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Taxa de desocupação na Paraíba atinge o menor nível em 14 anos no início de 2026, diz IBGE

Taxa de desocupação na Paraíba atinge o menor nível em 14 anos no início de 2026, diz IBGE – Foto: Divulgação.

A taxa de desocupação na Paraíba no primeiro trimestre de 2026 é a menor dos últimos 14 anos, de acordo com dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgados nesta sexta-feira (15).

De acordo com a pesquisa, na comparação com o primeiro trimestre do ano passado o índice de desocupados da Paraíba caiu 1,7 ponto percentual, saindo de 8,7% para os atuais 7%. Este número é o menor nível nos últimos 14 anos no estado, levando em consideração que o levantamento é feito desde 2012.

A taxa de desocupados chegou a 16,1%, caindo de 154 mil, nos primeiros três meses do ano passado para 129 mil nos três meses deste ano.

Também no levantamento, o número de pessoas ocupados aumentou, em 87 mil. O aumento de 87 mil representa uma alta de 5,4%. Com a elevação, a população ocupada no primeiro trimestre deste ano chegou a 1,709 milhão frente ao mesmo período do ano passado, que estava 1,621 milhão.

Paraíba tem o segundo menor índice de desocupação no Nordeste

Levando em consideração apenas estados do Nordeste, a pesquisa do IBGE apontou que a Paraíba está com uma das menores taxas de desocupados na região, apenas atrás do Maranhão, que tem uma taxa de 6,9%. A Paraíba aparece na segunda colocação, com 7%.

Na sequência da lista, aparecem os estados do Ceará, com 7,3% e do Rio Grande do Norte, com 7,6%, enquanto Pernambuco, Alagoas e Bahia, todos com 9,2% são as maiores taxas da Região.

Os setores na Paraíba que mais têm pessoas enpregados no primeiro trimeste de 2026 são os seguintes:

  • Administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais (370 mil);
  • Comércio, reparação de veículos automotores e motocicletas (306 mil);
  • Informação, comunicação e atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas (197 mil);
  • Construção (170 mil);
  • Agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura (154 mil);
  • Indústria geral (147 mil).