“Almoço de toda a família está garantido”, diz moradora de residencial ao receber peixe da Prefeitura de João Pessoa

“O almoço de toda a família na Semana Santa está garantido e com um peixe de boa qualidade que foi doado pela Prefeitura de João Pessoa”. A frase é da dona de casa Marciele Cunha da Silva, moradora do Residencial Vista Alegre, no bairro Colinas do Sul, ao receber o principal alimento consumido durante a Semana Santa, nesta segunda-feira (30). Ela faz parte das 52 mil famílias em situação de vulnerabilidade social que vão receber o peixe numa iniciativa da Prefeitura de João Pessoa que garante segurança alimentar da população.

Para garantir que o alimento chegue a cerca de 208 mil pessoas, a gestão municipal realiza, ao longo dos próximos três dias, uma força-tarefa integrada entre diversas secretarias. A distribuição do pescado atende as famílias dos residenciais da Prefeitura – cerca de 13 mil pessoas – além das associações vinculadas ao Banco de Alimentos, a rede educacional, hospitais e todos os serviços que oferecem refeições ao público também serão contemplados.

A secretária de Habitação Social de João Pessoa, Socorro Gadelha, disse que distribuir o peixe da Semana Santa tem um simbolismo muito grande, citando o momento em que Jesus fez a multiplicação dos peixes e dos pães para alimentar uma multidão de famintos. “A Páscoa é um momento muito importante para nós, cristãos, pois além de lembrar a passagem de Jesus Cristo, também é um momento de comunhão com Deus e peixe é um alimento sagrado na mesa das famílias, principalmente daquelas que vivem em vulnerabilidade social”, destacou.

Nesta ação, a Prefeitura realiza uma grande força-tarefa envolvendo a Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes), com a participação das Secretarias de Direitos Humanos e Cidadania (Sedhuc), Habitação Social (Semhab), Educação e Cultura (Sedec), Desenvolvimento Urbano (Sedurb), Segurança Urbana e Cidadania (Semusb), e Autarquia Especial Municipal de Limpeza Urbana (Emlur).

A distribuição do pescado começou nesta segunda-feira e a previsão é de concluir o trabalho na próxima quarta-feira (1), sendo que a Secretaria de Habitação (Semhab) mobilizou todo o seu pessoal e ficou responsável pelo atendimento às famílias dos residenciais construídos pelo programa habitacional e também por várias comunidades, com uma previsão de atender a cerca de 14 mil famílias.

O secretário executivo de Habitação, Beto Pirulito, acompanhou a distribuição do peixe e disse que é satisfatório saber que, num gesto simples, a Prefeitura está ajudando a milhares de famílias. “A distribuição do peixe atende um público bem carente e tenho certeza que muitas dessas famílias não teriam condições de manter a tradição, porque vivem em vulnerabilidade social. Mas a Prefeitura de João Pessoa distribuiu um peixe de excelente qualidade, garantindo a essas famílias o sagrado alimento da Sexta-feira da Paixão”, ressaltou.

Gratidão das famílias – No Residencial Vista Alegre, os moradores receberam o peixe com gratidão, aprovaram a iniciativa e agradeceram a doação feita pela Prefeitura de João Pessoa. A aposentada Maria do Socorro Bento da Silva contou que foi morar no Residencial Vista Alegre há sete anos e sempre recebe o peixe da Semana Santa, agradecendo pela iniciativa da Prefeitura.

“O peixe doado pela Prefeitura de João Pessoa garante o almoço da Semana Santa, quando a tradição cristã recomenda não comer carne vermelha em respeito à Paixão de Cristo”, afirmou.

Outra dona de casa que também ficou feliz com o peixe que recebeu foi Suênia Silva dos Santos. “O pescado é muito bom. É uma boa ajuda para muitas famílias do Residencial Vista Alegre que não têm condições de comprar um peixe de boa qualidade. Meu coração é só gratidão”, comemorou.

BBB26; morte da mãe de Ana Paula volta à tona após discussão e gera forte comoção

Por MRNews

BBB26: morte da mãe de Ana Paula volta à tona após discussão e gera forte comoção

Uma discussão intensa no Big Brother Brasil 26, exibida no último domingo (29), trouxe à tona um episódio delicado da vida de Ana Paula Renault. Durante um embate com Solange Couto, o nome da mãe da jornalista foi citado, gerando grande repercussão dentro da casa e também fora dela.

Tragédia do passado marcou a vida da participante

A mãe de Ana Paula, Maria da Conceição Machado Renault, faleceu em 1998 após um acidente de carro. Na época, a jornalista ainda era jovem, e o episódio teve forte impacto em sua vida pessoal.

Conhecida por sua personalidade forte, Ana Paula sempre manteve esse assunto em sigilo, evitando expor detalhes sobre a perda em entrevistas ou aparições públicas. Por isso, a menção ao tema durante o reality gerou ainda mais comoção entre os telespectadores.

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Discussão dentro da casa gerou polêmica

A situação começou após um desentendimento entre as participantes. Durante a discussão, Solange mencionou uma história que havia sido compartilhada anteriormente por Ana Paula em um momento descontraído.

Segundo relatos exibidos no programa, a conversa teria sido reinterpretada durante a briga, com insinuações que envolveriam a mãe da jornalista. A situação rapidamente escalou, causando desconforto e revolta.

Ana Paula se emociona e recebe apoio

Visivelmente abalada, Ana Paula Renault acusou a colega de distorcer uma lembrança pessoal para atacá-la no calor da discussão. A participante acabou se emocionando e recebeu apoio de outros confinados após o ocorrido.

O episódio repercutiu fortemente nas redes sociais, com muitos internautas criticando a exposição de um tema tão sensível em meio a uma discussão.

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Repercussão fora da casa

Nas plataformas digitais, o público se dividiu entre críticas e debates sobre os limites das discussões dentro do Big Brother Brasil 26. Muitos usuários consideraram que mencionar familiares em situações delicadas ultrapassa o limite do jogo.

Outros apontaram que momentos de tensão fazem parte da dinâmica do reality, mas destacaram a importância de respeito, especialmente quando envolvem histórias pessoais marcadas por dor.

Tema sensível reacende debate

O caso reacende discussões sobre até onde os participantes podem ir durante conflitos dentro do programa. Situações que envolvem perdas familiares costumam gerar forte identificação do público, tornando qualquer exposição ainda mais delicada.

Mesmo com a polêmica, o episódio reforça como o confinamento intensifica emoções e pode trazer à tona histórias profundas dos participantes — muitas vezes desconhecidas pelo grande público.


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Após polêmica, Luiz Couto retira apoio a projeto sobre antissemitismo

Deputado Luiz Couto (PT). Foto: reprodução/TV Câmara

O deputado Luiz Couto (PT) recuou e retirou a assinatura de um projeto (1424/2026), que define o que é o “antissemitismo” para a formulação de políticas públicas, após repercussão negativa e debate nas redes sociais e no meio político.

Em publicação nas redes, o petista afirmou que assinou o projeto “em um momento de calor no plenário”, mas que, após uma reflexão mais cuidadosa, decidiu rever a posição.

O pedido formal de retirada foi protocolado nesta segunda-feira (30), com base no Regimento Interno da Câmara dos Deputados.

Outros parlamentares do PT, PV e Rede também solicitaram a retirada do apoio ao projeto, de autoria da deputada Tabata Amaral (PSB).

Polêmica do projeto

O projeto em questão busca estabelecer uma definição de antissemitismo para orientar políticas públicas nacionais, tema que tem gerado discussões em diferentes países e também no Brasil, sobretudo em meio ao acirramento de posições sobre o conflito no Oriente Médio.

Na justificativa pública, Luiz Couto reafirmou repúdio “a toda forma de antissemitismo, ódio e discriminação”, mas destacou que também quis deixar claro seu posicionamento de solidariedade ao povo palestino.

Segundo ele, a decisão de retirar a assinatura está alinhada à defesa dos direitos humanos e à rejeição de “qualquer forma de desumanização”.

A polêmica em torno do projeto envolve, principalmente, o receio de que determinadas definições de antissemitismo possam ser utilizadas para restringir críticas a ações do Estado de Israel, ponto que tem dividido parlamentares, especialistas e entidades da sociedade civil.

Paraíba se consolida como referência no Nordeste em doação e transplantes, com mais de 2,3 mil procedimentos realizados e política pública estruturada

A Paraíba tem se destacado no cenário nacional de doação e transplantes de órgãos e tecidos, resultado de uma política pública contínua do Governo do Estado. Nos últimos sete anos, foram 692 órgãos captados e 2.353 transplantes realizados, números que consolidam a Central Estadual de Transplantes como referência no Nordeste, com investimentos em capacitação, ampliação da rede e fortalecimento da cultura da doação. Os dados foram apresentados durante o II Congresso Nordeste de Transplantes, realizado em João Pessoa, entre os dias 25 e 28 de março, no Centro de Convenções. 

O médico transplantador de fígado do Maranhão, Romerito Neiva, destacou a qualidade do Congresso e a integração proporcionada. “Parabenizo toda a organização pelo cuidado em cada detalhe e pelo compromisso em promover um ambiente científico tão qualificado e, ao mesmo tempo, humano e integrador. Momentos como este reforçam a importância da colaboração entre equipes e regiões, impulsionando o crescimento conjunto da transplantação no nosso país,” pontuou.

Para a diretora da Central Estadual de Transplantes e presidente do II Congresso Nordeste de Transplantes, Rafaela Dias, os avanços refletem o total apoio da gestão estadual, uma política contínua de investimento em capacitação das equipes hospitalares, fortalecimento do diálogo humanizado com familiares, e o fortalecimento da cultura da doação.

“Os resultados alcançados pela Paraíba são fruto de um esforço coletivo que envolve equipes capacitadas, investimento público e, principalmente, a solidariedade das famílias doadoras. E o II Congresso Nordeste Transplantes surge como um espaço fundamental para troca de experiências e fortalecimento das estratégias que vêm contribuindo para salvar vidas em toda a região”, destacou.

A realização do congresso no estado, reforça o papel da Paraíba como referência no Nordeste na área de doação de órgãos e transplantes, e evidencia o impacto direto das políticas públicas de saúde na ampliação do acesso aos procedimentos e na redução das listas de espera.

Crescimento – A escalada de crescimento na Paraíba teve destaque em 2019, quando o estado apresentou um salto significativo, saindo de sete doadores efetivos, em 2018, para 22 no ano seguinte. No mesmo ano, o estado retomou a realizar os transplantes cardíacos, após uma década ausente.

Em 2020, mesmo diante dos desafios impostos pela Covid-19, o estado manteve a realização de procedimentos e recebeu reconhecimento nacional do Ministério da Saúde como destaque na promoção da doação de órgãos e tecidos.

Nos anos seguintes, os indicadores seguiram em crescimento. Em 2022, foram realizados 310 transplantes, com aumento no número de doadores efetivos e redução na lista de espera. Nesse mesmo ano, a Paraíba registrou o primeiro procedimento 100% SUS, com doação e transplante sendo realizados em hospitais da rede pública estadual. Em 2024, a Paraíba alcançou o maior número de doações de múltiplos órgãos da sua história, com 50 registros e 266 transplantes realizados.

Já em 2025, foram contabilizadas 46 doações de múltiplos órgãos e tecidos e 232 transplantes. O período também foi marcado por avanços importantes, como a realização do primeiro transplante cardíaco pediátrico pelo SUS no estado, a primeira doação de múltiplos órgãos no Sertão, em Patos, e o marco histórico de zerar a fila de espera para transplante cardíaco.

Funjope apoia Semana da Cultura Judaica em João Pessoa

A Fundação Cultural de João Pessoa (Funjope) está apoiando a Semana da Cultura Judaica, que começou nesta segunda-feira (30), com a abertura da Exposição Cultural no Hotel Globo e uma sessão especial na Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB). A programação, que segue até a quarta-feira (8), envolve uma série de atividades, entre elas, palestras, apresentações musicais e atividades educativas. A ideia é ampliar o diálogo entre diferentes tradições, promovendo conhecimento histórico, reflexão contemporânea e intercâmbio cultural.

“A Prefeitura de João Pessoa acolhe, pelo segundo ano consecutivo, a realização da Semana Judaica, que é fruto de uma lei municipal, que nós estamos desenvolvendo e estimulando. Ficamos muito contentes de poder abraçar a Semana da Cultura Judaica, organizada pela Federação Israelita da Paraíba, porque sentimos a responsabilidade de cuidar da multiplicidade das culturas paraibanas. É dentro desse princípio que nós acolhemos o evento, as tradições, a história, a identidade e a memória do povo judeu que está se expressando de forma livre na cidade de João Pessoa”, observou o diretor executivo da Funjope, Marcus Alves.

Ele destacou que a Funjope tem como princípio, sob a orientação do prefeito Cícero Lucena e do vice-prefeito Leo Bezerra, respeitar a diversidade das culturas, sobretudo, do princípio da democracia, dos valores universais, de cultivar a tolerância religiosa e cultural, e do estímulo à paz. “Então, acolhemos a Semana da Cultura Judaica dentro desse espírito que nós temos de respeitar todos os povos”, acrescentou.

A abertura oficial aconteceu na Assembleia Legislativa da Paraíba, em reunião conjunta com a Câmara de Vereadores de João Pessoa (CMJP), proposta pelo deputado estadual Felipe Leitão – que não pode comparecer – e presidida pela vereadora Eliza Virgínia e o deputado estadual Sargento Neto. Durante a sessão especial, foi realizada a palestra ‘07 de outubro: o marco do antissemitismo contemporâneo’, ministrada por Rafael Zimerman. Ele é um dos sobreviventes do massacre que ocorreu em Israel no dia 07 de outubro de 2023. A atividade contou ainda com apresentação musical do violinista Daniel Berg.

Hugo Borges, presidente da Federação Israelita da Paraíba, agradeceu pelo apoio da gestão. “É um espaço maravilhoso que nós recebemos da Prefeitura de João Pessoa, através do secretário Marcus Alves, da Funjope, que tem dado um apoio muito importante à nossa comunidade para que possamos fazer essa difusão e essa troca de experiências culturais, filosóficas e comunitárias que nós temos aqui. Essa realização só tem o brilho que tem por causa desse apoio que temos da Prefeitura”, afirmou.

Sobre as palestras, sessão e exposição, Borges destacou que, nessas experiências, o público pode ver, inclusive, que boa parte da formação que o nordestino tem vem também das raízes judaicas. “Esperamos que as pessoas possam interagir e vivenciar”, acrescentou.

Exposição – Pela manhã, foi aberta a Exposição Cultural, que tem como eixo central a trajetória do primeiro rabino das Américas, Isaac Aboab da Fonseca, destacando seu papel histórico e o impacto de sua atuação no Nordeste brasileiro, especialmente em Pernambuco e na Paraíba, durante o período do Brasil holandês. A exposição apresenta ao público uma leitura acessível sobre a presença judaica na região e suas conexões com o mundo atlântico no século XVII. Com as fotografias, é feita uma linha do tempo com toda a parte historiográfica do período holandês na cidade.

Outras ações – A programação segue nesta terça-feira (31), quando acontece o Ilha Tech, que vai receber o diretor geral da Confederação Israelita do Brasil (Conib), Sergio Napchan. Ele vai fazer uma palestra sobre ‘Inovação e Tecnologias entre Brasil e Israel’. Está previsto, durante a Semana, um ciclo de palestras que abordam identidade, cultura e relações internacionais.

A Morá (professora em hebraico) Ida Katz discute ‘Identidade Judaica: Entre Tradição, Modernidade e Pertencimento’, refletindo sobre os desafios e caminhos do ser judeu na contemporaneidade. Na sequência, Sergio Napchan apresenta a palestra ‘Brasil e Israel: As semelhanças geográficas e culturais que fomentam o mercado nacional e internacional’, abordando conexões em áreas como ciência, tecnologia e negócios.

Na quarta-feira (1º), haverá palestra do professor doutor Jacques Ribemboim, na Academia Paraibana de Letras, sobre ‘Judeus e cristãos-novos no Nordeste durante a Inquisição’, seguida de sessão de autógrafos do livro ‘História dos Judeus de Pernambuco’.

Para o domingo (5), está programada uma apresentação musical, das 16h às 17h, no Hotel Globo, em uma celebração aberta. Entre os dias 6 e 8 de abril, serão realizadas palestras em escolas municipais com o tema ‘Linha do Tempo – História, Tradição e Cultura Judaica’, levando conhecimento e formação cultural ao ambiente educacional.

A Semana da Cultura Judaica se consolida como um espaço de encontro entre passado e presente, promovendo reflexão, respeito às diferenças e valorização da diversidade cultural. A iniciativa reforça o papel da educação e da cultura como ponte para o diálogo em uma sociedade plural.

Serviço:

Evento: Semana da Cultura Judaica

Data: 30 de março a 8 de abril

Exposição: 30/03 a 08/04, das 9h às 17h – Hotel Globo

Entrada gratuita

Zanin condena acusado de participar de trote misógino contra alunas

Por MRNews

O ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu nesta segunda-feira (30) condenar o médico Matheus Gabriel Braia ao pagamento de danos morais por participar de um trote universitário misógino, em 2019.

O ministro aceitou recurso do Ministério Público para anular decisões das instâncias inferiores que absolveram o acusado da imputação de promover discurso para expor calouras a tratamento humilhante e ofender a dignidade das mulheres.

O caso ocorreu no curso de medicina da Universidade de Franca (Unifran), em 2019. De acordo com o processo, o acusado, que é ex-aluno da faculdade, foi responsável por ler um discurso de “juramento” que deveria ser repetido pelas calouras do curso.

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O texto dizia que as alunas “deveriam estar à disposição dos veteranos” e “nunca recusar a uma tentativa de coito de um veterano”.

Após ser processado pelas falas, uma juíza absolveu o acusado e disse que o discurso não causou ofensa às mulheres. Para justificar a absolvição, a magistrada disse que a acusação retratava uma “panfletagem feminista”.

A segunda instância também manteve a absolvição e entendeu que as alunas não rechaçaram “a brincadeira proposta”. Em seguida, o STJ reconheceu que as declarações são “moralmente reprováveis”, mas não alterou o entendimento.

Ao decidir a questão, Zanin criticou as decisões anteriores e disse que a proteção aos direitos das mulheres deve ser garantida em todas as instâncias do Judiciário.

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“Vê-se que, no julgamento em primeira instância, decidiu-se que o feminismo foi o provocador das falas impróprias contra as mulheres. Já em segunda instância, a culpa foi das calouras, que não se recusaram a entoar o juramento infame”, escreveu o ministro.

Com a condenação, o acusado deverá pagar 40 salários mínimos em danos coletivos, valor equivalente a R$ 64,8 mil.

Cabe recurso contra a decisão. 

A Agência Brasil entrou em contato com o escritório de advocacia que faz a defesa do médico e aguarda retorno. O espaço está aberto para manifestação. 

UBS MANOEL SALUSTINO II VAI GANHAR NOVO ESPAÇO MAIS MODERNO E ACESSÍVEL

Unidade de saúde será transferida para novo endereço, oferecendo mais conforto e qualidade no atendimento à população

A Unidade Básica de Saúde (UBS) Manoel Salustino II passará a funcionar em um novo endereço, oferecendo melhores condições de atendimento à população. Atualmente localizada na Rua Cipriano Pinheiro Galvão, 279, a unidade será transferida para a Rua José Pinheiro Sobrinho, 84, no bairro Manoel Salustino.
Na manhã desta segunda-feira (30), o prefeito Lucas visitou o novo local onde a UBS irá funcionar e destacou a importância da iniciativa para a melhoria dos serviços de saúde no município.
“Estamos trabalhando para oferecer uma saúde cada vez mais digna para a nossa população. Esse novo espaço da UBS Manoel Salustino II representa mais conforto, mais acessibilidade e melhores condições de atendimento para todos.”, afirmou Lucas.
O novo espaço está sendo preparado para proporcionar mais conforto, acessibilidade e eficiência no atendimento aos usuários do sistema de saúde. A estrutura passa por reformas e adequações que visam garantir um ambiente mais acolhedor tanto para pacientes quanto para os profissionais de saúde.

Médico Fernando Cunha Lima é condenado a 20 anos em nova sentença por estupro de criança

Médico Fernando Cunha Lima é condenado a 20 anos em nova sentença por estupro de criança – Foto: Divulgação.

O pediatra Fernando Paredes Cunha Lima foi condenado a 20 anos de prisão pelo crime de estupro de vulnerável pela juíza Virgínia Gaudêncio de Novais, da Vara de Crimes contra Pessoas Hipervulneráveis de João Pessoa. A decisão foi proferida em fevereiro e a Rede Paraíba teve acesso ao documento da sentença nesta segunda-feira (30).

A Rede Paraíba entrou em contato com a defesa do médico, mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem.

De acordo com o documento, o pediatra cometeu o estupro de vulnerável contra uma criança durante consultas médicas. Os crimes aconteceram em momentos diferentes, em março e abril de 2021. A juíza observou um padrão de comportamento com a reincidência da conduta.

O crime tipificado foi de estupro de vulnerável, mas como aconteceram em momentos diferentes, foram considerados crimes separados, ou seja, foi aplicado o entendimento de concurso material, que fixou a pena em 20 anos de reclusão em regime fechado.

Na mesma decisão, a Justiça entendeu também que o médico fosse absolvido da acusação de estupro contra uma outra menor de idade, pois “o conjunto probatório não alcança a certeza necessária ao decreto condenatório”, ou seja, as provas no processo não foram suficientes para determinar condenação. Foi aplicado o entendimento de “em dúvida, pró réu”.

Desde dezembro de 2025, o médico Fernando Paredes Cunha Lima está em regime de prisão domiciliar, deixando o Presídio Especial do Valentina, em João Pessoa, onde ficou um período preso.

Fernando Cunha Lima foi preso inicialmente no dia 7 de março de 2025 em Pernambuco, e transferido para a Paraíba no dia 14 de março do mesmo ano.

Médico já havia sido condenado por estupro contra outras crianças

O médico virou réu por estupro desde agosto de 2024 , quando a Justiça da Paraíba aceitou a primeira denúncia contra ele, mas negou o pedido de prisão preventiva. A decisão pela prisão veio em 5 de novembro de 2024. Neste mesmo dia, a Polícia Civil tentou cumprir o mandado contra o acusado e não encontrou o acusado em casa. Desde então ele era considerado foragido.

Fernando Paredes Cunha Lima foi denunciado por estupro contra seis crianças que eram suas pacientes.

A primeira denúncia formal de estupro de vulnerável contra o pediatra Fernando Cunha Lima aconteceu no dia 25 de julho de 2024. A mãe da criança, que estava no consultório, disse em depoimento que viu o momento em que ele teria tocado as partes íntimas da criança. Ela informou que na ocasião imediatamente retirou os dois filhos do local e foi prestar queixa na Delegacia de Polícia Civil.

Após a primeira denúncia, uma série de vítimas começaram a procurar a Polícia Civil, inclusive uma sobrinha do médico, que relatou ter sido abusada por ele em 1991. Na época, não houve uma denúncia formal, mas o fato ocasionou um rompimento familiar.

Conselho Municipal de Saúde de João Pessoa participa de evento em Teresina

Representantes do Conselho Municipal de Saúde de João Pessoa (CMS-JP) participaram do primeiro encontro das oficinas da Comissão Intersetorial de Orçamento e Financiamento do Conselho Nacional de Saúde (Cofin/CNS). O evento aconteceu entre os dias 25 e 27 de março em Teresina, capital do Piauí, reunindo participantes dos estados do Ceará, Maranhão, Paraíba, Piauí e Rio Grande do Norte.

Para a presidente do Conselho Municipal de Saúde de João Pessoa, Mariah Marques, momentos como esse são fundamentais para capacitação. “Esses momentos são fundamentais para a qualificação dos conselheiros, permitindo o contato com diferentes realidades e fortalecendo o papel de multiplicadores do conhecimento em seus estados, ressaltando, ainda, a importância da participação de gestores, visando aprimorar a aplicação e a fiscalização dos recursos públicos”, pontuou.

O evento abordou temas relacionados ao financiamento do Sistema Único de Saúde (SUS) e sua interface com os eixos temáticos da 18ª Conferência Nacional de Saúde (18ª CNS), prevista para acontecer em julho de 2027.

A presidente do CMS-JP enfatizou a realização de discussões no Fórum de Saúde da Mulher e no Encontro Estadual de Saúde, com a presença de representantes do Conselho Nacional de Saúde e de estados como Paraíba, Ceará e Piauí. Os debates evidenciaram a necessidade de ampliar o alcance das políticas públicas, especialmente para populações ainda marginalizadas. “O CMS-JP reafirma o seu compromisso com o fortalecimento do controle social e com a consolidação do SUS como o maior sistema público de saúde do mundo”, destacou Mariah Marques.

Durante este primeiro semestre, as oficinas serão realizadas em outras quatro cidades brasileiras: Aracaju (SE), Curitiba (PR), Belo Horizonte (MG) e Palmas (TO), trazendo debates como os desafios do controle social no acompanhamento do financiamento do Sistema Único de Saúde e o papel estratégico do Conselho Nacional de Saúde na defesa do SUS.

“As oficinas macrorregionais do Cofin/CNS são espaços importantes no sentido de nos dar elementos para desenvolver e cumprir o nosso papel como controle social. Enquanto conselheiros, entendendo melhor as demandas e necessidades de melhorias na saúde pública local no quesito financeiro. É importante a participação de mais conselheiros, pois temos um papel fundamental como multiplicadores, levando esse conhecimento para nossos estados”, afirmou Ekedi Goreti, conselheira do CMS-JP.

Confederação aponta mais de 980 casos de ódio contra judeus em 2025

Por MRNews

Relatório Anual sobre Antissemitismo no Brasil 2025, divulgado nesta segunda-feira pela Confederação Israelita do Brasil (Conib), destaca o registro de 989 denúncias de atos de ódio contra judeus em 2025 no país. 

Apesar de o número ser inferior aos 1.788 casos contabilizados em 2024, o relatório de 2025 mostra que há permanência do ódio antijudaico no país. A entidade ressalta que o número superou em 149% o registrado em 2022, quando o volume de denúncias  era de 397 casos.

“A leitura imediata esconde um dado que especialistas chamam de mais preocupante do que a própria escalada: a permanência. Em relação ao período que antecedeu o ataque do Hamas ao sul de Israel em 7 de outubro de 2023, o ódio antijudaico não recuou, ele se instalou”, diz o texto do relatório.

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Segundo o documento, dos 989 casos registrados, 800 (80,8%)  ocorreram em plataformas digitais. O Instagram concentrou 37,1% das denúncias online, seguido pelo Twitter/X (13,9%) e Facebook (11,6%).

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O levantamento ainda identificou, com uso de inteligência artificial, 115.970 manifestações classificadas como antissemitas na internet em 2025. O alcance potencial desse conteúdo, segundo o documento, atingiu 66 milhões de pessoas – mais de um terço da população adulta brasileira.

“O antissemitismo não é um problema restrito à comunidade judaica. Historicamente, ele antecipa processos de erosão democrática, naturalização da violência simbólica e enfraquecimento do estado de direito. Onde ele avança, outras formas de intolerância e autoritarismo tendem a se seguir”, destaca o documento.

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