. O empresário era dono de três óticas e mantinha um alto padrão de vida. Segundo a esposa, não houve movimentações financeiras suspeitas nas contas dele nos dias que antecederam o desaparecimento.

A Polícia Civil continua apurando o caso com cautela, enquanto familiares e amigos esperam por respostas concretas sobre o que realmente aconteceu naquela noite.

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Esposa de empresário revela busca desesperada no autódromo após sumiço do marido; sangue foi encontrado no carro

Na madrugada de 30 de maio, o desaparecimento do empresário Adalberto Amarilio dos Santos Júnior, de 35 anos, mobilizou familiares e levantou uma série de questionamentos que agora são peças-chave na investigação conduzida pela Polícia Civil de São Paulo. Durante depoimento prestado na última segunda-feira (9), a esposa da vítima revelou que esteve no Autódromo de Interlagos, poucas horas após o sumiço do marido, numa tentativa desesperada de localizá-lo.

Segundo o relato, ela foi ao local acompanhada dos pais de Adalberto, mas ao chegar ao autódromo, um segurança alegou que não havia nenhum carro estacionado. No entanto, ao retornarem no dia seguinte, o grupo encontrou o veículo no estacionamento. O carro estava aparentemente intacto, com apenas uma blusa no banco do passageiro. Nenhum sinal de arrombamento foi constatado.

Sangue no veículo e ausência de câmera levantam suspeitas

A perícia técnica identificou vestígios de sangue no interior do carro da vítima, o que levantou novas hipóteses sobre o que poderia ter acontecido com Adalberto entre sua última aparição no evento de motos e a descoberta de seu corpo, quatro dias depois, em um buraco de obra dentro da área do autódromo.

Além disso, o empresário foi encontrado sem calça e sem sapatos, mas ainda com o capacete na cabeça. O celular estava com ele, e está sendo periciado. Um item que chama atenção é a câmera que costumava estar acoplada ao capacete — ela desapareceu sem explicações e pode conter imagens cruciais para o esclarecimento do caso.

Depoimentos e investigação em andamento

Três pessoas que trabalharam no evento de motos prestaram depoimentos à polícia, acompanhadas por advogados, e sem contato com a imprensa. A empresa responsável pela organização do evento segue colaborando com as autoridades, fornecendo a lista de funcionários e documentos relacionados à logística do dia.

O casal vivia junto há oito anos e levava uma vida confortável. Adalberto era proprietário de três óticas em São Paulo e possuía um patrimônio de alto valor. Ainda segundo a esposa, não houve movimentações financeiras suspeitas nas contas da vítima no período do desaparecimento.

Expectativa por respostas

Com mais peças sendo reveladas a cada semana, a expectativa é de que a Polícia Civil avance nas investigações com base nos laudos técnicos e nos depoimentos. A descoberta de sangue, o sumiço da câmera do capacete e a falta de explicações plausíveis sobre o acesso ao local onde o corpo foi encontrado continuam alimentando a suspeita de que a morte não tenha sido acidental.

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Laudo do IML sobre morte de empresário em Interlagos desmente versão de amigo e reforça suspeita de homicídio

O caso da morte do empresário Adalberto Amarilio Júnior, encontrado em um buraco de obra no Autódromo de Interlagos, Zona Sul de São Paulo, ganhou novos rumos após a divulgação oficial do laudo pericial nesta terça-feira, 17 de junho de 2025. O documento, divulgado pelo Instituto Médico Legal (IML) e noticiado pela TV Globo, revela que Adalberto morreu por asfixia mecânica, com indícios claros de compressão pulmonar, possivelmente por esganadura.

Causa da morte e ausência de drogas no organismo

Os exames necroscópicos apontaram que não havia presença de álcool ou drogas no organismo do empresário. Esse dado é extremamente relevante porque entra em contradição com o depoimento de Rafael Aliste, amigo de Adalberto e uma das últimas pessoas a vê-lo com vida.

Rafael afirmou em dois depoimentos à polícia que ambos teriam consumido cerveja e maconha durante o evento no autódromo, em 30 de maio. Com a conclusão do exame toxicológico, essa versão perde força e levanta suspeitas sobre a real participação de Rafael na morte do empresário.

Investigação e desdobramentos

Adalberto Amarilio Júnior desapareceu após o evento e foi encontrado três dias depois, em 3 de junho, por um funcionário da obra no autódromo. Câmeras de segurança chegaram a registrar imagens do empresário caminhando sozinho pela área do estacionamento, o que inicialmente contribuiu para a hipótese de acidente ou sumiço voluntário.

No entanto, escoriações no pescoço e sinais de sufocamento reforçam a tese de que houve uma ação violenta. A ausência de traumas por socos ou objetos contundentes também descarta briga corporal, sugerindo uma possível esganadura silenciosa, seguida de ocultação do corpo no buraco da obra.

Até o momento, a Secretaria da Segurança Pública de São Paulo ainda não se manifestou oficialmente sobre a reclassificação do caso, mas fontes ligadas à investigação indicam que o status pode mudar de “morte suspeita” para homicídio qualificado.

Versão do amigo entra em colapso

Além das contradições sobre o uso de entorpecentes, Rafael Aliste ainda registrou um boletim de ocorrência no dia seguinte ao desaparecimento do amigo, alegando ter sido assaltado em Cotia, cidade onde mora. Ele relatou que criminosos armados teriam levado sua moto e seu celular, justamente quando ele estaria ajudando a colar cartazes em busca de Adalberto.

Agora, com a nova evidência pericial, a polícia analisa se o suposto assalto não teria sido uma tentativa de criar álibi ou desviar a atenção da investigação.


Conclusão:
O laudo técnico representa um divisor de águas no caso. A clara incompatibilidade entre os dados periciais e os relatos do amigo da vítima levanta sérias dúvidas e pressiona as autoridades a intensificarem as investigações. O mistério em torno da morte de Adalberto Amarilio Júnior segue aberto, mas com novos elementos que apontam para um desfecho muito mais sombrio do que se imaginava inicialmente.


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Laudo revela que empresário foi jogado vivo em buraco no Autódromo de Interlagos; investigação toma novo rumo

Um novo laudo necroscópico da Polícia Técnico-Científica de São Paulo trouxe revelações impactantes sobre a morte do empresário Adalberto dos Santos, encontrado no fundo de um buraco dentro do Autódromo de Interlagos, na capital paulista. Segundo o exame, divulgado nesta segunda-feira (17), o empresário foi vítima de asfixia violenta e estava vivo no momento em que foi jogado no buraco onde seu corpo foi localizado.

A informação muda completamente o rumo das investigações. Inicialmente, a principal linha de apuração era a de latrocínio (roubo seguido de morte), mas com os novos dados, a polícia agora trata o caso como homicídio qualificado.

Detalhes do laudo

De acordo com o documento, não foram encontradas lesões traumáticas decorrentes de agressões físicas, como socos ou chutes, nem sinais de uso de objetos contundentes. Também foi descartada a ocorrência de violência sexual.

Outro ponto importante é que os exames toxicológicos deram negativo para álcool e substâncias entorpecentes, o que contradiz a versão apresentada por Rafael Aliste, amigo da vítima e uma das últimas pessoas a vê-lo com vida.

Depoimentos contraditórios

Rafael Aliste já prestou dois depoimentos à Polícia Civil, sendo o último com duração de quase seis horas. Em sua narrativa, ele afirmou que Adalberto havia feito uso de bebidas alcoólicas e drogas durante um evento realizado no autódromo. A informação, no entanto, foi desmentida pelos exames laboratoriais, o que levanta dúvidas sobre sua conduta e participação no caso.

Além disso, Rafael registrou um Boletim de Ocorrência eletrônico alegando que teria sido assaltado na cidade de Cotia (SP), onde mora, um dia após o desaparecimento do empresário. Ele disse que criminosos armados o abordaram enquanto ele colava cartazes com familiares de Adalberto, e que teve sua moto e celular levados.

Investigação segue em sigilo

A Polícia Civil segue com a apuração sob sigilo, mas fontes ligadas ao caso afirmam que o depoimento de Rafael Aliste está sendo reavaliado, e novas diligências estão previstas para os próximos dias. Com a exclusão das hipóteses de latrocínio e uso de drogas, a principal linha investigativa agora tenta entender quem teria interesse na morte de Adalberto dos Santos e qual foi a real motivação do crime.

A família da vítima acompanha o caso de perto e tem cobrado celeridade nas investigações. A repercussão do caso nas redes sociais aumentou a pressão por respostas concretas e punição dos responsáveis.


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Comportamento de amigo de empresário morto em Interlagos levanta suspeitas e alerta investigadores

A morte misteriosa do empresário Adalberto dos Santos, encontrado em uma área de obras no Autódromo de Interlagos, na zona sul de São Paulo, no último dia 3 de junho de 2025, continua cercada de incertezas. Um detalhe observado pelos investigadores durante o depoimento de um amigo da vítima, identificado como Rafael, trouxe um novo foco para a apuração conduzida pela Polícia Civil de São Paulo.

🔍 Amigo da vítima é analisado pela polícia

Segundo a delegada Ivalda Aleixo, responsável pelo caso, Rafael apresentou comportamentos que chamaram a atenção da equipe investigativa. Apesar de fornecer um álibi, seu depoimento inicial apresentou contradições sutis, o que motivou sua submissão ao Núcleo de Análise Comportamental da corporação.

“Ele passou pelo Núcleo de Análise Comportamental, porque é introvertido, calmo. A gente queria confirmar algumas declarações do desaparecimento”, explicou a delegada.

A avaliação comportamental foi utilizada para verificar a coerência e a veracidade do relato, algo que vem sendo adotado com mais frequência em casos complexos, especialmente aqueles sem testemunhas diretas ou com lacunas temporais.

🛵 Suposto assalto também está sob investigação

Outro ponto que entrou no radar dos investigadores foi o relato de Rafael sobre um assalto ocorrido no dia seguinte ao desaparecimento de Adalberto. Segundo ele, enquanto voltava ao autódromo com a esposa do empresário, em busca de pistas, foi abordado por criminosos, que levaram sua motocicleta e o celular.

Esse episódio, por sua proximidade com a data do desaparecimento e pelas circunstâncias inusitadas, passou a ser avaliado com cautela pelas autoridades. A delegada reforça que nenhuma hipótese foi descartada até o momento.

🔬 Polícia aguarda laudos e exames técnicos

Com os depoimentos sendo analisados, a Polícia Civil aguarda agora os laudos toxicológicos, análise necroscópica e o teste de DNA do sangue encontrado no carro da vítima. A análise desses materiais poderá confirmar se houve luta, uso de substâncias ou qualquer outro fator que contribua para elucidar as causas da morte.

As câmeras de monitoramento da região também estão sendo vasculhadas na tentativa de reconstruir os últimos momentos de Adalberto com precisão.

🕵️‍♀️ Mistério segue cercado de silêncio

Apesar da repercussão do caso, a delegada reforça que muitas informações estão sendo mantidas sob sigilo, como forma de preservar o andamento das investigações. Todos os dados já foram inseridos nos sistemas da Polícia Civil e estão sendo analisados por técnicos especializados.

A polícia ainda não divulgou se trabalha com a hipótese de homicídio, latrocínio (roubo seguido de morte) ou outro tipo de crime. O mistério em torno do empresário morto em Interlagos segue sem resposta, mas as análises comportamentais e exames laboratoriais devem ser cruciais para apontar o desfecho do caso.


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Fim do Mistério: Laudo Oficial Revela a Causa da Morte do Empresário Adalberto Amarilio Júnior

Nesta terça-feira, 17 de junho de 2025, o caso envolvendo a morte do empresário Adalberto Amarilio Júnior ganhou novos contornos com a divulgação do laudo oficial do Instituto Médico Legal (IML). Após dias de especulação e mistério, a causa da morte foi confirmada como asfixia, possivelmente provocada por esganadura ou compressão torácica.

O corpo do empresário havia sido encontrado no dia 3 de junho, dentro de um buraco em uma obra, por um funcionário. Adalberto estava desaparecido desde o dia 30 de maio, data em que foi visto pela última vez durante um evento de motociclismo no Autódromo de Interlagos, em São Paulo. De acordo com o IML, o óbito ocorreu entre 24 e 48 horas antes da localização do cadáver.

Laudo contradiz relato de testemunha

Além de indicar a morte violenta por asfixia, o laudo toxicológico não encontrou vestígios de álcool ou entorpecentes no organismo do empresário, o que contradiz a versão apresentada pelo amigo Rafael, que afirmou à polícia que Adalberto teria consumido cerveja e maconha durante o evento.

O documento também apontou ausência de violência sexual e lesões traumáticas, embora tenham sido encontradas escoriações no pescoço, o que fortalece a hipótese de esganadura. Esses indícios levaram a polícia a considerar seriamente a possibilidade de homicídio, mesmo que ainda não haja confirmação oficial da mudança de status da investigação.

Circunstâncias ainda nebulosas

Chamou atenção o fato de o corpo ter sido localizado sem calça e sem tênis, aumentando o mistério em torno do que realmente aconteceu nas últimas horas de vida de Adalberto. Câmeras de segurança do autódromo captaram imagens dele ainda no estacionamento, antes de desaparecer.

A Secretaria da Segurança Pública do Estado de São Paulo segue investigando o caso, e não descarta o envolvimento de terceiros. Familiares e amigos aguardam por respostas, enquanto a repercussão nas redes sociais cresce com o avanço das investigações.

Próximos passos da investigação

Com o laudo do IML em mãos, a polícia deve intensificar a apuração para identificar possíveis suspeitos e esclarecer o que levou à morte de Adalberto Amarilio Júnior. O caso, inicialmente tratado como uma morte suspeita, caminha para ser classificado como homicídio, à medida que surgem mais evidências que apontam para ação humana direta na morte do empresário.

A sociedade agora aguarda não apenas por justiça, mas também por esclarecimentos definitivos sobre um caso que chocou o país pela brutalidade e pelo mistério que o envolveu desde o início.


permanece sob observação. A polícia destaca que ele tem colaborado com as investigações e não é considerado suspeito formal até o momento. No entanto, a delegada Ivalda Aleixo afirmou que “ninguém está descartado nesta fase da investigação”.

A família de Adalberto, ainda abalada com a perda repentina, tem evitado entrevistas. Amigos próximos relatam que ele era uma pessoa tranquila, sem histórico de envolvimento em conflitos ou situações de risco.

Enquanto o inquérito avança, o caso segue gerando comoção e questionamentos nas redes sociais. A população acompanha cada passo da investigação com expectativa por justiça.

Quem tiver informações que possam colaborar com o caso pode entrar em contato com o Disque Denúncia pelo número 181. O sigilo é garantido.


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Perícia no celular de empresário encontrado morto em Interlagos revela detalhes cruciais

Uma análise técnica realizada no celular de Adalberto Amarilio dos Santos Júnior, empresário de 35 anos que foi encontrado morto em um buraco no Autódromo de Interlagos, em São Paulo, trouxe informações importantes para as investigações da Polícia Civil. O aparelho registrou a última mensagem enviada por Adalberto às 19h48 do dia 30 de maio, quando ele informou à esposa que estava saindo do evento em que participava.

De acordo com os peritos, a esposa ainda tentou contatar o marido às 21h12, mas o celular já estava desligado. Esse intervalo é considerado pela polícia como o provável momento em que o crime ocorreu.

Festival, desaparecimento e vestígios no carro

Adalberto compareceu sozinho a um festival no autódromo e foi visto pela última vez ao lado de um amigo, com quem teria consumido bebida alcoólica e maconha. Ele chegou a enviar uma última mensagem por volta das 20h30, avisando que voltaria ao carro. No entanto, imagens de câmeras de segurança não mostraram qualquer movimentação dele em direção ao estacionamento.

Durante uma nova perícia no carro do empresário, especialistas do Instituto de Criminalística encontraram sangue humano em pelo menos quatro áreas do veículo. O material será submetido a exames genéticos para confirmar se pertence à vítima, o que aumenta a suspeita de que Adalberto possa ter sido agredido antes de desaparecer.

IML busca respostas sobre a causa da morte

O Instituto Médico Legal (IML) ainda aguarda os resultados dos exames toxicológicos, anatomopatológicos e subungueais. Este último é considerado essencial para identificar possíveis sinais de defesa corporal e eventuais vestígios do agressor. Enquanto isso, a Polícia Civil segue ouvindo testemunhas e analisando imagens de câmeras para tentar esclarecer as circunstâncias do crime.

Adalberto era conhecido no setor óptico e também por sua atuação em causas sociais. O caso gerou comoção e segue cercado de mistério, com a família aguardando respostas definitivas sobre o que teria acontecido naquela noite trágica em Interlagos.


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aso Adalberto: Esposa Fala Sobre Motivo da Morte e Lamenta Tragédia

A morte do empresário Adalberto dos Santos Junior, de 35 anos, encontrado dentro de um buraco em uma obra no Autódromo de Interlagos, na Zona Sul de São Paulo, comoveu familiares, amigos e a sociedade. Em entrevista exclusiva concedida ao jornalista Roberto Cabrini, a esposa de Adalberto, Fernanda Dândalo, desabafou sobre a dor da perda e pediu justiça para o caso.

Dor e Mistério: A Perda de Adalberto

Durante a entrevista ao programa Domingo Espetacular, Fernanda contou que Adalberto estava participando de um evento relacionado a corridas — algo que ele apreciava muito — e manteve contato constante com ela durante toda a ocasião. Segundo ela, não havia qualquer indício de conflito ou desentendimento que pudesse explicar o trágico fim.

O motivo, eu não sei. Por maldade”, lamentou Fernanda, emocionada ao falar sobre o falecimento do marido. Ela também destacou o perfil do empresário: uma pessoa amorosa, educada e respeitadora, que estava feliz e empolgado por estar naquele evento.

A Busca e o Desespero

Fernanda revelou que durante o evento Adalberto enviou fotos, mas ao não retornar no horário combinado e não atender às ligações, ela entrou em pânico. A esposa iniciou buscas, acionou a polícia e acompanhou, aflita, os desdobramentos até a confirmação da morte do marido.

Investigação Policial

A polícia, por meio do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), está à frente das investigações. A delegada Ivalda Aleixo afirmou que a hipótese de acidente está praticamente descartada. Isso porque os pertences pessoais de Adalberto, como celular, dinheiro, cartões, aliança, documentos e chaves do carro, estavam com ele no momento da morte, o que também afasta a possibilidade de latrocínio (roubo seguido de morte).

Até o momento, as autoridades continuam apurando todas as circunstâncias para esclarecer o que realmente aconteceu naquele local, enquanto a família segue na espera por respostas e por justiça.


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Empresário é Encontrado Morto em Buraco e Amigo Aponta Possível Crime: “Vacilo não foi dele”

A morte do empresário Adalberto Amarilio dos Santos Junior, de 36 anos, segue envolta em mistério. O corpo do homem foi encontrado na terça-feira (3), em um buraco de obra no Autódromo de Interlagos, zona sul de São Paulo, quatro dias após seu desaparecimento. Adalberto havia participado de um evento de motociclistas no local e foi visto pela última vez ao se dirigir ao estacionamento, por volta das 19h40, quando enviou uma mensagem à esposa.

A cena do encontro do corpo chamou a atenção das autoridades: o empresário estava sem calça, com o capacete e o celular próximos. O estado em que foi encontrado — despido parcialmente — levantou a suspeita de que ele possa ter sido submetido a algum tipo de tentativa de humilhação ou constrangimento antes de sua morte.

Em entrevista ao programa Balanço Geral, da Record, Sidney, amigo pessoal de Adalberto, fez declarações contundentes. Segundo ele, o empresário levava uma câmera durante o evento, o que pode ser uma peça-chave na investigação. O objeto, porém, não foi localizado, e Sidney acredita que a câmera possa ter sido removida propositalmente para esconder provas. “Tenho certeza de que ele foi assassinado. Está muito claro”, afirmou o amigo.

Sidney também reforçou que Adalberto era uma pessoa tranquila, sem histórico de envolvimento com drogas ou conflitos, e levava uma vida discreta. Outros amigos confirmaram o mesmo, tornando ainda mais difícil entender o motivo de um possível crime contra alguém que não aparentava ter inimigos.

A Polícia Civil de São Paulo segue investigando o caso e trabalha com a hipótese de crime premeditado. A localização do corpo, em uma área isolada e cercada por tapumes, além da ausência da câmera e o estado em que ele foi encontrado, aumentam as dúvidas sobre o que realmente aconteceu nas horas finais de Adalberto.

A família e os amigos aguardam por respostas enquanto a polícia continua analisando imagens de segurança, depoimentos e buscando por novas evidências que possam esclarecer a tragédia.


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Polícia encontra vestígios de sangue no carro de empresário morto no Autódromo de Interlagos

A Polícia Civil de São Paulo deu mais um passo importante nas investigações sobre a morte do empresário Adalberto Amarillo Júnior, cujo corpo foi encontrado no último dia 3 de junho, em um buraco de uma obra dentro do Autódromo de Interlagos, na Zona Sul da capital. Uma nova perícia realizada no veículo do empresário revelou marcas de sangue em quatro pontos diferentes do carro, levantando ainda mais suspeitas sobre a possibilidade de violência antes do óbito.

Vestígios de sangue em diferentes áreas do veículo

De acordo com o Instituto de Criminalística, o material biológico foi localizado ao lado da porta, no assoalho traseiro, atrás do banco do passageiro e no banco de trás do automóvel. Os primeiros testes confirmam que o sangue é de origem humana, mas a identidade ainda precisa ser confirmada por exames de DNA. O confronto genético está em andamento e deve apontar se o sangue pertence, de fato, ao próprio Adalberto.

A descoberta reforça a linha de investigação que considera a hipótese de uma possível agressão física antes da morte do empresário. Até o momento, não há evidências conclusivas sobre como ele acabou em um buraco de obra dentro do autódromo.

Linha do tempo do desaparecimento

Adalberto Amarillo Júnior foi visto pela última vez no dia 30 de maio, quando participou de um evento no próprio Autódromo de Interlagos. Câmeras de segurança registraram sua chegada ao local por volta das 12h30. Ele estava sozinho, vestindo camiseta preta, calça jeans, botas e boné. À noite, encontrou-se com um amigo e, segundo relatos, teria consumido maconha e ingerido aproximadamente oito copos de cerveja durante o evento.

A última mensagem enviada à esposa foi registrada às 20h30. Depois disso, ele não foi mais visto. Seu amigo relatou que, ao se despedirem, Adalberto teria dito que retornaria ao carro. No entanto, não há imagens que mostrem seu trajeto até o estacionamento, e esse ponto segue sendo investigado.

 

“relação de perde-perde”, diz Cassiano

Cassiano revelou que conversou pessoalmente com Hugo e Alckmin e que participou da mobilização contra elevação. Reprodução da FIEPB

O presidente da Federação das Indústrias do Estado da Paraíba (FIEPB) e da Associação Nordeste Forte, Cassiano Pereira, divulgou, nesta quinta-feira (31), uma nota oficial sobre a decisão do presidente do EUA, Donald Trump, de aplicar novas tarifas sobre produtos brasileiros.

Segundo o paraibano, a medida representa um retrocesso nas relações comerciais e pode gerar prejuízos significativos tanto para o Brasil quanto para os próprios americanos.

“A FIEPB e a Associação Nordeste Forte seguem acreditando que o diálogo e a negociação são, neste momento, as melhores alternativas para demonstrar ao Governo Americano que essa sobretaxa vai gerar uma relação de perde-perde para os dois países”, afirmou Cassiano Pereira. (CONFIRA ABAIXO A NOTA NA ÍNTEGRA)

A declaração segue a linha da Confederação Nacional da Indústria (CNI), que tem criticado publicamente a elevação das tarifas de importação como uma atitude unilateral e prejudicial ao comércio internacional.

A Paraíba está entre os três estados que têm alta concentração de exportações para os Estados Unidos no Brasil. Segundo o CNI, o tarifaço de Trump deve impactar em cerca de R$ 101 milhões o Produto Interno Bruto (PIB) da economia da Paraíba.

Preocupação com a indústria nordestina

A imposição das novas tarifas tem causado apreensão especialmente entre os empresários e industriais do Nordeste, que enxergam na exportação um vetor importante de crescimento econômico e geração de empregos.

Cassiano Pereira ressaltou o papel da FIEPB e da Associação Nordeste Forte como interlocutores da indústria regional.

“Enquanto representante da indústria do nosso estado e da nossa região, seguimos atentos ao desenrolar dos fatos, para apoiar e defender o industrial neste cenário de imprevisibilidade”, completou.

Nota

“Na mesma direção do que tem defendido a Confederação Nacional da Indústria – CNI, a FIEPB e a Associação Nordeste Forte seguem acreditando que o diálogo e a negociação são, neste momento, as melhores alternativas para demonstrar ao Governo Americano que essa sobretaxa vai gerar uma relação de perde-perde para os dois países. Enquanto representante da indústria do nosso estado e da nossa região, seguimos atentos ao desenrolar dos fatos, para apoiar e defender o industrial neste cenário de imprevisibilidade.”

Cassiano Pereira, presidente da FIEPB e da Associação Nordeste Forte

Atendimento presencial para emissão do Cartão SUS será até 11h30 nesta sexta-feira

A Prefeitura de João Pessoa, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), informa à população que o sistema presencial de atendimento do Cartão SUS funcionará, nesta sexta-feira (1), até as 11h30. A mudança no horário ocorre excepcionalmente, já que volta ao normal na próxima quarta-feira (6). A sede do serviço para emissão do cartão do Sistema Único de Saúde fica na Avenida Rui Barbosa, s/n, no bairro da Torre (prédio do antigo Lactário da Torre).

A mudança no expediente foi motivada por conta da realização de um serviço de dedetização preventiva no local. A ação tem como objetivo garantir o controle de pragas urbanas e a segurança sanitária do ambiente, frequentado por dezenas de pessoas diariamente. Lembrando que o serviço funciona de segunda a sexta-feira, das 8h às 16h, e o telefone para contato é o (83) 3213-7637.

“Nossa sede tem que seguir a excelência dos padrões sanitários e quem deve ser beneficiado com a medida é justamente o nosso usuário, que procura diariamente o atendimento presencial do Cartão SUS, que será retomado normalmente a partir das 8h da manhã da próxima quarta-feira”, afirmou a coordenadora do Cartão SUS em João Pessoa, Deborah Cavalcanti.

Aplicativo – Na Capital, a emissão do Cartão SUS pode acontecer também por meio do aplicativo ‘João Pessoa na Palma da Mão’, que está disponível para celulares com sistemas operacionais Android e IOS.

Transferência é presencial – Quem chegou em João Pessoa recentemente vindo de outro município ou estado, precisa fazer a transferência do documento. Nesta situação, o atendimento é ofertado de forma presencial, na sede do Cartão SUS. Para isso, é necessário apresentar comprovante de residência no nome do usuário e seus documentos pessoais originais. Todo esse trâmite só pode ser realizado pelo próprio usuário ou por um parente de primeiro grau, com as devidas comprovações.

Comprovantes – São aceitos como comprovante de residência os seguintes documentos: contrato de aluguel em vigor, devidamente assinado; contas de água, luz, telefone fixo e celular; fatura de cartão de crédito; declaração anual de imposto de renda; boleto bancário de plano de saúde; mensalidade escolar ou de condomínio; guia de IPTU ou carnê de IPVA; certificado de registro e licenciamento de veículos; multa de trânsito; escritura ou certidão do imóvel.

Parceria entre instituições leva formação em curso gratuito de Suinocultura Básica em São José do Seridó

Em uma parceria entre a Prefeitura Municipal de São José do Seridó, por meio da Secretaria Municipal de Agricultura (SEMAPE), a Colônia de Pescadores Z-62, o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (SENAR-RN) e o Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Jardim do Seridó, será realizado no município o Curso de Suinocultura Básica.


Com carga horária de 30 horas, o curso acontecerá entre os dias 18 e 22 de agosto de 2025, sempre das 12h às 18h, na sede da Colônia de Pescadores Z-62, localizada na Avenida Pedro Medeiros de Brito, nº 88, no bairro Nova Bonita.


O objetivo da capacitação é fornecer aos participantes conhecimentos teóricos e práticos sobre a criação e manejo de suínos, abordando temas como nutrição, sanidade, bem-estar animal, instalações apropriadas e gestão da produção, sempre com foco na sustentabilidade e na eficiência.


Os interessados devem procurar a Secretaria Municipal de Agricultura para realizar o agendamento prévio, de segunda a sexta-feira, das 7h às 13h. O contato também pode ser feito pelo telefone (84) 9 8660-9780. A inscrição será efetivada no dia da abertura do curso, no próprio local das aulas.

Gratuita, Escolinha Paralímpica leva esporte a jovens com deficiência

A Escola Paralímpica de Esportes, que promove a iniciação de crianças e adolescentes em até 15 modalidades paralímpicas, retomou esta semana as atividades após as férias escolares. O projeto é gratuito e ocorre no Centro de Treinamento Paralímpico, que fica no quilômetro 11,5 da Rodovia dos Imigrantes, na zona sul da capital paulista.

As inscrições para o projeto, apelidado de Escolinha Paralímpica, são gratuitas e podem ser feitas neste link, no site do Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB). Os participantes devem ter RG, CPF, laudo médico sobre a deficiência, atestado médico de aptidão à prática esportiva e boletim escolar digitalizados. A entidade tem o e-mail [email protected] para quem procura mais informações.

A Escolinha atende às segundas e quartas-feiras e às terças e quintas-feiras, em dois horários: das 14h às 15h30 e das 16h às 17h30. Os jovens recebem uniforme e lanche durante o período em que estiverem no CT Paralímpico. O CPB ainda disponibiliza transporte em locais estratégicos da região metropolitana de São Paulo.

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RESULTADO DO SORTEIO TIMEMANIA 2275 DE HOJE QUINTA (31/07)

A bocha é uma das 15 modalidades esportivas oferecidas na Escola Paralímpica, que funciona no Centro de Treinamento Paralímpico (CTP), situado no quilômetro 11,5 da Rodovia dos Imigrantes, na zona sul da capital paulista – Alessandra Cabral/CPB/Direitos Reservados

O projeto oferece 15 modalidades que integram o programa dos Jogos Paralímpicos: atletismo, badminton, bocha, futebol de cegos, goalball, halterofilismo, judô, natação, paraesgrima (também chamada de esgrima em cadeira de rodas), rugby em cadeira de rodas, tênis de mesa, tênis em cadeira de rodas, tiro com arco, triatlo e vôlei sentado. Atualmente, são atendidas 477 crianças com deficiências física, visual e intelectual.

Entre os jovens apresentados ao esporte paralímpico na Escolinha, que iniciou em 2018, um já chegou à Paralimpíada. No ano passado, o maranhense André Martins, da bocha, esteve nos Jogos de Paris, na França. Outro destaque é a paulista Alessandra Oliveira, ouro nos Jogos Parapan-Americanos de Santiago, no Chile, nos 100 metros nado peito da classe S4 (que é intermediária para nadadores com deficiências físico-motoras) e que foi convocada para o Mundial de Singapura, no próximo mês de setembro.

RESULTADO DO SORTEIO QUINA 6788 HOJE QUINTA (31/07)

RESULTADO DO SORTEIO LOTOFÁCIL 3457 DE HOJE QUINTA (31/07)

Setor cafeeiro pode ser forçado a redirecionar produção, diz Cepea/USP

Por MRNews

A partir de 6 de agosto, a exportação do café brasileiro para os Estados Unidos passará a ser taxada em 50%. Enquanto permanece batalhando para ficar de fora da lista de produtos brasileiros que vão ser taxados pelo governo norte-americano, o setor cafeeiro nacional segue marcado por incertezas, informou o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq) da Universidade de São Paulo (USP).

Segundo pesquisadores do Cepea, por causa dessa alta taxa, os produtores brasileiros poderão ser forçados a redirecionar parte de sua produção para outros mercados, o que deverá exigir “agilidade logística e estratégia comercial para mitigar os prejuízos à cadeia produtiva nacional”.

Os Estados Unidos são o principal destino das exportações de café do Brasil. Em 2024, eles importaram cerca de 23% de café brasileiro, especialmente da variedade arábica, insumo essencial para a indústria local de torrefação.

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A Colômbia representou cerca de 17% do total das importações norte-americanas, enquanto o Vietnã contribuiu com aproximadamente 4%.

Para o Cepea, como os Estados Unidos não produzem café, a elevação do custo de importação deve comprometer a viabilidade de toda a cadeia interna, que envolve torrefadoras, cafeterias, indústrias de bebidas e redes de varejo.

“O Cepea avalia que a eventual entrada em vigor da tarifa tende a impactar não apenas a competitividade do café nacional, mas também os preços ao consumidor norte-americano e a formulação dos blends tradicionais, que utilizam os grãos brasileiros como base sensorial e de equilíbrio”, diz comunicado do Cepea.

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Tratativas

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, oficializou, ontem (30), a proposta de taxação de produtos brasileiros comercializados com os EUA. Mas a Ordem Executiva trouxe cerca de 700 exceções, como suco e polpa de laranja, combustíveis, minérios, fertilizantes e aeronaves civis.

O café não entrou nessa lista de exceções. Com isso, logo após o anúncio de Trump, o Conselho dos Exportadores de Café (Cecafé) disse que vai seguir em tratativas para que o café seja incluído na lista de produtos brasileiros que vão ficar de fora da taxação.

outras duas denúncias são registradas

Outros dois boletins de ocorrência foram registrados contra o padre Danilo César, da cidade de Areial, Agreste da Paraíba, por intolerância religiosa e uma fala envolvendo a cantora Preta Gil, associando a morte dela à fé de religiões afro-indígenas. As informações foram confirmadas pela Polícia Civil ao Jornal da Paraíba, nesta quinta-feira (31).

De acordo com o delegado Danilo Orengo, delegado da seccional de Areial, e também com a responsável pelo inquérito policial, a delegada Socorro Silva, os outros dois boletins de ocorrência foram registrados pelo mesmo fato e, por isso, serão analisados na mesma investigação.

“Os boletins de ocorrência foram feitos um em Puxinanã, que foi lavrado na delegacia de Pocinhos, porque Puxinanã é de Pocinhos, e um foi lavrado em Campina Grande. Mas esses boletins serão encaminhados para a nossa seccional, porque versam sobre o mesmo fato”, disse o delegado.

Conforme a delegada Socorro Silva, o padre vai ser ouvido no inquérito. No entanto, as investigações ainda estão na fase de escutar testemunhas. Só posteriormente o padre será ouvido.

O Jornal da Paraíba procurou a Diocese de Campina Grande após os registros dos novos boletins de ocorrência. A instituição não se pronunciou até a última atualização desta matéria.

Em nota emitida na quarta-feira (30), a diocese disse que o sacerdote, através da assessoria jurídica, irá prestar todos os esclarecimentos necessários aos órgãos competentes”.

Na nota, a diocese reiterou também que está comprometida com “os direitos constitucionais da liberdade de crença e de culto, da igualdade e não discriminação religiosa, do direito à honra e à imagem dos mortos e do princípio da dignidade da pessoa humana”.

A polícia começou as investigações após uma associação de religiões de matriz afro-indígena denunciar o padre por falas ditas por ele durante uma missa celebrada no domingo (27), e transmitida ao vivo.

No vídeo de grande repercussão nas redes sociais, o padre cita o caso da morte da cantora Preta Gil, que faleceu nos Estados Unidos em 20 de julho, vítima de um câncer colorretal, como forma de desdenhar de religiões de matriz africana.

“Eu peço saúde, mas não alcanço saúde, é porque Deus sabe o que faz, ele sabe o que é melhor para você, que a morte é melhor para você. Como é o nome do pai de Preta Gil? Gilberto Gil fez uma oração aos orixás, cadê esses orixás que não ressuscitaram Preta Gil? Já enterraram?”, disse durante a homilia.

O vídeo no qual o padre faz as declarações foi postado inicialmente no canal do YouTube da Paróquia, em uma transmissão ao vivo, no entanto o conteúdo foi tirado do ar. Assista acima.

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A primeira denúncia contra o padre sobre falas contra Preta Gil

Padre de Areial é acusado de intolerância religiosa: ‘por que orixás não ressucitaram Preta Gil?’ – Foto: Redes Sociais.

A Associação Cultural de Umbanda, Candomblé e Jurema Mãe Anália Maria de Souza emitiu uma nota de repúdio sobre as falas do padre, condenando a postura. Conforme a associação, ele distorce a religião.

Em contato com o Jornal da Paraíba, o presidente dessa associação, Rafael Generino, disse que registrou o Boletim de Ocorrência na Polícia Civil pelo crime de intolerância religiosa e também informou que vai realizar a denúncia no Ministério Público da Paraíba (MPPB) sobre as falas do padre.

O presidente do Fórum de Diversidade da Paraíba, Saulo Gimenez, disse ao Jornal da Paraíba que o órgão também condena as falas do padre, pelo teor, e também pelo local que foi proferida as palavras, o altar da igreja.

O órgão informou que vai continuar acompanhando o caso e vai prestar suporte à associação, além de “encaminhar às autoridades competentes para retratação do padre”.

João Azevêdo entrega barragem de R$ 16 milhões e garante segurança hídrica de Pedra Lavrada e região — Governo da Paraíba

O governador João Azevêdo inaugurou, nesta quinta-feira (31), em Pedra Lavrada, Curimataú paraibano, a Barragem José Procópio de Barros (Barragem de Porcos), que recebeu mais de R$ 16,2 milhões em investimentos e vai garantir abastecimento d’água no município e na zona rural da região. Mais cedo, em São Vicente do Seridó, o chefe do Executivo estadual entregou o novo complexo educacional da Escola de Ensino Fundamental Maria Francinete de Souza, com R$ 4,3 milhões em investimentos — entre os ambientes contemplados, estão dez salas de aula, sendo oito no primeiro pavimento e duas no térreo. 

Situada na Bacia do Rio Seridó, a Barragem de Porcos tem como principal finalidade abastecer o município de Pedra Lavrada e da Zona Rural da região — o reservatório tem capacidade para 5,6 bilhões de litros.

 A barragem, que recebeu investimentos superiores a R$ 16.250.585,49, é constituída de um maciço de concreto compactado com rolo (CCR), com extensão total pelo coroamento de 109,10 m e altura máxima de 24,25 m, com extravasor incorporado no maciço com soleira tipo Creager, com extensão de 50m. 

Na solenidade de inauguração, o governador João Azevêdo ressaltou a importância da barragem para Pedra Lavrada e região. “Essa barragem representa uma grande transformação para as pessoas que ali vivem. É, verdadeiramente, uma mudança de vida. Essa obra não é uma conquista do governador ou de secretários; é uma conquista da população. Desde 2019, o nosso Governo já investiu em Pedra Lavrada R$ 48 milhões”, disse, citando outras obras de segurança hídrica, como a Adutora Transparaíba, entre outros investimentos que ultrapassam R$ 1 bilhão. 

O vice-governador Lucas Ribeiro também destacou a importância da Barragem de Porcos. “Quanto foi aguardada essa barragem, um sonho antigo que se concretiza porque a gestão do governador João Azevêdo colocou a Paraíba em dia, tendo condições de entregar obra por todo o Estado, que transformam a vida da nossa população”, comentou. 

O secretário de Estado da Secretaria de Infraestrutura e Recursos Hídricos (Seirh), responsável pela execução da obra, disse que a Barragem de Porcos foi uma demanda da população no Orçamento Democrático Estadual. “E o governador João Azevêdo com a grande capacidade de ouvir as pessoas, levou o time de Governo para ver de que forma poderia ser levado aquele projeto adiante. Hoje, a população de Pedra Lavrada ganha esse grande presente, que vai transformar vidas e trazer desenvolvimento”, completou Deusdete Queiroga.

O prefeito de Pedra Lavrada, Tota Guedes, foi enfático ao descrever a importância da barragem: “É um sonho antigo de todos nós que hoje se realiza. Várias gestões prometeram essa obra, mas foi a do governador João Azevêdo que entregou. E ele, como um grande gestor que é, tem a exata dimensão do que essa obra significa para nós”, comentou. 

Educação — O primeiro compromisso do governador João Azevêdo no Curimataú paraibano foi na área da educação, com a entrega do novo complexo educacional da Escola de Ensino Fundamental e Médio Maria Francinete de Souza. Inaugurada nos anos 1950, a escola ensinou a gerações no município de São Vicente do Seridó, que há décadas esperavam uma intervenção que resolvesse de vez os graves problemas de infraestrutura que a unidade escolar enfrentava. 

Para isso, todo o antigo prédio teve que ser demolido — o novo equipamento recebeu investimentos de R$ 4.375.328,06 e agora conta com 10 salas de aula, duas no térreo e oito no primeiro pavimento, biblioteca, laboratórios de informática, de ciências e de matemática e robótica, sala de professores, de reuniões, banheiro para área de serviços e recreio, entre outros recintos. 

Durante a solenidade de inauguração, o governador externou alegria por iniciar uma extensa agenda administrativa na região, com a entrega de mais uma grande obra na educação. “A entrega de uma escola é mais importante do que qualquer outra coisa, pois estamos tratando do futuro dos nossos jovens e dos nossos adolescentes. E ofertar um ensino com esse padrão, com a construção dessa nova escola, é uma alegria muito grande. Fico muito feliz de voltar a São Vicente para celebrar uma conquista dessa”, afirmou João Azevêdo, destacando o caráter municipalista da gestão e os benefícios no processo de ensino-aprendizagem proporcionados por reformas e construção na Rede Estadual de Ensino.

Para o vice-governador Lucas Ribeiro, a entrega de uma escola com a estrutura da Maria Francinete de Souza representa o compromisso do Governo com a educação dos paraibanos. “Aqui foram investidos mais de R$ 4 milhões, mas dinheiro algum consegue mensurar a importância de a gente investir numa sala de aula melhor, num laboratório melhor e num espaço mais adequado para os nossos estudantes construírem o seu futuro”, comentou.

Já o secretário de Estado da Educação, Wilson Filho, frisou os investimentos que a pasta tem feito no Curimataú paraibano. “Quando o governador João Azevêdo decide construir uma nova escola, não se trata apenas de climatização e de novas salas de aula; é uma transformação verdadeira na vida das pessoas, oferecendo condições de um futuro promissor para nossas crianças e jovens. Por isso que estamos avançando. Quando se trata de climatização, por exemplo, temos ao todo 19 escolas aqui no Curimataú. Desse total, 12 já estão climatizadas — para que o aluno possa focar no que o professor está ensinando —, quatro estão em andamento e outras três por iniciar”, observou. 

O presidente da Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB), Adriano Galdino, também destacou a importância que o Governo do Estado tem dado à educação. “Essa escola representa um momento muito importante para a gestão do governador João Azevêdo e do prefeito Erivam de Biu, porque vai oferecer educação de qualidade para os filhos do povo. É através da educação que vamos construir uma Paraíba melhor e mais justa para todos”, disse.

O prefeito de São Vicente do Seridó, Erivam de Biu, agradeceu a parceria entre o município e a gestão do governador João Azevêdo, em áreas como educação e infraestrutura. “Há muito tempo que pais, alunos e funcionários pediam uma reforma nesta escola. O nosso governador João Azevêdo fez melhor: construiu uma escola nova para o nosso povo. Mas as ações do Governo do Estado para a população de São Vicente do Seridó não param por aí: temos outras escolas reformadas, 11 ruas asfaltadas num município que não tinha sequer um metrô de asfalto. Gostaria de agradecer por todas essas parcerias que têm melhorado a vida da nossa população”, comentou.

Lanna de Souza, de 16 anos e estudante do 2° ano do Ensino Médio, conta que os pais dela estudaram na Maria Francinete. Na escola desde a primeira série do Ensino Fundamental, a estudante não esconde a alegria em ver a transformação pela qual a escola passou. “A escola tinha uma situação bem precária: era chão de terra, e agora é calçamento; algumas salas nem ventilador tinham, e hoje todas têm ar-condicionado. Quer dizer, uma situação que não tem comparação com o que era antes”, disse.

Situação também descrita por Hiago Araújo, de 15 anos e estudante do 1° ano do Ensino Médio. “Estudar aqui era muito ruim, a escola cheia de pedras ao redor por conta das reformas improvisadas que foram feitas, sala de professores muito apertada. E agora está muito diferente”, comemorou.

“Antes era só a diretoria para tudo — com essa nova escola a gente ganhou até sala de reuniões. Com certeza é um grande estímulo para todos nós que estudamos na Maria Francinete de Souza”, emendou Heloisa Cordeiro, de 17 anos e estudante do 3° ano do Ensino Médio.

A solenidade de entrega da Escola Maria Francinete de Souza e da Barragem de Porcos foi prestigiada por Nonato Bandeira (Comunicação Institucional) e Ronaldo Guerra (Chefia de Gabinete). Prefeitos, vice-prefeitos e demais lideranças políticas da região também estiveram presentes.

Cícero Lucena firma parceria com o Exército e cria projeto de musicalização para crianças do Residencial Vista Alegre

No início deste ano, a banda de música do 1º Grupamento de Engenharia do Exército Brasileiro realizou uma apresentação especial para as crianças do Residencial Vista Alegre, localizado no Colinas do Sul, como parte de um projeto social promovido pela Secretaria Municipal de Habitação Social (Semhab). O momento foi tão inspirador que meninos e meninas, com idades entre 5 e 10 anos, manifestaram o desejo de aprender música. A resposta veio nesta quinta-feira (31), com a assinatura de um acordo de cooperação entre a Prefeitura de João Pessoa e o Exército Brasileiro, oficializado pelo prefeito Cícero Lucena, para transformar esse sonho em realidade.

A partir de agora, duas vezes por mês, durante o período de um ano, as crianças que estudam na Escola Municipal Deputada Lúcia Braga terão aulas de coral no 1º Grupamento de Engenharia, no Bairro dos Estados. A iniciativa, intitulada ‘Projeto Davi’, é fruto da união entre as duas instituições e visa proporcionar experiências musicais aliadas à formação em civilidade, educação e cidadania.

“Este é um projeto que visa otimizar o potencial musical do Exército Brasileiro, especialmente por meio de suas bandas marciais. O objetivo é utilizar a música como ferramenta para descobrir e desenvolver talentos, promovendo a profissionalização e o interesse musical desde os primeiros anos. Trata-se de investir no desenvolvimento integral do cidadão, começando na infância”, destacou o prefeito Cícero Lucena, durante a assinatura do termo no 1º Grupamento de Engenharia.

Acompanhamento da Prefeitura – Inicialmente, 26 crianças serão beneficiadas, com todo apoio da Secretaria Municipal de Habitação, que será responsável pela logística e condução dos alunos até as aulas. A secretária da Pasta, Socorro Gadelha, celebrou a iniciativa, ressaltando que o trabalho social da Prefeitura de João Pessoa vai além da entrega de moradias.

“Esse projeto social, idealizado pelo prefeito Cícero Lucena e pelo vice-prefeito Leo Bezerra, vai muito além da infraestrutura física, como casas, condomínios e escolas. Ele alcança a dimensão cultural, com programas que promovem o desenvolvimento integral do indivíduo. Ao oferecer oportunidades de expressão artística, cultivamos talentos que podem contribuir para o futuro do nosso País”, destacou.

Parceria – O general de brigada Alessandro da Silva, comandante do 1º Grupamento de Engenharia, também celebrou o início do projeto, destacando o potencial da música como agente de transformação social. Ele reforçou o interesse da instituição em expandir a parceria com a Prefeitura Municipal.

“Acreditamos que essa parceria vai frutificar, gerando impactos positivos na vida das crianças. Esta cerimônia é uma pequena amostra do futuro do nosso país. Dessa geração, certamente surgirão juízes, professores, policiais militares, médicos, enfermeiros e outros profissionais. Estamos investindo nesse futuro, oferecendo a essas crianças uma nova perspectiva de vida”, garantiu o general.

Sobre o Projeto Davi – É uma iniciativa de musicalização voltada para crianças e adolescentes do Residencial Vista Alegre, no Colinas do Sul, que estudam na Escola Municipal Deputada Lúcia Braga. O objetivo é promover o resgate de valores morais e cívicos por meio da música, fortalecendo o senso de cidadania, disciplina, respeito e autoestima.

Líder de campanha global pela Lei Magnitsky critica sanção a Moraes

Por MRNews

O investidor britânico William Browder, líder da campanha global que resultou na aprovação da Lei Magnitsky nos Estados Unidos, criticou a aplicação da norma pelo presidente norte-americano Donald Trump contra o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes.

“Passei anos lutando para que a Lei Magnitsky fosse aprovada no intuito de acabar com a impunidade de graves violadores de direitos humanos e de cleptocratas. Até onde posso entender, o juiz brasileiro Moraes não se enquadra em nenhuma das duas categorias”, escreveu, em seu perfil, na rede social X.

Como parte de sua biografia, Browder se descreve como o maior investidor estrangeiro na Rússia até 2005, quando teve sua entrada no país negada e foi declarado ameaça à segurança nacional por expor casos de corrupção em empresas estatais russas.

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Em 2008, o advogado de Browder, Sergei Magnitsky, descobriu uma fraude massiva cometida por funcionários do governo russo, envolvendo US$ 230 milhões em impostos. Ele testemunhou contra pessoas envolvidos no esquema e foi, posteriormente, preso e torturado.

Sergei Magnitsky morreu na prisão em 16 de novembro de 2009, deixando a esposa e dois filhos. Desde então, Browder lidera uma campanha global pela Lei Magnitsky, com foco em impor proibições de vistos e congelamentos de bens a violadores de direitos humanos e funcionários corruptos.

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Entenda

Alexandre de Moraes foi sancionado pelo governo dos Estados Unidos, através da Lei Magnitsky, por seu trabalho como relator do processo que apura tentativa de golpe de Estado no Brasil após as eleições presidenciais de 2022 e por sua atuação em relação a plataformas digitais norte-americanas.

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A norma foi aprovada em 2012, durante o governo Barack Obama, para aplicar sanções econômicas a acusados de graves violações de direitos humanos ou corrupção. Entre as sanções previstas estão o bloqueio de contas bancárias, de bens e interesses em bens dentro da jurisdição em solo norte-americano, além da proibição de entrada no país.