Vigilância interdita duas clínicas odontológicas por documentos falsificados em João Pessoa
Duas clínicas odontológicas foram interditadas em João Pessoa nesta quinta-feira (24) após uma fiscalização da Vigilância Sanitária identificar documentos falsificados nos estabelecimentos. As clínicas ficam localizados nos bairros de Cruz das Armas e Brisamar.
A fiscalização foi feita pela Vigilância Sanitária de João Pessoa, órgão ligado à Secretaria Municipal de Saúde (SMS), após acatarem um ofício encaminhado pelo Ministério Público da Paraíba (MPPB).
De acordo com o órgão, as equipes encontraram estabelecimentos funcionando sem o devido licenciamento sanitário. Durante a análise da documentação apresentada, também foram identificados documentos sem autenticidade, incluindo licenças e alvarás.
Além das irregularidades relacionadas aos documentos, os fiscais encontraram outras inconformidades sanitárias. Diante das irregularidades, os dois estabelecimentos foram interditados.
Caso foi levado à Polícia Civil
Segundo Victor Viana, gerente da Vigilância Sanitária de João Pessoa, a identificação de documentos falsificados fez com que a ocorrência fosse encaminhada à Polícia Civil.
“Nessas fiscalizações, além de algumas inconformidades sanitárias, foi identificado que esses estabelecimentos estavam funcionando sem o devido licenciamento sanitário, razão pela qual foram feitas as interdições destes locais”, explicou.
Ainda segundo o gerente, durante a análise da documentação foram encontrados registros falsos ou sem autenticidade relacionados a outras licenças apresentadas pelos estabelecimentos. A Polícia Civil foi comunicada para investigar a possível falsificação dos documentos e adotar as medidas cabíveis na esfera criminal.
Suspeito foi preso nesta quinta
Na manhã desta quinta-feira (24), a Polícia Civil prendeu um homem apontado como contador, suspeito de falsificar alvarás utilizados por consultórios odontológicos de João Pessoa.
Segundo a polícia, o homem foi localizado após uma denúncia da Vigilância Sanitária. Durante a investigação, ele teria sido identificado como responsável pela emissão de documentos apresentados por estabelecimentos que estavam em situação irregular.