Açude Velho registra poluição e preocupa moradores, em Campina Grande

Reprodução/TV Paraíba

O Açude Velho, um dos principais pontos turísticos de Campina Grande, no Agreste da Paraíba, vem preocupando moradores, pesquisadores e turistas por causa do nível de poluição. Peixes mortos, acúmulo de lixo e bancos de areia vêm sendo vistos no reservatório de água, o que causa mau cheiro.

A impressão que eu tive foi que ele é bem sujo e exala um cheiro bem forte

Nícolas Pontes, turista do Rio de Janeiro na cidade.

Quem mora ou visita a área relata que a situação tem piorado, especialmente em dias quentes. A falta de manutenção regular e o acúmulo de resíduos comprometem a experiência de quem utiliza o local para lazer, prática de exercícios ou turismo.

“Até para a gente mesmo que mora aqui em Campina, quando vem para ficar sentada próximo [do açude] não tem condição o mau cheiro, a sujeira. Se fosse limpo daria para ser um cartão postal melhor “, comentou a dona de casa Lirian Sousa.

Moradora de Campina Grande reclama da poluição e mau cheiro do Açude Velho. Reprodução/TV Paraíba

A engenheira sanitarista Amanda Torquato explicou que os problemas identificados no Açude Velho são resultado de um conjunto de fatores que se agravaram ao longo dos anos.

“As três principais questões do açude de hoje são a qualidade da água dele, o volume de sedimentos que, por mais que a gente não veja no açude, mas acaba gerando um certo problema, e os pontos de alagamentos nos eventos chuvosos”, explicou Amanda.

Amanda pesquisou o Açude Velho durante pesquisa de pós-graduação, em um mestrado concluído em 2016, e aponta que o acúmulo de sedimentos, como pedras e lodo, reduz a capacidade de armazenamento do reservatório. Com menos espaço para retenção de água, episódios de chuvas mais intensas favorecem transbordamentos e alagamentos no entorno.

A engenheira destaca que esse processo de assoreamento é contínuo e tende a se agravar quando não há intervenções de limpeza e dragagem periódicas. Segundo ela, a combinação entre degradação da água, depósito de resíduos e alterações na dinâmica natural do açude compromete o equilíbrio ambiental e intensifica a percepção de abandono relatada por moradores e turistas.

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Poluição no Açude Velho. Reprodução/TV Paraíba

Diante do avanço da degradação ambiental, especialistas apontam caminhos para recuperar o Açude Velho e reduzir os impactos percebidos pela população. A engenheira Soahd Rached destaca que o reservatório possui mecanismos que poderiam ser melhor aproveitados para melhorar a qualidade da água.

“Ele tem uma tomada de descarga, tem um registro, mas esse registro aparentemente não é utilizado. Ele seria uma forma física de fazer uma lavagem no açude. É como uma caixa d’água que não recebe limpeza no fundo: a água nova entra por cima e sai por cima, e lá embaixo fica toda uma massa de lodo e sedimentos”, explicou.

A engenheira sugere o uso de sifões como alternativa para retirar o lodo acumulado na região mais profunda, próxima ao sangradouro. Segundo ela, esse sistema permitiria uma limpeza gradual, impedindo que apenas a parte superior da água seja renovada enquanto a camada inferior permanece estagnada. “Seria uma forma de criar oportunidade de retirada dessa massa que está depositada, permitindo que a água circule de maneira mais eficiente”, disse Soahd.

Agentes de limpeza da prefeitura fazem limpeza paliativa e periódica no Açude Velho. Reprodução/TV Paraíba

Pelo lado do poder público, o engenheiro civil Marco Aurélio Coutinho, da Secretaria de Serviços Urbanos e Meio Ambiente (Sesuma) da Prefeitura de Campina Grande, afirma que a principal intervenção prevista é a dragagem do Açude Velho, etapa fundamental para o desassoreamento.

“O reservatório deve estar com mais de 50% a 60% de sedimentos em seus depósitos. Os projetos estão de posse da Secretaria de Obras (Secob), elaborados pela Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), e a partir deles já foram elaborados parte dos orçamentos”, informou.

Enquanto a dragagem não é executada, a prefeitura realiza ações paliativas. As equipes atuam na retirada de materiais orgânicos, limpeza de resíduos flutuantes e manutenção das áreas próximas aos canais. Segundo Marco Aurélio Coutinho, esse trabalho emergencial é acompanhado de iniciativas de conscientização ambiental para reduzir o descarte irregular de lixo que agrava o problema.

Famílias se juntam à multidão para festejar título do Flamengo no RJ

Em 1983, o baiano Moraes Moreira já cantava: “agora como é que eu me vingo de toda derrota da vida, se a cada gol do Flamengo eu me sentia um vencedor”. Na ocasião, ele lamentava a ida de Zico, o maior ídolo do clube, para a Europa.

Hoje, 42 anos depois, milhões de pessoas esqueceram as mágoas e frustrações do dia a dia quando o zagueiro Danilo acertou uma cabeçada e marcou o gol do quarto título da Libertadores do Flamengo.

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Neste domingo (30), centenas de milhares desses vencedores retratados por Moraes Moreira se reuniram no Centro do Rio de Janeiro para, juntos, mostrar ao time o tamanho da importância dessa vitória para elas.

Do alto de um caminhão aberto do Corpo de Bombeiros, os jogadores comemoraram com parte da “Nação”, como a torcida do Flamengo se autointitula, a vitória do sábado (29) no Estádio Monumental de Lima, no Peru.

A multidão que enfrentou horas de espera sob o sol e lotou a Rua Primeiro de Março e a Avenida Presidente Antônio Carlos, duas das principais vias do centro da cidade, é uma expressão do poder de mobilização pelo futebol.

A Agência Brasil conversou com torcedores sobre a motivação e coesão forjadas pelo esporte, que fizeram pessoas acordarem cedo e se deslocarem de longe para acompanhar a celebração no Centro do Rio, a 5,1 mil quilômetros do local da partida.

Em jogo tenso e com poucas chances, o Flamengo venceu o Palmeiras por 1 a 0 em Lima, no Peru, e levantou a Copa Libertadores da América pela quarta vez em sua história. Foto: REUTERS/Sebastian Castaneda/Direitos reservados

Vitória dupla

O casal Eduardo Ferreira Henrique e Valéria Nunes Domingos contou que a celebração de um título dentro de campo é também uma forma de motivação para enfrentar as dores do cotidiano.

No caso deles, que moram no Cosme Velho, bairro da zona sul carioca, o fim de semana é de comemoração dupla. No dia do jogo, veio uma ótima notícia.

“Ontem, a gente teve duas vitórias. Minha esposa estava com suspeita de câncer, deu resultado negativo; e a vitória do Mengão. Foi um dia maravilhoso, sensacional! Comemoração dupla”, vibrou Eduardo.

Para Valéria, vitórias como a do Flamengo são motivação para manter um sorriso constante na vida. O casal também exalta a união que o futebol proporciona.

Valéria Nunes Domingos e Eduardo Ferreira Henrique tiveram uma vitória dupla no sábado: a conquista do Flamengo e o resultado negativo de uma suspeita de câncer em Valéria. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

“Na hora da euforia, todo mundo se abraça, todo mundo demonstra felicidade. Esse negócio de violência já foi do passado, agora a galera toda se une, todo mundo junto”, acredita Eduardo.

Família

Se Eduardo e Valéria saíram de um bairro das redondezas, teve gente que saiu de bem mais longe. Foi o caso de Andressa Vitória, que mora em São Gonçalo, município na região metropolitana do Rio, a cerca de 30 quilômetros de distância, quase duas horas de deslocamento.

Andressa foi acompanhada da família e chegou por volta das 9h, mais de três horas antes de os atletas passarem pelo local. Ao lado da sogra, Rosane Rodrigues, ela disse à reportagem que a emoção com a vitória da véspera é um alívio para a vida pessoal.

“Ainda mais para quem tem uma crise de ansiedade”, revela.

Ela também enxerga no futebol uma forma de unir as pessoas ao ponto de, para ela, formarem uma família.

“Se você estiver vendo um jogo no bar, parece que todo mundo se conhece, começa a trocar assunto sobre isso. Você acaba fazendo uma amizade porque sempre vê um jogo naquele lugar, acaba se tornando uma família”, conta.

Vida mais leve

O torcedor Eusébio Carlos André mora em Resende, cidade no sul do estado a 170 quilômetros do Rio. Otimista, ele tinha se programado para estar na capital fluminense neste fim de semana e participar de uma então eventual comemoração.

Para ele, as alegrias no futebol ajudam a deixar a vida mais leve. “O Flamengo ganhando deixa o pai de família feliz, todo mundo feliz. O cara feliz no trabalho, feliz no amor, feliz com o filho”, diz.

Ele ressalta também o que considera ser o lado democrático do futebol, em todas as torcidas, independentemente de clube.

“Todas as torcidas conseguem reunir o pobre com o rico, o cara que ganha R$ 50 mil junto com o que ganha R$ 80 por dia. O futebol une tudo, todas as raças e etnias”, declara.

Fenômeno de massa

As paixões e a coesão social causadas pelo futebol já foram tema de inúmeros estudos acadêmicos. Um deles é o do professor aposentado Mauricio Murad, da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj).

 Eusébio Carlos André Vicente foi para a capital do estado com antecedência, já pensando na festa da vitória. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

No artigo Futebol no Brasil: reflexões sociológicas, o também doutor em sociologia do esporte pela Universidade do Porto, de Portugal, afirma que o futebol é um dos maiores eventos da cultura da massa no Brasil.

“Mobiliza paixões coletivas, expressa os fundamentos antropológicos de nossa formação e representa o nosso sistema simbólico, como poucos acontecimentos da estrutura social”, escreve.

Murad considera que “a materialidade maior do futebol, não se restringe ao esporte profissional”. Para ele, o valor simbólico do futebol transborda para toda a vida social.

“O futebol é o mais significativo fenômeno da cultura das multidões no Brasil, estimulando corações e mentes, em regiões diversas, em classes sociais distintas, em diferentes faixas etárias, níveis de escolaridade e relações de gênero”.

O professor ressalta que esse efeito supera até o carnaval, por se espalhar por todo o país e se manifestar o ano interior. “Costuma se dizer que o reinado do Rei Momo dura quatro dias e que o reinado do Rei Pelé dura o ano todo”.

Paixão como herança

O casal Maurício Braz e Flávia Torres saiu de Magé, município da região metropolitana, para acompanhar a comemoração. Eles levaram para festa um dos rubro-negros mais novos por lá: João Vicente, de apenas 9 meses.

Com o bebê do colo, o pai explicou com orgulho como a tradição de torcer para o clube passa de geração em geração. “É algo que passa de pai para filho. Igual aqui, essa camisa eu guardo desde novembro de 1995”, diz ele enquanto aponta para a blusa vermelha e preta no corpo do bebê flamenguista.

“Estou passando para ele aqui hoje com o tetra da Libertadores”, completa.

Hélio Marcos Ferreira Chaves espera comemorar mais um título do Flamengo na próxima quarta (3), dessa vez acompanhado do filho. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

A geração pode até passar de família em família, mas para Hélio Marcos Ferreira Chaves, a festa deste domingo foi um pouco mais desacompanhada do que as de 2019 e 2022, quando o Flamengo também foi campeão.

“Em 2019 e em 2022, eu estava com os meus filhos. Agora estou sem eles”, brinca, ao justificar que um deles estava trabalhando e não pôde comparecer.

“Mas quarta-feira ele estará comigo”, prometeu para quarta-feira (3), quando o time enfrenta o Ceará pelo Campeonato Brasileiro. O jogo pode dar ao clube mais um título de campeão.

O célebre sambista João Nogueira já dizia: “quando o Mengo perde eu não quero almoçar, eu não quero jantar”. Mas neste fim de semana, a Nação vai almoçar, jantar e dormir feliz.

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‘aplicar o que aprendi na minha terra’

Jovens deixam menos o Sertão da PB em busca de trabalho: ‘aplicar o que aprendi na minha terra’ – Foto: Pisada do Sertão.

O movimento de permanência entre jovens nascidos no Sertão da Paraíba vem ganhando força nos últimos anos, pelo menos é o que apontam os casos de adolescentes que ficam em cidades menores no estado para trabalhar e, principalmente, desenvolver negócios de empreendedorismo.

A mudança, antes quase impensável, agora é percebida nas histórias de quem viveu a necessidade de migrar e de quem escolhe ficar para construir o futuro onde nasceu. É o caso da trajetória de Luzilânia Bandeira Duarte, moradora de Poço de Moura, que traduz bem esse momento. Ela relembra que, durante a juventude, “a única saída era ir embora”, tamanha a ausência de escolas e estrutura básica.

“Na minha época, nem escola tinha aqui. Para estudar, a gente precisava sair de Poço de Moura. Não havia ensino médio, nem internet. Eu fui embora porque queria trabalhar, mas se tivesse as oportunidades que existem hoje, eu não teria saído de forma alguma”, contou.

Jovens da fundação fazem preferência de ficar no Sertão para desenvolver região – Foto: Pisada do Sertão.

Ela recordou alguns sacrifícios que fazia para estudar, entre eles, viajar para Cajazeiras, todas as sextas-feiras para fazer um curso de computação.

Atualmente, segundo conta ela, a realidade começa a tomar outro rumo. Ela explicou que o acesso à educação, transporte e programas de qualificação foram aumentados, e no caso dela a trajetória passou a ser de permanência.

A jovem Maria Layany Anacleto é um outro exemplo dessa nova situação relatada. Ela, também do Sertão, sempre quis aplicar os conhecimentos oriundos dos estudos na própria cidade e região, não tendo que sair para outras áreas.

Jovens fazem parte de fundação que fomenta permanência no Sertão da Paraíba – Foto: Pisada do Sertão.

“Eu sempre acreditei que aqui no Sertão, perto da minha família, eu poderia construir minha carreira e ser próspera. Meu sonho sempre foi aplicar o que aprendi na minha terra e transformar a vida das pessoas ao meu redor. Quando a gente tem propósito, não é o tamanho do lugar que limita, mas a nossa fé e determinação”, afirmou.

Ambas as jovens fazem parte de uma associação no Sertão que trabalha com intuito de fomentar a permanência desses jovens na região.

Economista avalia fluxo migatório dos jovens do Sertão

O economista Cássio Besarí­a avaliou que a recente redução do fluxo migratório de jovens do sertão, destacando que isso pode estar acontecendo devido questões econômicas e financeiras.

“Houve um processo de interiorização das políticas públicas e dos investimentos privados, ampliando o acesso à educação superior, serviços e infraestrutura em cidades de médio e pequeno porte do estado da Paraíba”, avaliou.

Ele destacou também o impacto da digitalização da economia. “É contínuo o processo de digitalização da economia e a expansão de conectividade. Esse fato faz com que novas oportunidades venham a surgir, abrindo espaço para novos modelos de negócios”, afirmou.

“Muitos jovens passaram a empreender localmente, seja no comércio, na economia criativa ou em serviços digitais, sem necessariamente necessitar migrar”, completou.

Especial da Rádio Nacional revisita carreira de Carlinhos Brown

Por MRNews

A Rádio Nacional apresenta, neste domingo (30), às 22h, um especial sobre o cantor Carlinhos Brown. A produção resgata clássicos do artista baiano, que tem influenciado a Música Popular Brasileira. 

Multiartista, Carlinhos Brown é reconhecido por promover, ao longo de sua trajetória, diversas revitalizações rítmicas, com destaque para conexões com raízes ancestrais africanas. Em sua carreira, participou diretamente da consolidação de gêneros musicais como o axé e o samba-reggae. 

Além disso, trabalhou com intérpretes brasileiros que são referências da música nacional, como Sérgio Mendes, Daniela Mercury, Margareth Menezes, Caetano Veloso, Djavan e Gal Costa. 

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Em 2002, ao lado de Marisa Monte e Arnaldo Antunes, formou o projeto Tribalistas, que alcançou sucesso de público e crítica com hits como Já Sei Namorar e Velha Infância

O repertório transmitido durante o Especial de Domingo da Rádio Nacional inclui composições de Carlinhos Brown gravadas por ele e por outros artistas: Margarida Perfumada (Carlinhos Brown/Cícero Menezes), Magalenha (Carlinhos Brown), Uma Brasileira (Carlinhos Brown/Hebert Viana), A Namorada (Carlinhos Brown), Os Peixinhos (Tribalistas/Carminho), Mãos Denhas (Carlinhos Brown), entre outras. 

Ficha técnica 
Roteiro: Cezar Faccioli 
Locução: Gláucia Araújo 
Técnica: Lucas Alexandre, Jorge Brum, Ruy Franklin 
Pesquisa: Acervo EBC 
Coordenação: Cynthia Cruz 

Sobre a Rádio Nacional  

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A marca faz parte da história do país e conta, atualmente, com oito emissoras próprias, em diferentes regiões do Brasil: Rádio Nacional do Rio de Janeiro, Rádio Nacional de São Paulo, Rádio Nacional de Brasília AM e FM, Rádio Nacional de Recife, Rádio Nacional de São Luís, Rádio Nacional da Amazônia e Rádio Nacional do Alto Solimões.  

Serviço 

Especial Carlinhos Brown – domingo, dia 30/11, às 22h, na Rádio Nacional  

Rádio Nacional na internet e nas redes sociais  

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– Rádio Nacional AM: (61) 99674-1536  
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– Rádio Nacional do Rio de Janeiro: (21) 97119-9966  

Saiba como sintonizar a Rádio Nacional  

Brasília: FM 96,1 MHz e AM 980 Khz  
Rio de Janeiro: FM 87,1 MHz e AM 1130 kHz  
São Paulo: FM 87,1 MHz  
Recife: FM 87,1 MHz  
São Luís: FM 93,7 MHz  
Amazônia: 11.780KHz e 6.180KHz OC  
Alto Solimões: FM 96,1 MHz  

Celular – App Rádios EBC para Android e iOS 

Estação Cabo Branco conta com diversidade e beleza nas exposições em cartaz no mês de dezembro

Moradores e turistas que visitam João Pessoa contam com uma programação cultural diversificada na Estação Cabo Branco – Ciência, Cultura e Artes, no bairro do Altiplano, aberta ao público de terça a domingo, gratuitamente. O local, gerido pela Secretaria de Educação e Cultura (Sedec), contará, no mês de dezembro, com um total de 17 exposições em cartaz, permanentes e temporárias, que abrangem questões existenciais e sociais e celebram a natureza e tradições regionais.

A Estação Cabo Branco também conta com uma programação nas sextas-feiras, às 16h, com aulas gratuitas de dança circular e yoga, que se alternam semanalmente. As aulas são feitas ao ar livre e trazem benefícios como melhorias na consciência corporal, liberação de tensões musculares, desenvolvimento da coordenação motora, equilíbrio e promoção do bem-estar físico e mental, além de promover a integração social entre os participantes.

Nas duas aulas a recomendação é usar roupas leves e confortáveis que permitam fazer os movimentos livremente, além de levar uma canga, esteira ou tapete de yoga, que pode servir como apoio no chão ou para descansar. Os participantes devem levar também uma garrafa com água para se hidratar durante a aula.

Para participar é só chegar um pouco antes da aula e falar com umas das professoras, Lilian Furbetta, professora de dança e Tâmisa Tiveroli, instrutora de Kundalini Yoga.

Exposições temporárias:

Respirando underwater: kont from the inside – Coletivo masson. Parte da Temporada França-Brasil 2025, uma exposição multidisciplinar, inspirada na arquitetura vernacular e na cultura das regiões do Atlântico Negro.

Existências (in)visíveis – Residência Artística (R)existo, da Universidade Federal da Paraíba (UFPB). Trabalho interdisciplinar que reúne trabalhos de 10 artistas, sobre a existência não-binária.

Pedra Poema – A exposição reúne trabalhos de três artistas, Jacira Garcia, Gonzaga Costa e Yuri Gonzaga, que une cerâmica, pintura e música, um recorte da história da Pedra do Ingá, com curadoria do artista plástico Ilson Moraes. O título da exposição é inspirado nas poesias de Juca Pontes, autor do livro ‘Itacoatiara’, obra que serviu como referência e inspiração para todo o processo criativo.

Brincadeiras de Criança – Exposição de Analice Uchôa, em Naif, junto a brinquedos que fizeram parte da infância da artista.

Cosmogênese – Priscila Saulus traz a exposição ‘Cosmogênese’, na qual a artista reinscreve o gesto inaugural da criação Iorubá com a linguagem do século XXI, entre ciência e mito, o carbono torna-se gramática, o preto origem, e a forma, respiração. A exposição apresenta séries que se desdobram como camadas de um mesmo sedimento poético.

Da Rua, Correntezas – O artista Guto Oca expõe obras que celebram as relações que ocupam os espaços públicos, seu modo de viver, trabalhar, festejar.

Cores Extremas – Na mostra, Petrônio Bendito aborda questões urgentes para a humanidade e cultura, de forma poética e moderna.

Atávica Chama – O artista plástico Sidney Azevedo traz uma imersão Sidneyana nos estados da não-consciência e da imensidão cósmica do inconsciente.

Exposições permanentes:

Acervo pessoal da Estação Cabo Branco formado por obras doadas por artistas que já protagonizaram exposições no local.

No Reinado do Sol – O trabalho é fruto da inspiração do artista Flávio Tavares, pintada há 17 anos e que conta a história da cidade de João Pessoa e de personalidades que fizeram parte da história da Capital.

Espaço Flávio Tavares – Obras do artista pessoense, considerado um renomado artista plástico da atualidade.

Mulher: Objeto de repouso – Abelardo da Hora expõe seis esculturas em bronze e concreto que exploram a essência da sensualidade feminina.

Mar de Grisi – Luciano Grisi expõe esculturas em madeira inspiradas em animais marinhos.

Sinergia – Peça de Sidney Azevedo em ferro, pintada em azul, premiada no Concurso de Arte Pública Jackson Ribeiro, em 2009.

Vida – Eulâmpio Neto. Escultura concebida em argila, representando a geração da vida, através da figura feminina.

Mural ‘Cavalo Marinho’ – Wilson Figueiredo e Percy Fragoso retratam a xilogravura de mesmo nome, feita por José Costa Leite, no estilo de capas de cordéis.

Guardiã da Cidade – Evanice Santos retrata a figura de uma guardiã, em escultura em gesso e fibra de vidro.

Varanda de rede – Chico Pereira desenha uma trama em alusão à renda de bilro, atendendo ao pedido do renomado arquiteto Oscar Niemeyer, que assina o projeto da Estação Cabo Branco.

Serviço:

Horário de funcionamento:

Terça a sexta-feira: 9h às 18h

Sábado e domingo: 10h às 18h

Segunda-feira: fechada

Localização: Avenida João Cirilo da Silva, S/N, no Altiplano Cabo Branco

Nota – Parque Arruda Câmara

Nota

Nota – Parque Arruda Câmara


30/11/2025 |
11:31 |
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A Prefeitura de João Pessoa, por meio da Secretaria de Meio Ambiente (Semam), informa que, na manhã deste domingo (30), um homem ainda não identificado invadiu deliberadamente o recinto da leoa no Parque Zoobotânico Arruda Câmara (Bica). De maneira rápida e surpreendente, ele escalou uma parede de mais de 6 metros, as grades de segurança, acessou uma das árvores e invadiu o recinto.

Segundo a perícia da Polícia Civil, o homem agiu em possível ato de suicídio. Embora as equipes de segurança tenham tentado impedir a ação, o homem agiu de forma rápida no acesso ao recinto e veio a óbito em decorrência dos ferimentos provocados pelo animal.

Assim que a ocorrência foi constatada, o parque foi imediatamente fechado para os procedimentos de segurança e remoção do corpo. A Semam já iniciou a apuração das circunstâncias do fato e está colaborando com as autoridades competentes.

A Prefeitura se solidariza com a família da vítima e esclarece que, apesar de toda segurança existente, que atende às normas técnicas, o homem insistiu na invasão, culminando nesse episódio lamentável.

BIBLIOTECA INDÚSTRIA DO CONHECIMENTO RETOMA ATIVIDADES APÓS REVITALIZAÇÃO

A Biblioteca SESI Indústria do Conhecimento Simão José de Medeiros, localizada nas Travessa Elias Vieira, reabriu suas portas, nesta terça-feira (14), após passar por restauração em sua estrutura física. O equipamento está aberto ao público de segunda a sexta-feira das 13h às 17h.


Para a titular da Secretária Municipal de Educação e Cultura (SEMEC), Juliana Dantas, a Gestão Municipal de São José do Seridó não mediu esforços para viabilizar as melhorias necessárias que garantiram a reabertura do equipamento.


“Toda a população são-josé-seridoense pedia a recuperação daquela estrutura. Não só a fizemos como também ampliamos o acervo de livros em parceria com o SESI”, destacou a secretária, externando sua satisfação pela viabilização do pleito em questão.


FUNCIONALIDADE


A Indústria do Conhecimento é um centro multimeios implantado em indústrias ou em suas proximidades, que está à disposição dos trabalhadores, de seus dependentes e da comunidade. Essa iniciativa tem como objetivo promover o acesso à informação e ao conhecimento, estimulando práticas de leitura e de pesquisa.


A Indústria do Conhecimento apoia os projetos e programas educacionais oferecidos pela indústria onde está instalada, além de promover atividades culturais. Seus ambientes são projetados para facilitar a acessibilidade física e oferecem boas condições para leitura e estudo, acesso a tecnologias e horário de funcionamento adequado para os trabalhadores.

Escolas de SP usam quadrinhos, conversas para ensino da história afro

Por MRNews

Redes de ensino de todo o país adaptaram os currículos e processos formativos para cumprir a  legislação brasileira desde o ano de 2003, que tornou obrigatório o ensino da história e cultura afro-brasileira nas escolas da educação infantil ao ensino médio, mas questões religiosas e a falta de diálogo ainda representam um entrave, mesmo com mais de 20 anos

Em pleno mês da Consciência Negra, por exemplo, uma escola da rede pública paulista presenciou a entrada de policiais armados após um pai ter chamado os agentes pelo fato de a filha ter feito um desenho de orixá em uma atividade escolar. O caso foi criticado pelos pais, comunidade escolar e políticos.

Para atender à legislação, as escolas na capital paulista são abastecidas om obras com temática étnico-racial. Segundo a Secretaria Municipal de Educação de São Paulo, foram adquiridos 700 mil exemplares em 2022, entre obras infantis, juvenis e adultas.

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As unidades também passam por processos formativos e contam com documentos de referência, como o documento “Orientações Pedagógicas: Povos Afro-brasileiros”, que traz diretrizes para subsidiar práticas de valorização das histórias e culturas afro-brasileiras, indígenas e migrantes. 

“As ações são acompanhadas pelo Núcleo de Educação para as Relações Étnico-Raciais (NEER), responsável por apoiar as unidades educacionais na implementação de práticas antirracistas e na integração desse acervo ao Currículo da Cidade”, informou a secretaria à Agência Brasil, em nota.

No âmbito estadual, as orientações ao corpo docente ocorrem pelo Programa Multiplica Educação Antirracista, conduzido pela Coordenadoria de Educação Inclusiva (COEIN) e da EFAPE (Escola de Formação e Aperfeiçoamento dos Profissionais da Educação). Desde 2024, 6,8 mil professores passam pela formação sobre cultura e religiosidade africanas. 

“Essa implementação assegura que os conteúdos sejam incorporados à rotina escolar como parte essencial da formação histórica e cultural dos estudantes”, explicou a Seduc-SP. 

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“Eu não trabalho religião, eu ensino cultura”

Há mais de duas décadas, a professora Núbia Esteves leciona geografia para estudantes dos ensinos fundamental e médio. Premiada por sua atuação na preservação da memória escolar e do bairro onde se localiza a EMEF Solano Trindade, no Jardim Boa Vista, periferia da zona oeste de São Paulo, ela aplica o ensino da cultura afrodescendente em sua disciplina e em projetos interdisciplinares.

“Eu não trabalho religião. Eu trabalho os orixás fora da questão religiosa, considerando a questão cultural. Abordo os arquétipos culturais, a mitologia, com uma mitologia comparada”, explica.

Nas aulas da docente, os alunos aprendem como os orixás expressam características humanas e comparados a símbolos de outras crenças, como a proximidade entre Iansã e a deusa grega Atena, entre Oxum e Afrodite, entre Xangô e Zeus.

“Acabo fazendo um debate, porque povos tão diferentes criam mitos tão parecidos. E incluo o tema na concepção que estes povos têm sobre, por exemplo, a importância da preservação do meio ambiente e da importância que ele tem para a humanidade. Mostro como orixás que protegem o mar (Iemanjá), as matas (Oxóssi) e outros elementos da natureza”. 

Outra estratégia da docente é o uso de quadrinhos ou registros audiovisuais. “Dá para trabalhar com literatura, ler trechos de Pierre Verger ou Reginaldo Prandi, por exemplo, e aí criar quadrinhos e cordéis. Uma vez um aluno criou um quadrinho que era um orixá, conversando com um deus grego. É dessa maneira que eu começo a trabalhar, uso os quadros do Caribé, de mestre Didi e aí eu vou trazendo isso, sem trabalhar necessariamente a relação deles com as religiões”, conta a professora.

Rodas de conversa também fazem parte do currículo, momento de reflexão dos alunos sobre ética, convivência e valores individuais.

No entanto, a professora Núbia Esteves relata que já foi questionada por estudantes, por estaria tratando de religião em sala. 

“Falo para eles que não é essa questão, que o trabalho com os orixás é uma forma cultural e não religiosa. Apresento eles como parte da história, da arte, da literatura, da formação do Brasil, e que é uma herança que veio do continente africano, junto com as pessoas. Do mesmo jeito que a escola estuda a mitologia grega, as lendas indígenas, os santos em festas populares, também a gente pode trabalhar com os símbolos africanos, e que isso (essa resistência) foi construído nas pessoas na questão racial, dentro do racismo, que foi um projeto para que a gente demonizasse tudo que é africano, o que a gente não pode fazer”, pondera.

A cultura de origem religiosa é central para construção de uma educação antirracista, destaca.

“Eu posso trabalhar São João nas festas juninas, dentro de uma cultura popular, Santo Antônio também, nas obras barroco, isso não significa que eu estou falando de religião. Posso falar de todos esses símbolos e não necessariamente falar de religião, e que é importante a gente conhecer, porque a gente vai conhecendo a cultura de um outro povo, a gente vai descolonizando e vai desmistificando e vai sendo menos racista”, conclui a docente. 

Prefeitura de João Pessoa investiga invasão de homem em jaula de leoa e fecha Bica

Prefeitura de João Pessoa investiga invasão de homem em jaula de leoa e fecha Bica – Foto: Silvia Torres/TV Cabo Branco.

A prefeitura de João Pessoa investiga a invasão do homem que entrou em uma jaula de uma leoa e morreu após ser atacado, no Parque Arruda Câmara, conhecido como Bica, em João Pessoa, neste domingo (30). As atividades no local foram suspensas por tempo indeterminado. Veja o vídeo do ataque acima.

Em nota, a prefeitura, informou que a visitação vai ficar suspensa até a conclusão das investigações e dos procedimentos oficiais. O órgão que é responsável pelo parque disse também que o homem escalou rapidamente uma parede de mais de 6 metros, passou pelas grades de segurança, usou uma árvore como apoio e entrou no recinto da leoa.

O parque estava aberto desde às 8h e visitantes presenciaram o ataque, inclusive alguns fizeram vídeos do momento em que o homem entrou na jaula. Em um desses vídeos, é possível abservar o homem subindo por uma estrutura lateral da jaula, e, em seguida, ele usa a árvore do recinto da leoa como apoio para entrar no espaço. Logo após, é atacado pelo animal.

A identidade da vítima ainda não foi divulgada. De acordo com a TV Cabo Branco, ele tinha transtornos mentais.

A prefeitura também lamentou o ocorrido e manifestou solidariedade à família da vítima, afirmando que que o espaço segue normas técnicas e de segurança.

Tanto a Polícia Militar quanto o Instituto de Polícia Científica da Paraíba (IPC) foram acionados para o local do ocorrido. O zoológico foi evacuado após as autoridades chegarem.

Leoa teve treinamento prévio e estava estressada após invasão

Homem é morto por leoa após entrar em jaula na Bica, em João Pessoa – Foto: TV Cabo Branco. Gustavo Demétrio

De acordo com o médico veterinário do Parque Arruda Câmara, Thiago Nery, a leoa que esteve envolvida no caso tinha um treinamento prévio para condicioná-la e prepará-la para evitar casos semelhantes. O médico disse também que ela ficou “muito estressada” após o ocorrido.

“O animal é condicionado, então ele passa gradativamente, anualmente, por treinamentos e esse treinamento garantiu que conseguiu colocar esse animal de volta sem uso de arma de fogo, sem uso de tranquilizante, de dardo, e aí ele obedeceu, foi pra dentro do seu recinto. Obviamente que teve uma demora porque o animal estava muito estressado e em choque também”, explicou.

A leoa segue sendo acompanhada por uma equipe técnica após a invasão, com biologos, zootecnistas, além de veterinários. Um acompanhamento detalhado será feito nas próximas semanas com o animal.

Flamengo garante vagas na Copa Intercontinental e no Mundial de 2029

Além de alçar o Flamengo ao posto de clube brasileiro com mais títulos de Libertadores, o tetracampeonato da mais importante competição sul-americana, conquistado sábado (29), garantiu o Rubro-Negro em outros dois torneios: a Copa Intercontinental deste ano e o Mundial de Clubes de 2029, ambos organizados pela Federação Internacional de Futebol (Fifa).

A Copa Intercontinental ocupa, no calendário, o período que destinado ao Mundial no formato antigo, que reunia sete clubes (seis campeões continentais e um representante do país-sede), no qual as equipes da América do Sul e da Europa entravam diretamente na semifinal. Desde o ano passado, são apenas seis times, um por confederação.

A edição deste ano teve início em setembro, com o embate entre os ganhadores das Ligas dos Campeões da África (Pyramids, do Egito) e da Oceania (Auckland City, da Nova Zelândia). Os egípcios venceram (3 a 0) e se credenciaram à disputa da Copa África-Ásia-Oceania, contra o representante asiático (Al Ahli, da Arábia Saudita).

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A equipe africana levou novamente a melhor (3 a 1), ergueu o troféu e se garantiu na chamada Copa Challenger, em que terá pela frente o vencedor do duelo entre Flamengo e Cruz Azul, do México, que disputam o Dérbi das Américas em Doha, também valendo taça.

O confronto será no dia 10 de dezembro, às 14h (horário de Brasília). Vale lembrar, porém, que a última rodada do Campeonato Brasileiro está marcada para 7 de dezembro, três dias antes do jogo no Catar.

Quem passar, enfrenta o Pyramids no dia 13 de dezembro, no mesmo local e horário. O ganhador dessa Copa Challenger, por fim, faz a final da Copa Intercontinental com o Paris Saint-Germain, da França, vencedor da última Liga dos Campeões da Europa.

A decisão também será em Doha, no dia 17 de dezembro.

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Em 2024, o Botafogo foi o representante brasileiro e sul-americano na Intercontinental. O Glorioso foi superado pelo Pachuca, do México, por 3 a 0, pelo Dérbi das Américas. O título ficou com o Real Madrid, da Espanha, que bateu os mexicanos por 3 a 0.

O Mundial de Clubes de 2029, por sua vez, ainda não tem sede definida. A América do Sul tem direito a seis vagas, sendo quatro para os campeões da Libertadores do quadriênio 2025-2028, o que significa que o Flamengo já está garantido.

O Rubro-Negro esteve na edição deste ano, nos Estados Unidos, e chegou às oitavas de final, sendo eliminado pelo Bayern de Munique, da Alemanha. Também estão com vaga assegurada: Al-Ahli, Cruz Azul, Pyramids e PSG.