Hospital Dia inicia cirurgias de fístula arteriovenosa e amplia cuidado aos pacientes renais

A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) deu início, nesta quinta-feira (30), à realização das primeiras cirurgias de confecção de fístula arteriovenosa (FAV) em Nefrologia no Hospital Dia Irmã Beatriz Fragoso. Os pacientes atendidos são acompanhados pelo Centro Municipal de Nefrologia (CMN) e passam a contar com uma assistência ainda mais especializada que amplia a qualidade e a segurança do tratamento.

A realização dos procedimentos tem como objetivo melhorar o acesso vascular dos pacientes em hemodiálise, priorizando a fístula arteriovenosa, considerada o método mais seguro e confortável para a realização da diálise.

O secretário municipal de Saúde, Luis Ferreira, destaca que a iniciativa fortalece a rede de atenção especializada e amplia a resolutividade dos serviços. “A implantação das cirurgias de fístula arteriovenosa no Hospital Dia representa um avanço significativo na qualificação do cuidado aos pacientes renais. Estamos investindo em estratégias que garantam mais segurança, eficiência e dignidade no tratamento, reduzindo riscos e melhorando a qualidade de vida desses usuários. Esse é mais um passo no compromisso da gestão em ampliar o acesso a serviços especializados e fortalecer a nossa rede de saúde”, frisou.

O cirurgião vascular do Centro Municipal de Nefrologia, Dr. Antônio Vasconcelos, explica que a implantação da FAV representa um avanço importante na assistência. “Nosso objetivo é substituir, gradativamente, o uso de cateteres, reduzindo riscos e proporcionando mais conforto e dignidade no dia a dia desses pacientes”, explica.

Antes da cirurgia, os pacientes passam por uma avaliação prévia com uma equipe multidisciplinar, já consolidada pelo serviço do CMN. A implementação do procedimento no Hospital Dia fortalece a rede de atenção especializada e representa mais um avanço na assistência aos pacientes renais, garantindo mais qualidade de vida, segurança e dignidade durante o tratamento.

O médico Antônio Vasconcelos explica ainda que a fístula arteriovenosa é um tipo de acesso criado a partir da ligação entre uma artéria e uma veia, geralmente no braço. Após o procedimento, é necessário um período médio de cerca de seis semanas para que a fístula amadureça e esteja apta para uso na hemodiálise. Durante esse intervalo, o paciente segue realizando o tratamento por meio do cateter.

“Após a maturação e avaliação do funcionamento da fístula, o cateter pode ser retirado, reduzindo significativamente os riscos de infecção e complicações, além de melhorar o conforto do paciente, já que a fístula fica sob a pele e não exposta, como ocorre com o cateter”, destaca o cirurgião vascular do Centro Municipal de Nefrologia.

Entre os pacientes beneficiados está Carlos Augusto, de 55 anos, que realiza hemodiálise há um ano e três meses, três vezes por semana, com sessões de quatro horas diárias, após complicações renais decorrentes de uma parada cardíaca. “Eu já tentei a fístula antes, mas não deu certo e precisei voltar para o cateter. Agora, depois de uma nova avaliação da equipe, o médico viu a possibilidade de tentar novamente, e estou confiante. Com a fístula, dá para ir à praia, piscina, ter uma dinâmica no dia a dia que fica bem melhor. Estou bem animado”, relata o morador do bairro dos Bancários.

Os procedimentos para confecção de fístula arteriovenosa são realizados com anestesia local e breve período de observação, permitindo que o paciente receba alta no mesmo dia, sem necessidade de internação na maioria dos casos.

Evento reúne estudantes e profissionais da comunicação com foco nas tendências do mercado

Ao longo de dois dias, o evento contará com palestras, painéis e workshops.. Divulgação

Nos dias 5 e 6 de maio (manhã e noite), o Centro Universitário UNIESP, em João Pessoa, recebe o TRENDZ, evento acadêmico gratuito voltado para comunicação, criatividade e mercado. A proposta é reunir estudantes e profissionais para discutir as transformações da área e os caminhos que estão moldando o futuro da comunicação.

Com o conceito “Entenda o hoje, crie o amanhã”, o TRENDZ nasce a partir de um olhar direto para as tendências atuais. O próprio nome do evento carrega esse posicionamento: o “Z” faz referência à Geração Z, que já atua como público, objeto de estudo e também como protagonista na criação de conteúdo e no mercado criativo.

Ao longo de dois dias, o evento contará com palestras, painéis e workshops, abordando temas como televisão, marketing político, IA nas profissões, mercado wellness, marketing gastronômico, IA na criação de marcas, regulamentação na publicidade, marketing de moda, audiovisual, marketing de influência e criação de conteúdo mobile.

“O TRENDZ surge da vontade de conectar o que a gente aprende em sala com o que já está acontecendo no mercado. É um evento construído por estudantes, mas com um olhar estratégico, baseado em dados, atento às tendências e ao comportamento da nova geração da comunicação”, afirma Lara Lobo, coordenadora geral do projeto.

Da sala de aula para o mercado: um projeto construído por estudantes

Organizado por estudantes do curso de Publicidade e Propaganda do UNIESP, o TRENDZ é um projeto desenvolvido dentro da disciplina de Produção de Eventos e busca aproximar a formação acadêmica das demandas reais do mercado.

“O TRENDZ nos permite acompanhar de perto o desenvolvimento dos alunos em um contexto real de mercado. Eles colocam em prática os conhecimentos construídos em sala e desenvolvem competências fundamentais como liderança, gestão de pessoas e produção de conteúdo”, afirma André Luiz Felisberto, professor orientador do projeto.

Rede Paraíba conecta TV, digital e novas narrativas no TRENDZ

A Rede Paraíba de Comunicação chega ao TRENDZ assinando o painel “Novas formas de se fazer televisão”, com Amanda Couto (Coordenadora de Produtos e Soluções de Publicidade), Denise Delmiro (jornalista e apresentadora do JPB1) e Beatriz Freire (jornalista e apresentadora do Minha Paraíba), trazendo uma conversa leve e prática sobre como a TV vem se reinventando e dialogando com o público de hoje.

Além disso, o evento também conta com um Workshop de Criação de Conteúdo Mobile assinado Qual a Boa, com Thayane Moreira (Supervisora de Conteúdo na TV Cabo Branco), Renata Borges (Head Digital na Rede Paraíba de Comunicação) e Bianca Menezes (storymaker e social media), compartilhando na prática como nasce o conteúdo mobile e as estratégias por trás das redes sociais da emissora.

Todo mundo entrando na Trend

O evento tem expectativa de reunir cerca de 600 participantes ao longo dos dois dias, em um ambiente que conecta estudantes e profissionais em formação com o mercado criativo. O UNIESP, instituição que sedia o evento, conta atualmente com cerca de 7 mil alunos, reforçando o potencial de alcance e impacto da iniciativa.

“Cuidamos de cada detalhe operacional para que o TRENDZ entregue uma experiência profissional e sem falhas, conectando as necessidades do evento com a realidade do mercado.” , garante Yumi Osawa, Coordenadora organizacional do evento.

Evento gratuito com grandes nomes e valor real

A programação contará com a participação de grandes nomes do mercado, e a line-up já está sendo divulgada nas redes sociais oficiais do evento, no Instagram @trendzuniesp, onde também é possível acompanhar todos os detalhes da programação.

As inscrições são gratuitas e a presença garante horas complementares para todos os presentes. O evento convida o público a participar de uma experiência que combina aprendizado, conexão e visão de futuro. Todas as informações, atualizações e novidades podem ser acompanhadas no Instagram @trendzuniesp.

Entre nessa trend e garanta sua inscrição no site.

SEMEC faz evento ”Café com Afeto” dedicado as mães atípicas de São José do Seridó

A Secretaria Municipal de Educação e Cultura (SEMEC) de São José do Seridó (RN) promoveu, por meio do Centro Escolar de Apoio Multidisciplinar e Educação Inclusiva (CEAME), o evento “Café com Afeto”, voltado às mães atípicas do município. A iniciativa teve como objetivo proporcionar um momento de acolhimento, escuta e troca de experiências, reforçando o papel da rede pública no apoio às famílias.




Durante o encontro, as participantes puderam compartilhar suas histórias e desafios em um ambiente de descontração e empatia. A programação contou com roda de conversa, dinâmicas de integração e atividades voltadas ao fortalecimento emocional. O CEAME oferece suporte contínuo por meio de profissionais como assistente social, psicólogo e assistente da área de Psicologia.


A secretária municipal de Educação, Juliana Andrea, destacou a importância do momento. Segundo ela, ações como essa reafirmam o compromisso da gestão com a inclusão e o cuidado não apenas com os alunos, mas também com suas famílias. “É fundamental que essas mães se sintam acolhidas e saibam que não estão sozinhas nessa caminhada”, enfatizou.


O evento buscou ainda evidenciar a necessidade de que as escolas atuem de forma integrada no apoio às mães atípicas, reconhecendo o papel fundamental que desempenham como exemplos de dedicação, amor e resiliência.

Brasil abriga mais de 2 milhões de imigrantes, refugiados

Por MRNews

O Brasil abriga pouco mais de 2 milhões de imigrantes internacionais entre residentes, temporários, refugiados e solicitantes de reconhecimento da condição de refugiado, de 200 nacionalidades diferentes, presentes em todas as unidades da federação. Venezuelanos, haitianos, cubanos e angolanos são os grupos em destaque. Estima-se a residência de 680 mil venezuelanos no Brasil no início de 2026, com participação em maior número de mulheres e crianças (0 a 14 anos).

Os dados constam no 12º Relatório Anual do Observatório das Migrações Internacionais (OBMigra) – “Política Migratória no Brasil: evidências para gestão de fluxos e políticas setoriais”. O documento foi apresentado nesta quinta-feira (30) pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), em Brasília, traz diversas recomendações para a efetiva integração destes públicos à sociedade brasileira.

O levantamento tem o objetivo de subsidiar a implementação da nova Política Nacional de Migrações, Refúgio e Apatridia (PNMRA), editada no fim do ano passado (decreto nº 12.657/2025), que substituiu a Lei de Migração de 2017.

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As análises incluíram aspectos em relação à evolução na intensidade dos fluxos migratórios, pontos de entrada no Brasil, composição por sexo e idade, distribuição espacial nas unidades da federação e a estratégia de regularização desses grupos no país.

Os resultados também analisaram a situação de migrantes, refugiados e apátridas sob os seguintes eixos: trabalho, educação, proteção social e governança local.

Política brasileira acolhedora

O atual representante da Agência da Organização das Nações Unidas (ONU) para Refugiados (Acnur) no Brasil, Davide Torzilli, afirma que os dados públicos atualizados ajudam a enfrentar desafios mundiais e regionais desta temática.

“Quero destacar o compromisso [do Brasil] em fortalecer continuamente sua base de dados públicos como forma de garantir que informações qualificadas, transparentes sobre refugiados ou pessoas deslocadas à força e apátridas para que sejam mantidos e aprimorados. Dados confiáveis nos ajudam a responder ao desafio contemporâneo da mobilidade humana.”   

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Davide Torzilli reforçou que a nova política nacional é única no mundo e que o Brasil tem, de maneira consistente, afirmado seu compromisso com a governança do sistema de proteção social baseado em direitos humanos, cooperação internacional e responsabilidades compartilhadas.

A apresentação deste relatório antecede a participação da delegação brasileira na reunião agendada pelas Nações Unidas, em Nova York (EUA), na próxima semana, no para debater o Pacto Global para a Migração Segura, Ordenada e Regular.

O diretor do departamento de Migrações do Ministério da Justiça e Segurança Pública, Victor Semple, afirmou que o governo federal recentemente formulou o Plano Nacional de Imigração Refúgio, e Apatridia, previsto na nova política nacional.

“O governo federal reafirma o compromisso do governo com essa pauta e a vocação do Brasil, enquanto país acolhedor. Também confirma a perspectiva de inclusão nas políticas de governo.”

Trabalho e renda

No lançamento do relatório, o ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, enfatizou que a busca por trabalho é o principal motor da migração global e o vetor essencial para a integração do estrangeiro na sociedade.

Ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil

“O trabalho não é apenas fonte de renda; é o que permite ao migrante construir vínculos e exercer plenamente sua cidadania”, disse o ministro.

O 12º Relatório Anual do OBMigra aponta que o fluxo de trabalhadores migrantes no mercado de trabalho formal no Brasil aumentou 54%, entre 2023 e 2025. O número de trabalhadores imigrantes com carteira assinada superou os 414,96 mil vínculos, em 2025.

Neste universo, 43% estão concentrados na produção industrial (especialmente no setor de abate de animais na região Sul).

Na comparação com pedidos de residência para trabalhar no Brasil, entre 2022 e 2024, o aumento foi de 68%, indicando mais oportunidades de trabalho no país.

“Isso se deve a maior demanda por mão de obra de migrantes no Brasil, já que o país vive hoje um contexto de pleno emprego”, afirmou o Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP).

Sobre as principais nacionalidades, em 2025, o mercado formal de trabalho brasileiro contava com mais de 201 mil trabalhadores venezuelanos. Os haitianos vieram em seguida, com um crescimento de 20,4% entre 2023 e 2025, com o total de 51,2 mil haitianos formalmente contratados, no ano passado. Já os cubanos, aparecem na terceira posição com 30,7 mil trabalhadores formais.

Porém, o documento destaca que muitos imigrantes com ensino superior sofrem com a inconsistência de status e ocupam cargos de baixa qualificação e renda e, consequentemente, com menores rendimentos.

Frente à situação, o relatório recomenda ao poder público, entre outros, a promoção do reconhecimento de diplomas, a intermediação de mão de obra qualificada e a redução de barreiras institucionais e educacionais com o objetivo de melhorar a alocação ocupacional.

As informações do panorama atualizado das migrações internacionais também mostram que a maioria absoluta dos trabalhadores domésticos migrantes está na informalidade, ou seja, sem carteira assinada. Em 2024, 78,8% dos trabalhadores domésticos estavam sem carteira (1.184), enquanto apenas 21,2% tinham carteira assinada (318).

O estudo usou a base de dados da Relação Anual de Informações Sociais (RAIS) do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) e os dados da Coordenação de Imigração Laboral (CGIL) do MJSP.

O ministro Luiz Marinho alertou que a falta de organização nessa inserção pode gerar riscos elevados de exploração e trabalho análogo à escravidão, o que prejudica todo o mercado ao permitir a concorrência baseada na redução de direitos. Para acompanhamento destas situações, o titular da pasta lembrou da retomada do Conselho Nacional de Imigração e combate à exploração laboral, na atual gestão federal.

Marinho pontuou ainda que a estratégia de interiorização de migrantes no país somente será bem-sucedida, se for acompanhada de qualificação.

“Interiorizar com trabalho precário não resolve o problema, apenas o desloca. Interiorizar com qualificação inclusão produtiva ao contrário: gera desenvolvimento local, fortalece as economias regionais e promove a integração social.”

Proteção social

No campo da proteção social, o relatório evidencia a relação entre mobilidade internacional e vulnerabilidade socioeconômica.

O documento constata o aumento expressivo de migrantes inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais do governo federal, entre 2023 e 2024. O número de migrantes cadastrados no CadÚnico cresceu de 562.687 para 650.683, no período.

No perfil sociodemográfico da população migrante cadastrada, a predominância é feminina (55,6%, em 2024).

Com relação à idade, os dados do CadÚnico indicam crescimento mais acentuado no número de migrantes crianças e adolescentes de 0 a 17 anos que passou de 159.011, em 2023, para 188.531, em 2024. Alta de 18,6%, em apenas um ano.

Esse resultado evidencia a ampliação de famílias migrantes com crianças no sistema de assistência social. O relatório reforça “a necessidade de articulação entre políticas de assistência social, educação e proteção à infância.

O relatório indica maior acesso a programas sociais, como Bolsa Família. Em 2023, do total de 562.687 migrantes cadastrados no CadÚnico, 302.497 eram beneficiários do Bolsa Família, enquanto 260.190 não recebiam o benefício.

Por isso, o relatório recomenda:

·  reduzir o tempo entre cadastramento e acesso a benefícios, por meio da ampliação da transparência e comunicação sobre critérios e etapas;

·  aperfeiçoar mecanismos de monitoramento e gestão das filas de acesso a programas sociais.

Localização

Os dados do CadÚnico evidenciam uma forte concentração da população migrante cadastrada em um conjunto reduzido de unidades da federação, com destaque para grandes centros econômicos e estados estratégicos do ponto de vista migratório.

Três estados concentram parcela expressiva do total de migrantes registrados no país. Em 2024, São Paulo manteve-se como o estado com o maior número de migrantes cadastrados, totalizando 140.033 registros, seguido por Paraná (102.046) e Roraima (86.845).

Também se destacaram, em 2024, como polos de atração econômica e permanência da população migrante os estados de Santa Catarina (71.055) e Rio Grande do Sul (61.386).

Educação

O eixo dedicado à educação, o estudo confirma o crescimento consistente das matrículas de estudantes imigrantes na educação básica entre 2010 e 2024 e evidencia a ampliação do acesso ao direito à educação.

No período, o número de matriculados nas três etapas da educação básica, somado ao número de imigrantes nas modalidades educação profissional técnica de nível médio e na Educação de Jovens e Adultos (EJA), passou de 41.916 para 224.924 estudantes, resultando em um aumento de 437%.

Desde 2010, o número de migrantes em instituições de ensino superior cresceu 77,5%. Saltou de 16.696, em 2010, para 29.635 pessoas matriculadas, em 2023.

No entanto, mesmo com a consolidação da presença migrante nas políticas públicas de educação, o estudo conclui que existem desafios relativos à inclusão linguística, à adaptação pedagógica e à capacidade institucional dos sistemas educacionais locais.

E mesmo a escola sendo considerada um espaço central de socialização e mobilidade social, também é local de reprodução de desigualdades estruturais.

Diante dos fatos, o estudo recomenda que as instituições educacionais, sejam elas de ensino básico ou superior, propiciem “espaços de diálogos, vivências e aprendizagem ancorados no respeito à dignidade humana.”

E nas escolas públicas municipais e estaduais, deve-se garantir a cobertura suficiente para a incorporação do público migrante, adequada às demandas locais.

Já na educação superior, devem ser considerados aspectos como alimentação, moradia, saúde e trabalho para promover o acesso e permanência dos estudantes imigrantes, refugiados e apátridas.

Governança local

No Brasil, a política migratória é de responsabilidade da União, mas, em grande parte quem oferece os serviços públicos (escolas, postos de saúde, assistência social), são as gestões estaduais e municipais.

Por isso, o relatório também foca nos maiores desafios da gestão pública de melhorar o atendimento real na ponta, sobretudo, no município onde o migrante vive.

O documento propõe que haja uma colaboração técnica e financeira mais clara entre os três níveis de governo (federal, estadual e municipal) para que sejam criadas estruturas permanentes e preparadas para atender a população migrante, refugiada e solicitante de refúgio no país, de forma justa em todo o território nacional.

“A consolidação da política migratória nacional, especialmente no eixo da integração, depende do fortalecimento do pacto federativo, da governança local, da institucionalização das respostas municipais e da construção de mecanismos que garantam sustentabilidade, equidade territorial e efetividade no acesso a direitos para migrantes e refugiados no Brasil”, conclui o relatório.

O texto do relatório recomenda a ampliação das políticas de acolhimento e interiorização de migrantes para além de Roraima, ponto de entrada de pessoas vindas da Venezuela.

Conheça os relatórios anuais do OBMigra aqui.

 

Prefeitura realiza evento para modernização da gestão pública por meio da tecnologia e inovação

O Conexão GovTech – Edição Paraíba reuniu gestores e especialistas, nesta quinta-feira (30), na Estação Cabo Branco – Ciência, Cultura e Artes, para discutir temas voltados à modernização da gestão pública por meio da tecnologia e inovação. O evento foi promovido pela Prefeitura de João Pessoa, por meio da Unidade Municipal de Tecnologia da Informação (UMTI), em parceria com a Softplan, uma das maiores empresas do setor na América Latina.

O secretário de Ciência e Tecnologia de João Pessoa, Guido Lemos, explicou que o Conexão GovTech é um evento de tecnologia aplicada a gestão pública, com abordagem sobre o uso de inteligência artificial, sobre o uso da nuvem, com temas relevantes sobre soberania e controle, e segurança de dados. “A Prefeitura de João Pessoa é referência nacional na área e nessa atual gestão praticamente foram zerados os processos de papel, passando a ser digitalizados. As pessoas passaram a ter acesso aos serviços da Prefeitura pelo aplicativo ‘João Pessoa na Palma da Mão’ com maior rapidez e eficiência”, destacou.

Para o coordenador-geral da UMTI de João Pessoa, Bruno Crispim, esse tipo de evento é bom porque os servidores têm a oportunidade de ter contato com as melhores práticas que estão sendo executadas em João Pessoa e em outras regiões do Brasil, tornando o conhecimento mais amplo e o funcionário mais eficiente, com mais conhecimento. “Eu acho que a realidade hoje de João Pessoa é outra, completamente diferente daquela que recebemos e isso é o fruto desse tipo de evento”, disse.

Bruno Crispim ressaltou que uma das práticas abordadas pela equipe da Prefeitura no evento diz respeito ao trabalho feito com inteligência artificial no novo sistema tributário implementado na Prefeitura e o Chatbot de IA, que hoje está respondendo sobre toda a lei municipal, além da troca de experiências.

Crispim comentou ainda a recente premiação no cenário nacional no SmartCity Business Brazil Congress (SCB-Br), um dos mais importantes eventos do país voltados à inovação e cidades inteligentes, na modalidade Mobilidade Urbana, desenvolvido pela Unidade Municipal de Tecnologia da Informação (UMTI).

“Todos os grandes corredores da Capital estarão conectados, vai ter priorização para ônibus, Samu-JP e veículos das forças de segurança. O projeto prevê a conexão de semáforos inteligentes, que vão operar de forma integrada e dinâmica na cidade, representando um avanço significativo na maneira como a Prefeitura de João Pessoa gerencia o tráfego urbano”, explicou.

O presidente da Associação Nacional das Cidades Inteligentes, Tecnológicas e Inovadoras (Anciti), Bernardo D’Almeida, comentou a importância do evento. “João Pessoa se destaca a nível nacional ao trazer esse evento porque é um momento de conexões muito importantes para mostrar, tanto o que João Pessoa está fazendo como os diversos networks que podem acontecer a partir desse evento para tornar João Pessoa uma cidade mais inteligente, mais inovadora, implementando mais contratos que sejam voltados para inovação. Então, tudo isso fortalece startups, fortalece João Pessoa e fortalece a nossa região Nordeste reunindo talentos de todo o Brasil para trocarmos experiências”, afirmou.

Delza Assis, relação institucional da Softplan, empresa parceira na realização do evento, afirmou que a empresa está presente em mais de mil instituições públicas no Brasil e em outros países da América Latina. “Temos uma expertise em tecnologia porque trabalhamos exclusivamente com soluções para o setor público em tecnologia. Vemos que é muito importante essas parcerias com instituições públicas para que possamos ampliar esse conhecimento, principalmente para municípios que ainda não têm acesso a esse tipo de informação para que possam conhecer os benefícios da tecnologia”, ressaltou.

Mara Paulina, secretária de Finanças e Planejamento de Estremoz, município do Rio Grande do Norte, falou da sua experiência no evento. “Apresentamos toda a evolução que o município teve com a questão da transparência e dos serviços, quanto ao manuseio de todos os processos que passaram a ser de forma virtual, o que facilitou para todo o público, tanto para o cidadão, quanto para o servidor e os fornecedores em geral”, relatou.

O Conexão GovTech é um encontro para prefeitos, secretários e lideranças públicas de toda a Paraíba que buscam soluções práticas para tornar a gestão mais eficiente, organizada e reconhecida. No evento, foram discutidos temas como Digitalização de processos; Eficiência Administrativa; Uso de Dados na Tomada de Decisão e Transformação Digital no Setor Público.

Cartões Santander AAdvantage; veja como funcionam e quando é possível reduzir ou isentar a anuidade

Os cartões Santander AAdvantage voltaram a ganhar destaque entre os brasileiros que acumulam milhas para viagens internacionais. Vinculados ao programa da American Airlines, eles permitem o acúmulo de pontos que podem ser usados em voos no Brasil e no exterior, além de oferecer benefícios adicionais para quem busca status no programa.

No entanto, uma das principais dúvidas dos clientes é sobre a anuidade: afinal, é possível conseguir desconto ou até isenção? A resposta é sim — mas não existe uma regra única.


Quais são os cartões Santander AAdvantage

Atualmente, o Santander oferece três principais versões do cartão:

  • Gold / Quartz: até 3 milhas por dólar gasto, com anuidade de 12x de R$ 47 após os primeiros três meses gratuitos
  • Platinum: até 4 milhas por dólar, com anuidade de 12x de R$ 55
  • Black: até 5 milhas por dólar, com anuidade de 12x de R$ 136 e acesso a salas VIP via LoungeKey (4 acessos por ano)

Todos os cartões permitem acúmulo de milhas no programa AAdvantage e também geram Loyalty Points, que ajudam o cliente a subir de categoria dentro do programa da companhia aérea.

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Como isentar a anuidade do Santander AAdvantage Black, Gold e Platinum?


Benefícios oferecidos

Entre os principais benefícios dos cartões estão:

  • Resgate de passagens aéreas em mais de 20 companhias parceiras
  • Possibilidade de emitir voos nacionais a partir de 7.500 milhas por trecho
  • Milhas que não expiram, desde que haja movimentação a cada 24 meses
  • Uso em carteiras digitais como Apple Pay e Google Pay
  • Até cinco cartões adicionais sem anuidade

Como funciona a anuidade

A política de anuidade dos cartões Santander AAdvantage não é totalmente padronizada quando se trata de isenção total. O banco trabalha com descontos automáticos em alguns casos e negociações individuais em outros.

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Desconto de 50%: quem tem direito

Existe uma regra mais clara para redução da anuidade pela metade:

  • Gold, Quartz e Platinum: clientes que são correntistas do Santander já garantem 50% de desconto na anuidade
  • Black: clientes com investimentos acima de R$ 150 mil no banco conseguem 50% de redução

Esse desconto é aplicado automaticamente, desde que os critérios sejam atendidos.


É possível zerar a anuidade?

Sim, mas não há uma regra fixa divulgada pelo banco.

A isenção total costuma depender de negociação direta com o Santander. Isso pode ser feito por:

  • Atendimento no aplicativo
  • Central telefônica
  • Gerente de conta (principalmente para clientes Select ou Private)

Na prática, o banco avalia o perfil do cliente antes de conceder o benefício.


O que pode ajudar na negociação

Alguns fatores aumentam as chances de conseguir 100% de isenção:

  • Alto volume de gastos no cartão
  • Relacionamento ativo com o banco
  • Investimentos aplicados
  • Uso frequente de produtos financeiros

Dependendo do caso, o cliente pode conseguir desde descontos maiores até a anuidade totalmente zerada.


Vale a pena pedir o cartão?

Os cartões Santander AAdvantage podem ser vantajosos para quem utiliza milhas com frequência, especialmente em viagens internacionais. O programa oferece boas possibilidades de resgate e parceria com diversas companhias aéreas.

Por outro lado, pagar a anuidade cheia pode reduzir bastante o custo-benefício, principalmente diante da concorrência de outros cartões premium no mercado.


Conclusão

Os cartões Santander AAdvantage oferecem bons benefícios para quem deseja acumular milhas e viajar mais. No entanto, o verdadeiro diferencial está na capacidade de negociar a anuidade.

Enquanto o desconto de 50% é relativamente fácil de conseguir, a isenção total depende do perfil do cliente e da relação com o banco. Por isso, a recomendação é clara: antes de desistir, vale a pena tentar negociar.


Tags: Santander, AAdvantage, cartões de crédito, milhas, American Airlines, anuidade, como isentar anuidade, cartão black, viagens

Visita técnica da Ouvidoria-Geral do SUS ao Hospital Metropolitano atesta atendimento às diretrizes nacionais — Governo da Paraíba

Representantes da Ouvidoria-Geral do Sistema Único de Saúde (OuvSUS) realizaram visita técnica ao Hospital Metropolitano Dom José Maria Pires, na Região Metropolitana de João Pessoa, nessa quarta-feira (29), para conhecer de perto o funcionamento da Ouvidoria da unidade hospitalar. O Hospital, que pertence à rede estadual de saúde e é gerenciado pela Fundação Paraibana de Gestão em Saúde (PB Saúde), demonstrou que atende às diretrizes do SUS, no que se refere ao serviço de Ouvidoria. 

Na ocasião, os visitantes conheceram o Hospital e receberam informações sobre os fluxos de atendimento e as estratégias de acolhimento aos usuários que desejam registrar manifestações, sugestões, elogios ou reclamações.

“A ação reforça a importância da Ouvidoria como instrumento essencial para aproximar a população da gestão pública. A partir deste trabalho diário, garantimos escuta qualificada e contribuímos para a participação social transparência e afetividade, com melhoria contínua dos serviços de saúde”, comentou a coordenadora da Ouvidoria do Hospital Metropolitano, Isabelle Alcântara. 

De acordo com o coordenador-geral de Gestão de Informação em Ouvidorias do Sistema Único de Saúde, Leonardo Maia, a visita foi muito proveitosa, ao compreender as boas práticas adotadas. “Estamos entendendo o fluxo, trocando informações e sugerindo melhorias, eventualmente, em alguns hospitais. A gente tem trabalhado muito para poder melhorar o sistema OuvidorSUS, e fazer essas visitas é importante para evoluir o sistema e entregar um serviço com mais qualidade para todos”, destacou. 

A Ouvidoria-Geral do SUS é vinculada ao Ministério da Saúde e à Controladoria-Geral da União (CGU) e integra toda a rede de ouvidorias estaduais e municipais do País, funcionando como canal estratégico entre usuários e gestores. 

Durante a visita, a estrutura da Ouvidoria do Hospital Metropolitano foi elogiada pela equipe técnica. Segundo a referência técnica da Ouvidoria-Geral do SUS na Paraíba e analista em Ouvidoria no Ministério da Saúde, Micaella Soares, o serviço está alinhado às diretrizes nacionais. “Já constatamos com essa visita que a Ouvidoria do Hospital Metropolitano está dentro das diretrizes do Ministério da Saúde e do SUS. Recomendamos que a Ouvidoria esteja próxima à Recepção, para que a pessoa chegue e identifique o serviço. Também verificamos que, na Recepção, existe a divulgação do serviço, tanto em panfletos como com pesquisa de satisfação”, afirmou. 

Ela também ressaltou como diferencial observado na Paraíba a integração entre setores como recursos humanos, qualidade e ouvidoria, fortalecendo a cultura de avaliação e melhoria dos serviços prestados.

Para o coordenador da Ouvidoria da Saúde da Secretaria de Estado da Saúde da Paraíba, Fabrício Martins, o trabalho desenvolvido no estado demonstra o reconhecimento da Ouvidoria como setor estratégico da gestão pública. “Na Paraíba, todos os hospitais estaduais têm ouvidoria, algo que conseguimos junto aos gestores, considerando a grande contribuição que o serviço dá para a qualidade da gestão”, pontuou.

 

 

 

 

 

Paraíba sanciona lei que proíbe alunos de portar objetos cortantes em escolas; entenda

Uso de tesoura com ponta. Reprodução/Magnific

Uma lei que proíbe o porte de objetos cortantes por alunos em escolas públicas e privadas na Paraíba foi sancionada nesta quinta-feira (30). A lei já está em vigor e foi assinada pelo governador Lucas Ribeiro (PP).

A resolução foi publicada no Diário Oficial do Estado (DOE-PB) e estabelece que qualquer objeto considerado perigoso só poderá entrar nas instituições de ensino se for previamente autorizado para atividades pedagógicas específicas.

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O critério utilizado para a proibição considera qualquer tipo de objeto cortante ou perfurante capaz de ser utilizado como arma improvisada. Dentre os tipos de lâminas que foram proibidos, estão:

  • tesouras sem ponta de segurança;
  • estiletes;
  • lâminas;
  • canivetes e similares;
  • objetos metálicos pontiagudos.

A lei também autoriza que a instituição recolha o objeto caso o porte seja constatado. De acordo com o texto da lei, se confirmado o porte por parte do aluno, é responsabilidade da escola recolher o objeto, comunicar os responsáveis pelo aluno e adotar as providências pedagógicas previstas no regimento da instituição.

Além disso, a medida esclarece que as instituições deverão promover ações educativas para a conscientização dos alunos e responsáveis, promovendo a prevenção de acidentes e a segurança escolar.

A resolução surge como uma forma de assegurar maior segurança em ambientes escolares. Na última segunda-feira (27), uma ocorrência entre estudantes foi registrada em João Pessoa. Na ocasião, um aluno da Escola Estadual Professora Argentina Pereira Gomes esfaqueou um colega de turma dentro da sala de aula e fugiu.

Ainda não há informações se o estudante suspeito do crime foi encontrado. Já o aluno ferido, de 16 anos, passou por procedimentos médicos de emergência no Hospital de Emergência e Trauma de João Pessoa. O último boletim médico foi emitido na terça-feira (28) e indicava que o quadro clínico do jovem era estável.

SAS abre inscrições para grupo de saúde mental e qualidade de vida – CGNotícias

Por MRNews

A Secretaria de Assistência Social e Cidadania (SAS), por meio da Gerência de Trabalho e Educação Permanente, está com inscrições abertas para mais uma edição do Grupo Reflexivo Multidisciplinar em Saúde Mental e Qualidade de Vida do Servidor. A ação integra o programa de atenção à saúde mental e qualidade de vida do trabalhador “Cuidando de Quem Cuida”.

O programa tem como objetivo sensibilizar os profissionais da SAS para a adoção de hábitos mais saudáveis, contribuindo para a prevenção e a redução do adoecimento mental.

Os servidores inscritos participarão de atividades em grupo nos dias 13 e 20 de maio, das 9h às 11h, na Unigran, localizada na Avenida Abrão Júlio Rahe, 325, Centro. O Grupo Reflexivo Multidisciplinar promove atendimentos conduzidos por uma equipe composta por profissionais de enfermagem, fisioterapia, psicologia, educação física, nutrição, música e estética, propondo reflexões sobre saúde mental de forma ampliada e qualidade de vida no ambiente de trabalho.

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No primeiro encontro, os participantes irão vivenciar uma dinâmica conduzida por profissionais de Educação Física e Nutrição. Já no segundo dia, as atividades serão desenvolvidas por um profissional de Psicologia.

Todos os serviços são gratuitos e realizados por meio de parceria com instituições de ensino superior, com orientação e supervisão de docentes.

Programa

A gerente de Gestão da Informação do Trabalho do SUAS, Elaine Telles, explica que o programa já soma quase 7 mil atendimentos e inclui grupos reflexivos, além de pesquisas científicas sobre a qualidade de vida nas 46 unidades da secretaria.

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Em março, o “Cuidando de Quem Cuida” passou a contar com uma nova sala para atendimentos individuais, que funciona na sede da SAS. O serviço é ofertado em parceria com instituições de ensino superior, como a Insted.

O atendimento também é gratuito e pode ser agendado pelo telefone (67) 3314-4482, ramal 6000. Os interessados podem se inscrever por meio do link: https://forms.gle/FgXUWLmqTroHWosB7

#ParaTodosVerem: Imagem de um curso realizado.

Profissionais de saúde alinham estratégias para fortalecer e monitorar a vacinação

A Gerência de Vigilância Epidemiológica, por meio da Seção de Imunização, realizou nesta quinta-feira (30) uma reunião de alinhamento estratégico com as Áreas Técnicas de Saúde do Idoso, da Criança, do Adolescente e do Programa Bolsa Família da Secretaria de Saúde. O encontro teve como objetivo fortalecer, integrar e dinamizar as ações relacionadas à vacinação, além de aprimorar o monitoramento e a avaliação dos resultados.

A iniciativa busca ampliar, de forma estratégica, as ações direcionadas a cada público, garantindo maior efetividade na assistência e no acompanhamento dos indicadores de imunização. A proposta é intensificar o controle das coberturas vacinais e o acompanhamento dos casos notificados de doenças imunopreveníveis.

De acordo com a gerente da Vigilância Epidemiológica, Danielle Melo, o monitoramento contínuo é essencial para assegurar a eficácia das ações. “A vacina é a principal forma de prevenção, e é fundamental que cada área técnica acompanhe de perto tanto os indicadores quanto os casos notificados”, destacou a gestora.

As áreas técnicas desempenham papel central nesse processo, atuando como eixo estratégico na organização do sistema de saúde. São responsáveis pela elaboração de diretrizes, definição de protocolos e acompanhamento de indicadores, garantindo que as políticas públicas sejam executadas com qualidade, segurança e eficiência.

A integração entre Vigilância em Saúde e áreas técnicas reforça o compromisso com o fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS), assegurando um atendimento mais eficaz e direcionado às necessidades da população, especificamente de cada grupo.

Políticas públicas para a infância e adolescência – A vacinação permanece como uma estratégia essencial para ampliar o acesso à saúde e fortalecer a prevenção de doenças entre diferentes públicos, com atenção especial a crianças e adolescentes. A iniciativa integra as ações da 8ª edição do Programa Prefeitos e Prefeitas Amigos da Criança (PPAC), promovido pela Fundação Abrinq, reforçando o compromisso da gestão com a proteção integral e o desenvolvimento saudável desse público.