Cardápios em pictogramas para pessoas com TEA passam a ser obrigatórios em comércios na PB

Cardápios em pictogramas para pessoas com TEA passam a ser obrigatórios em comércios na PB – Foto: Freepik.

Cardápios em pictogramas passam a ser obrigatórios para estabelecimentos que vendam bebidas ou alimentos para pessoas diagnosticadas com Transtorno do Espectro Autista (TEA), na Paraíba. A lei foi publicada nesta quinta-feira (30), no Diário Oficial do Estado (DOE-PB) e já está em vigor.

De acordo com o texto da lei, ficou estabelecido a obrigatoriedade de disponibilização desses cardápios impressos na forma de pictogramas, ou seja simbólos em desenhos figurativos que representem os itens oferecidos. A intenção da lei é proporcionar um atendimento inclusivo às pessoas com TEA.

Também ficou estabelecido que o a Prefeitura de João Pessoa vai poder estabelecer critérios mínimos para o cumprimento da lei, assim como disponibilizar modelos padronizados de pictogramas.

Caso os estabelecimentos comerciais descumpram a determinação, pode haver advertência com prazo para regularização e, persistindo a infração, estará sujeito a multa no valor entre 50 a 100 Unidades Fiscais de Referência do Estado da Paraíba a depender do tamanho do estabelecimento, a qual será aplicada em dobro em caso de reincidência.

entenda as regras para regularização de multas

Por MRNews

Com a suspensão de 3,4 milhões de multas de pedágio eletrônico pelo Governo Federal quem foi afetado pode regularizar sua situação, mas a situação não é automática e exige ação direta de quem foi multado.

Como em qualquer processo de regularização é importante ter registro de comprovantes de pagamento e checar a situação de sua Carteira Nacional de Habilitação após os passos. Outro ponto importante é o prazo: a suspensão é válida por 200 dias, até 16 de novembro. Após essa data quem não regularizar sua situação poderá ser autuado novamente.

Atente também para o fato de que cada autuação por evasão deve ser tratada de forma independente. Embora algumas concessionárias permitam agrupar o pagamento de cobranças em trechos e mesmo em dias diferentes as multas não obedecem a mesma lógica e pendências diferentes podem gerar autuações distintas. Também é importante não deixar passar o prazo de quitação, que é 30 dias após passar o trecho que tem a cobrança eletrônica.

PM faz operação para combater roubos e tráfico na capital paulista

Feira literária resgata história afro-brasileira no bairro do Bixiga

O primeiro passo é o de regularizar a sua situação. Se ainda não o fez, pague os pedágios. Os sites das concessionárias são uma das opções mais acessíveis, mas quem tiver dificuldade pode procurar cabines de cobrança. As concessionárias são obrigadas a dar alternativas de pagamento, inclusive presenciais, conforme a Resolução ANTT Nº 6.079, de 26 de março deste ano. 

Em seguida você deve procurar o órgão responsável pela multa. Em estradas federais a referência é a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT). Para estradas estaduais a referência são os Departamentos Estaduais de Trânsito (Detrans). Você deverá recorrer da multa.

Se você não pagou a multa deve esperar a baixa dos pontos no sistema. O aplicativo CNH Digital é uma boa referência para acompanhar se a pontuação foi retirada da sua carteira.

Caso já tenha pago a multa você tem direito a pedir o valor de volta. Esse pedido ocorre dependendo novamente do órgão que emitiu a multa. Para estradas federais é possível pedir o reembolso pelo portal Gov.br. Nos estaduais é importante procurar a referência nos sites, podendo ser via Detran ou Secretaria da Fazenda). Lembrando que ele não é automático, a correção e devolução depende da iniciativa de quem foi multado. 

Liberdade de imprensa está em queda nas democracias, alerta RSF

Desemprego no 1º trimestre é de 6,1%, o menor já registrado no período

Um fator importante para a devolução é comprovar que você pagou a multa. Vale comprovante bancário, guia quitada, mas tem de ser um documento bancário oficial e precisará ser enviado, normalmente digitalizado. Também é possível enviar cópias físicas, em agências dos correios ou postos presenciais de atendimento das secretarias ou Detrans, mas será necessário se informar de prazos e exigências dos órgãos.

Após o pedido é importante acompanhar os processos. Guarde protocolos e consulte-os regularmente. Não há um prazo estabelecido para a resposta dos órgãos, que podem pedir documentos adicionais ou mesmo novo envio, caso faltem dados importantes ou haja problema para identificar os dados nos comprovantes. 

 

João Pessoa se destaca como cidade mais buscada pelos brasileiros no feriado do Dia do Trabalhador

A partir desta quinta-feira (30) até domingo (03), João Pessoa volta a registrar aumento do fluxo de turistas na cidade, desta vez, por conta do feriado prolongado do Dia do Trabalhador. Levando-se em conta as sextas-feiras e segundas-feiras, o Brasil ainda registrará mais cinco feriados prolongados em 2026 – três na segunda-feira: Independência do Brasil, Nossa Senhora Aparecida e Finados; e dois na sexta-feira: Dia da Consciência Negra e Natal.

Nesses períodos, a injeção de dinheiro na economia da Capital paraibana pode ser percebido na movimentação intensa na rede hoteleira, restaurantes, bares e comércio. Essa movimentação é apontada pelo número de voos extras destinados pelas companhias aéreas que operaram em João Pessoa (Latam, Gol e Azul). Conforme a Aena Brasil, concessionária que administra o aeroporto Presidente Castro Pinto, o equipamento contará com acréscimo de 135 operações entre pousos e decolagens, com disponibilidade de 23.204 assentos e, a partir desta quinta-feira (30).

Esses números reforçam também uma tendência que coloca João Pessoa como uma das cidades turísticas mais procuradas pelos brasileiros. De acordo com dados da Booking.com, empresa de reservas de hospedagem, voos e outros serviços de turismo, os destinos mais buscados por meio da plataforma e que indicam uma combinação de grandes capitais, destinos de clima ameno e cidades litorâneas entre as preferências, colocam a capital paraibana como a quinta mais buscada.

De acordo com Daniel Rodrigues, secretário de Turismo de João Pessoa, esses dados representam, mais uma vez, o resultado exitoso das ações desenvolvidas pela Prefeitura na promoção do destino. A partir da primeira gestão do ex-prefeito Cícero Lucena, com sequência do atual prefeito Leo Bezerra, a Setur-JP tem cumprido uma agenda intensa de participação nas principais feiras de turismo do Brasil, promovido capacitações com os agentes de viagens das maiores operadoras de turismo, além de investir na realização de roadshows pelo Nordeste.

Por outro lado, Daniel Rodrigues enfatizou a política pública da prefeitura desenvolvida por meio de diversas secretarias, promovendo ações nos setores de segurança, limpeza pública, mobilidade e acessibilidade. Na opinião do secretário, não é à toa que João Pessoa tem despertado o interesse dos brasileiros e até de estrangeiros para conhecer a cidade nos feriados e na alta estação. Hoje, afirmou, a cidade tem sido o sonho de moradia das pessoas em função do que ela oferece de bem-estar e tranquilidade.

Próximos feriados prolongados:

Dia do Trabalho: 1º de maio (sexta-feira).

Independência do Brasil: 7 de setembro (segunda-feira).

Nossa Senhora Aparecida: 12 de outubro (segunda-feira).

Finados: 2 de novembro (segunda-feira).

Dia da Consciência Negra: 20 de novembro (sexta-feira).

Natal: 25 de dezembro (sexta-feira).

Prefeitura de São José do Seridó realiza pagamento dos servidores referente ao mês de abril e injeta mais de R$ 851 mil

A Prefeitura de São José do Seridó informou que já realizou o pagamento dos servidores municipais, totalizando o valor de R$ 851.510,44. A medida reforça o compromisso da gestão com o funcionalismo público, reconhecendo a importância dos profissionais que contribuem diariamente para o funcionamento e o desenvolvimento do município.


Segundo a administração municipal, a quitação da folha dentro do prazo — e, em muitos casos, de forma antecipada — é uma das prioridades da gestão, que mantém o equilíbrio financeiro como base para garantir direitos e valorizar os servidores.


Além de beneficiar diretamente os trabalhadores, o pagamento também representa um importante impulso para a economia local. Com a circulação de mais de R$ 855 mil, setores como o comércio e os serviços tendem a ser fortalecidos, promovendo geração de renda e aquecimento das atividades econômicas na cidade.


A gestão municipal destacou ainda que seguirá trabalhando com planejamento e responsabilidade fiscal, assegurando a continuidade dos investimentos e o cumprimento dos compromissos assumidos com a população e com o quadro de servidores.

Idosa encontrada morta após desaparecer em Bayeux é enterrada

Enterro de Milce Daniel Pessoa no cemitério de Bayeux..

Foi enterrada nesta quinta-feira (30) Milce Daniel Pessoa, encontrada morta após desaparecer na Grande João Pessoa. O enterro foi realizado no cemitério de Bayeux.

O corpo da idosa de 72 anos foi encontrado no final da manhã desta quarta-feira (29), em um local de buscas pela idosa desaparecida, em Bayeux, na Grande João Pessoa, e reconhecido por familiares. Milce Daniel Pessoa estava desparecida desde a manhã da quarta-feira (22), após acompanhar um amigo em uma consulta médica.

Por conta do estado em que o corpo foi encontrado, não houve velório, mas um momento de homenagens na capela do cemitério, com a presença de familiares e amigos.

O genro da idosa fez o reconhecimento do corpo e informou à TV Cabo Branco que, apesar do estado avançado de decomposição, características do cadáver batem com a mulher desaparecida, como a roupa, cor das unhas e maçãs do rosto.

O delegado Douglas Garcia responsável pelo caso informou que o corpo ainda vai passar por exames para a confirmação.

“Existem procedimentos primários e secundários para identificação do cadáver. Até o momento foi identificada a cor das unhas, confirmada pelo genro, o vestido verde, uma pulseira que ela usa”.

Buscas foram realizadas em uma região de mata e contaram também com apoio do Corpo de Bombeiros, Polícia Militar e também de cães farejadores.

Amigo conduzido à delegacia

Willis Cosmo, o amigo da idosa desaparecida em Bayeux, na Grande João Pessoa, foi conduzido à delegacia após o corpo ser encontrado em um local de buscas, nesta quarta-feira (24). A informação da condução foi confirmada pela TV Cabo Branco.

O delegado Douglas Garcia informou que o homem foi conduzido à delegacia para a continuidade das investigações.

“Novas perguntas surgem e essas perguntas, obviamente, têm que ser respondidas. E a gente precisa do auxílio de seu Willis porque ele é a pessoa que teve o último contato com ela”.

De acordo com o delegado Douglas García, o homem foi liberado e não é considerado suspeito no caso, sendo ouvido porque foi a última pessoa conhecida que viu a idosa antes do desaparecimento. Ele também ressaltou que exames periciais ainda vão ser feitos e que aguarda o resultado deles para poder falar sobre os próximos passos do inquérito.

Liberdade de imprensa está em queda nas democracias, alerta RSF

Por MRNews

Relatório sobre o ranking da liberdade de imprensa no mundo divulgado nesta quinta (30), pela organização não governamental Repórteres Sem Fronteiras, mostra que a pontuação média de todos os países juntos é a mais baixa dos últimos 25 anos.

Segundo o diretor da entidade para a América Latina, Artur Romeu, a liberdade de imprensa teve queda expressiva também em Estados democráticos.

No levantamento, o Brasil é uma das exceções à regra. Subiu 58 posições desde o ano de 2022. No entanto, a maior parte do mundo enfrenta cenário de dificuldade.

Feira literária resgata história afro-brasileira no bairro do Bixiga

Desemprego no 1º trimestre é de 6,1%, o menor já registrado no período

O representante da entidade defende que os estados democráticos precisam garantir a imprensa livre e plural para assegurar informação de qualidade à sociedade.

Leia abaixo os principais trechos da entrevista com Artur Romeu:

Agência Brasil – A que se deve essa queda generalizada de liberdade de imprensa?

Artur Romeu – A pontuação média de todos os países do mundo juntos é a mais baixa desses 25 anos. Mas isso não significa que a pontuação tenha piorado muito do ano passado para cá. Quando você olha a curva da pontuação, você vê que essa queda no índice é algo constante.

Escala 6×1: jornada menor na Europa manteve empregos e não reduziu PIB

Drones ucranianos atingem instalações petrolíferas russas

Estamos em uma tendência de queda e, neste ano em particular, foi registrado o número mais baixo da série histórica. É um cenário muito ruim que mostra deterioração global das condições para o exercício do jornalismo.

Agência Brasil – Quais são os principais fatores?

Artur Romeu – É um conjunto de crises. Isso é uma crise das democracias no mundo. Se em algum momento da história estivesse mais claro que a liberdade de imprensa estava ameaçada em países que eram abertamente autoritários, o que a gente vê agora é que, mesmo em democracias, há práticas que minam o direito da liberdade de imprensa mais do que antes. Essas práticas têm a ver com assédio e de hostilizações.

Essa identificação do jornalista e dos meios de comunicação como inimigos públicos a serem combatidos vai fincando raízes, contaminando e contagiando um número maior de países, inclusive democracias. A gente vê um cenário de desinformação maior. E esse conjunto de fatores vai criando uma percepção geral de que está mais difícil ser jornalista.

Agência Brasil – Como a sociedade deve entender a importância da liberdade de imprensa?

Artur Romeu – Muitas vezes, a gente entende a liberdade de imprensa como um direito que pertence a jornalistas e meios de comunicação. Mas é fundamental a gente deslocar essa ideia.

A gente tem que valorizar a dimensão coletiva e a dimensão social do direito à liberdade de imprensa, na medida em que eu, como cidadão, preciso de informações de confiança, livres, independentes, íntegras, para tomar decisões importantes para mim, para as minhas escolhas.

Nesse sentido, o direito a uma informação livre, plural, independente, é um direito que pertence à sociedade como um todo. Todos nós precisamos dessa informação. Como direito à saúde, direito à moradia adequada, direito ao trabalho. É um direito vital para nossa participação na vida pública.

Agência Brasil – Nas Américas, vivemos em cenários múltiplos também, com crises de diferentes características, certo?

Artur Romeu – O continente americano tem tido uma deterioração muito significativa. Além de Estados Unidos e Argentina, Peru e Equador são outros países em que a situação piorou muito nos últimos anos. Os discursos públicos de Javier Milei [presidente da Argentina] e também as ações dele, como o fechamento da agência Telan, que era uma das maiores agências públicas de notícias da América Latina mostram isso. Ele fechou, na semana passada, a Casa Rosada para jornalistas.

No Equador e no Peru, houve jornalistas assassinados no ano passado. No Equador, também há um momento de instabilidade política com declarações sucessivas de estados de exceção e toques de recolher. O México é o país mais violento. É o país onde mais se matou jornalistas na América nos últimos 20 anos. Mais de 150 jornalistas assassinados desde 2010. É um país que segue baixo no ranking por conta de um cenário de violência extrema contra a imprensa em muitos estados mexicanos, mas que não teve grandes variações.

Agência Brasil – A Repórteres Sem Fronteiras faz recomendações para reverter essa tendência de queda na liberdade de imprensa?

Artur Romeu – É fundamental que haja uma valorização do trabalho jornalístico do ponto de vista realmente dos governos. O ranking não é uma avaliação de governos, mas sim das condições que estão colocadas, nas quais os governos têm um papel também fundamental.

O ponto central aqui em termos de recomendação é que, durante muito tempo, alguns atores entenderam que a garantia da liberdade de imprensa se dá apenas pela ausência de ingerência ou de interferência de governos.

O ponto é que isso não é suficiente. O governo não deve somente se abster de interferir como agentes de censura. Eles têm que proativamente agir para garantir um ambiente mais favorável ao jornalismo. Isso significa desenvolver políticas públicas e regulações que vão fortalecer essa possibilidade.

A gente precisa de novas legislações de regulação das plataformas e da inteligência artificial. A gente precisa de mecanismos de proteção. É necessário um conjunto de leis de fomento ao jornalismo com mais pluralismo e diversidade na mídia e com leis de incentivos

João Pessoa lidera crescimento na geração de empregos no Nordeste com alta de 7,12% em 12 meses

A cidade de João Pessoa liderou o crescimento na geração de empregos no Nordeste, com alta de 7,12%, em março, considerando os últimos 12 meses. Conforme o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados pelo Ministério do Trabalho na tarde desta quarta-feira (29), foram registrados em março, na capital paraibana, 1.802 novos postos de trabalho, saldo resultante de 11.849 admissões e 10.047 desligamentos.

Com a geração de empregos no mês de março, o estoque total de trabalhadores com carteira assinada na cidade aumentou para 230.620 pessoas. Em comparação com o mês de fevereiro, quando foram gerados 1.211 empregos, o crescimento foi de 48%.

Para o secretário-executivo de Desenvolvimento Econômico e Trabalho da Prefeitura de João Pessoa, João Bosco, diversos fatores econômicos explicam o excelente momento econômico da cidade, que consolida-se como o principal motor da economia estadual e referência na região Nordeste.

“A força da Capital fica evidente quando comparada ao desempenho do estado: enquanto João Pessoa gerou 1.802 vagas, o estado da Paraíba como um todo registrou um saldo de 903 postos, o que demonstra que a Capital foi a responsável por sustentar o balanço positivo estadual, compensando retrações em outras regiões”, comentou João Bosco.

No recorte do mês de março, o estoque total de trabalhadores cresceu 0,79% em João Pessoa, praticamente empatado com Salvador (0,80%), que liderou no cenário nordestino. Já em relação a números absolutos, a liderança ficou com Salvador (5.618), Teresina (1.927) e João Pessoa (1.802).

Setores – Em março, o setor de serviços liderou a geração de empregos, com saldo de 1.387 novos postos de trabalho. Em seguida, estão comércio (202), construção civil (153) e indústria (69). Apenas a agropecuária apresentou uma leve retração, com saldo negativo de nove empregos.

Na avaliação do secretário-executivo de Desenvolvimento Econômico e Trabalho, a diversificação econômica tem sido a chave para os números expressivos. “De acordo com o levantamento, os setores de Serviços e Construção Civil continuam sendo importantes propulsores da empregabilidade na Capital, refletindo o aquecimento imobiliário e a expansão do setor terciário na cidade”, afirmou.

Polo atrativo – Para ele, o cenário reafirma João Pessoa como um polo atrativo para investimentos e um ambiente favorável para a geração de renda, mantendo uma trajetória de crescimento constante e superior às demais metrópoles da região.

“Os números não são fruto do acaso, mas sim da consistência de um modelo de gestão que prioriza quem gera emprego e renda. O saldo positivo e a liderança no Nordeste demonstram a confiança inabalável que o setor produtivo possui hoje no ambiente de negócios de João Pessoa”, destacou.

Modernização administrativa – João Bosco destacou que o momento é de colher os frutos da modernização administrativa da Prefeitura de João Pessoa. “Com a edição do Decreto nº 11.258, de 26 de março de 2026, consolidamos nossa Capital como uma das três cidades do Brasil a elevar ao máximo o padrão de simplicidade na abertura de empresas. Estamos em total consonância com a Lei de Liberdade Econômica (Lei nº 13.874/19), eliminando travas e provando que um governo ágil e desburocratizado é o melhor parceiro do desenvolvimento social e econômico”, enfatizou.

O secretário-executivo contextualizou que, quando o ambiente de negócios é otimizado, isto acarreta na atração de empresas de fora com a utilização de mão de obra local, ampliando a geração de novos postos de trabalho.

Perspectivas – Conforme João Bosco, o nível do emprego deve se manter alto nos meses seguintes, com um pico no mês de junho, por conta do São João, podendo estender-se para julho também. “Por questões sazonais, com a proximidade dos festejos de final de ano, acreditamos que em outubro e novembro, o desempenho pode ser ainda maior”.

Brasil – O País gerou, em março deste ano, um total de 228.208 postos de trabalho com carteira assinada, resultante de 2.526.660 admissões e 2.298.452 desligamentos. O nível do emprego foi positivo em 24 unidades federativas. Os maiores resultados absolutos foram registrados em São Paulo (67.876 postos), Minas Gerais (38.845) e Rio de Janeiro (23.914). Com isso, o estoque de empregos com carteira assinada chega a 49.082.634 vínculos.

Hospital Metropolitano realiza primeiro transplante cardíaco de 2026 e devolve esperança a paciente de 47 anos — Governo da Paraíba

O mês de abril termina com emoção, esperança e recomeço no Hospital Metropolitano Dom José Maria Pires (HMDJMP), em Santa Rita. A unidade do Governo da Paraíba, gerenciada pela Fundação Paraibana de Gestão em Saúde (PB Saúde), realizou, nessa quarta-feira (29), o primeiro transplante cardíaco de 2026. Cosmo Braz, o paciente que ganhou um novo coração, tem 47 anos de idade e celebra o começo de uma nova vida.

Morador de João Pessoa, Cosmo enfrentava um quadro grave de insuficiência cardíaca descompensada, provocado por uma miocardiopatia isquêmica. Há quase um ano em acompanhamento com a equipe especializada do Hospital Metropolitano, ele foi incluído na lista de transplante cardíaco após sucessivos agravamentos no seu estado de saúde e internações frequentes.

De acordo com Tauanny Frazão, cardiologista e coordenadora do Ambulatório de Transplante do Hospital Metropolitano, o momento representa uma vitória para toda a equipe e, principalmente, para o paciente. “Hoje é o grande dia do nosso paciente Cosmo, o primeiro transplante de 2026 e estamos muito felizes. Cosmo é um guerreiro, um paciente que acompanhamos desde 2025 aqui no nosso ambulatório especializado em transplante cardíaco”, afirmou.

A cardiologista explicou que o quadro do paciente era extremamente delicado. “Ele é portador de uma miocardiopatia dilatada e a fração de ejeção dele é apenas 17%. Então o coração dele bate realmente muito menos do que deveria e isso o levou, sobretudo nas últimas semanas, a múltiplos internamentos. O quadro dele estava evoluindo muito rapidamente, então estamos muito felizes que esse grande dia chegou para dar a Cosmo uma nova história, uma nova esperança e com certeza uma nova vida”, enfatizou.

O transplante foi possível graças à doação de órgãos realizada por uma família que, mesmo em meio à dor da perda, autorizou a doação do coração de um homem de 35 anos, após morte encefálica confirmada. Emocionado, Cosmo falou sobre o impacto do momento em que recebeu a ligação confirmando que havia um órgão compatível. “Primeiramente agradeço a Deus, segundo à família doadora que teve essa atitude tão bonita. No momento em que eu recebi a ligação foi uma explosão de emoção”, lembrou.

Cosmo relembrou os momentos difíceis vividos durante o tratamento, incluindo a perda da esposa, que o acompanhava durante a internação. “Minha esposa foi muito parceira nos momentos mais difíceis”, contou, emocionado. Ao falar sobre o futuro, ele mencionou sua filha de 15 anos, e o desejo de retomar a vida ao lado dela. “O que eu mais gostaria é poder abraçar minha filha, dar todo carinho a ela e fazer algo diferente”.

O paciente também destacou o acolhimento e o suporte recebidos durante toda a sua trajetória no Hospital Metropolitano. “O suporte aqui é excelente, Começando pela pessoa que faz a limpeza, os enfermeiros, os médicos, os melhores estão aqui. Eu sou muito grato a eles. Aqui se tornou minha segunda casa”, observou.

A emoção também tomou conta da família. Telma Maria, irmã de Cosmo, falou sobre o sentimento de gratidão e respeito à família doadora. “Eu não tenho nem palavras, porque a gente sabe como é difícil perder um ente querido. Por isso, só tenho a agradecer a essa família. Que Deus proteja todos”, declarou.

Para a coordenadora da Comissão Intra-Hospitalar de Doação de Órgãos e Tecidos para Transplante do Metropolitano (CIHDOTT), Patrícia Monteiro, o transplante representa um marco construído a partir de um gesto de amor. “Nada disso seria possível sem o ‘sim’ da família doadora. Em meio à dor, esse gesto transforma o sofrimento em esperança para o paciente que aguardava na fila de transplante cardíaco. Um ato nobre de amor, generosidade e solidariedade, que proporcionou uma nova chance de vida e transformou a história de mais um paciente”, destacou.

De acordo com Maurílio Onofre, cirurgião cardiovascular responsável pelo procedimento, o transplante representa um momento de grande responsabilidade para todos os profissionais envolvidos. “Hoje nós estamos realizando mais um transplante no Hospital Metropolitano. É uma honra e uma responsabilidade muito grande para todos nós da equipe, não só a equipe cirúrgica, mas todos que participam desse processo, desde a identificação do possível doador, junto à Central Estadual de Transplantes”, ressaltou.

O cirurgião enfatizou, ainda, o impacto que o transplante proporciona ao paciente e às pessoas ao seu redor. “Para nós, é sempre um momento de muita responsabilidade, mas também de bastante alegria, porque vamos oferecer uma nova qualidade de vida a um paciente que estava extremamente limitado nas atividades do dia a dia. E essa nova vida não é só dele, mas também de todos que o cercam”, completou.

Desde 2022, o Hospital Metropolitano realizou 21 transplantes cardíacos, sendo nove apenas em 2025, incluindo um pediátrico. A unidade é a única da rede pública da Paraíba habilitada para o procedimento em adultos e conta com estrutura moderna, equipe especializada e articulação com a Central Estadual de Transplantes, o Corpo de Bombeiros e a rede hospitalar estadual.

 

Comerciantes protestam e interditam via no Mercado Central de João Pessoa

Antônio Vieira/TV Cabo Branco

Comerciantes do Mercado Central realizaram um protesto na manhã desta quinta-feira (30), no Centro de João Pessoa, contra a retirada dos pontos comerciais onde trabalham. Durante o ato, o grupo montou barricadas e ateou fogo em pneus e madeiras para bloquear o trafêgo de veículos na região.

Em nota, a Secretaria Municipal de Desenvolvimento e Urbanismo (Sedurb) disse que, na próxima segunda-feira (04), às 10h, haverá uma reunião com representantes de 30 comerciantes do Mercado que foram notificados para deixar o local e com a empresa que está executando a obra; além de representantes da Sedurb e Secretaria Municipal de Infraestrutura (Seinfra). Na ocasião, serão indicados espaços em outros mercados públicos, shoppings populares ou praças, para que estes comerciantes possam ocupar temporariamente até a conclusão da reforma.

O protesto ocorreu na Rua Rodrigues de Carvalho, no cruzamento com a Avenida Pedro II. O trânsito ficou completamente bloqueado nessas vias. A Polícia Militar e a Guarda Municipal foram acionadas para acompanhar a ocorrência.

A mobilização está relacionada às obras de reforma do Mercado Central. Em dezembro de 2025, o prefeito Cícero Lucena assinou a ordem de serviço para a requalificação e ampliação do espaço. O projeto prevê investimento de R$ 31,9 milhões, com conclusão estimada até o fim de 2027.

LEIA TAMBÉM:

Segundo os comerciantes, eles ocupavam a área onde será construída uma garagem prevista no projeto. O grupo afirma que foi informado de que teria 72 horas para desocupar o local, sem indicação de um espaço alternativo para continuar trabalhando.

A comerciante Elisabeth Araújo, dona de um bar na área, relatou que os fiscais comunicaram apenas o prazo para saída. “Os fiscais chegaram aqui dando 72h para a gente sair do Mercado Central, mas não disseram que tem um local pra gente trabalhar. Não tem lugar pra gente. Eu pago aluguel. Tenho uma filha. Como a gente fica? A gente só quer trabalhar”, afirmou.

Desemprego no 1º trimestre é de 6,1%, o menor já registrado no período

Por MRNews

A taxa de desemprego no primeiro trimestre do ano ficou em 6,1%. O indicador fica acima do registrado no quarto trimestre de 2025 (5,1%), porém é a menor taxa de desocupação para um primeiro trimestre desde 2012, quando começou a série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua.

Nos três primeiros meses do ano passado, o desemprego tinha marcado 7%. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (30) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), no Rio de Janeiro.

Desde o trimestre encerrado em maio de 2025, a taxa de desemprego não ultrapassava 6%. No trimestre móvel encerrado em fevereiro de 2026, a taxa de desocupação foi de 5,8%.

Escala 6×1: jornada menor na Europa manteve empregos e não reduziu PIB

Drones ucranianos atingem instalações petrolíferas russas

No entanto, o IBGE não recomenda comparação em meses imediatamente seguidos, pois há sobreposição de dados. Por exemplo, os números de fevereiro se repetem nas duas últimas divulgações da pesquisa. Por isso, o instituto prefere fazer comparações com o quarto trimestre de 2025.

Trabalhadores

O primeiro trimestre de 2026 terminou com 6,6 milhões em busca de emprego. É a chamada população desocupada. O contingente é 19,6% superior (1,1 milhão de pessoas) ao do quarto trimestre de 2025, porém fica 13% a menos que o primeiro trimestre de 2025.

No mesmo trimestre, o total de ocupados chegou a 102 milhões de pessoas, 1 milhão a menos que no último trimestre de 2025 e 1,5 milhão acima do contingente do primeiro trimestre do ano passado, ou seja, comparação anual.

Comportamento sazonal

O comportamento do mercado de trabalho no primeiro trimestre foi marcado por características sazonais, ou seja, típicas do período do ano, como explica a coordenadora de pesquisas domiciliares do IBGE, Adriana Beringuy.

Milena discute com Cowboy em festa da Globo e emissora toma decisão imediata nos bastidores

Operação Contenção: Defensoria do Rio quer acesso a câmeras e perícias

“A redução do contingente de trabalhadores ocorreu em atividades que, tipicamente, apresentam esse comportamento; seja devido à tendência de recuo no comércio nesse período do ano; seja pela dinâmica de encerramento de contratos temporário nas atividades de educação e saúde no setor público municipal.”

De todos os 10 agrupamentos de atividades apurados pelo IBGE, nenhum apresentou crescimento de ocupados, e três tiveram queda: comércio (1,5%, ou menos 287 mil pessoas ocupadas), administração pública (2,3%, ou menos 439 mil pessoas) e serviços domésticos (2,6%, ou menos 148 mil pessoas).

Queda na informalidade

Apesar de a taxa de desocupação ter aumentado no primeiro trimestre de 2026 em relação ao último trimestre de 2025, o Brasil vivenciou redução da informalidade.

No trimestre encerrado em março, a taxa de informalidade foi de 37,3% da população ocupada, o que equivale a 38,1 milhões de trabalhadores informais, ou seja, sem direitos trabalhistas garantidos.

No fim de 2025, a taxa era de 37,6%, enquanto no primeiro trimestre de 2025 era 38%.

O número de empregados com carteira assinada no setor privado ficou em 39,2 milhões, sem variações significativas no trimestre, mas subindo 1,3% (504 mil pessoas a mais) em um ano.

O contingente de trabalhadores sem carteira no setor privado teve retração de 2,1% (menos 285 mil pessoas) no trimestre, chegando a 13,3 milhões. Em um ano, houve estabilidade, isto é, sem mudança estatística significativa.

O número de trabalhadores por conta própria ficou estável no trimestre: 26 milhões. Em comparação ao primeiro trimestre de 2025, houve alta de 2,4% (607 mil pessoas a mais).

Pnad

A pesquisa do IBGE apura o comportamento no mercado de trabalho para pessoas com 14 anos ou mais e leva em conta todas as formas de ocupação, seja com ou sem carteira assinada, temporário e por conta própria, por exemplo. Pelos critérios do instituto, só é considerada desocupada a pessoa que efetivamente procurou uma vaga 30 dias antes da pesquisa. São visitados 211 mil domicílios em todos os estados e no Distrito Federal.

A Pnad é divulgada no dia seguinte a outro indicador de comportamento do mercado de trabalho, o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), elaborado pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) e que acompanha apenas o cenário de empregados com carteira assinada.

De acordo com o Caged, março apresentou saldo positivo de 228 mil vagas formais. Em 12 meses, o balanço é positivo em 1,2 milhão de postos com carteira assinada.