veja como renegociar dívidas em aberto

As pessoas que têm dívidas com o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), de contratos assinados a partir de 2018, poderão renegociar seus débitos a partir deste sábado (1º) até dezembro de 2026.

O Ministério da Educação (MEC) calcula que a medida deve beneficiar cerca de 160 mil estudantes com parcelas em atraso, que somam aproximadamente R$ 1,8 bilhão em saldo devedor.

O objetivo é ajudar os que enfrentam dificuldade financeira a ter novamente seus nomes limpos, fora de cadastros restritivos de crédito.

O Fies é o programa do Ministério da Educação que concede financiamento a estudantes de cursos de graduação, em instituições de educação superior privadas.

Como negociar

A Caixa Econômica Federal é o agente financeiro dos contratos do Fies e da renegociação das dívidas.

O processo de renegociação deve ser feito de forma digital pelo aplicativo Fies Caixa, disponível para smartphones, ou pelo site do banco público, com CPF e senha. Portanto, o estudante com dívidas não precisa se dirigir a uma agência bancária da Caixa para renegociar o débito.

Termo Aditivo

A renegociação será formalizada por meio de um termo aditivo ao contrato original do financiamento, com a concordância expressa do estudante e de seus fiadores.

O termo aditivo cria uma nova obrigação de pagamento, com o novo prazo e valor.

Se a pessoa que renegociou a dívida do Fies deixar de pagar alguma das parcelas do novo acordo, o financiado e seus fiadores terão seus nomes e CPFs incluídos em cadastros restritivos de crédito.

Condições e prazos

A nova edição de regularização das dívidas do Fies oferece melhores condições de pagamento para os estudantes.

O novo modelo permite o parcelamento do saldo devedor em até 180 vezes (15 anos), com desconto de 100% dos juros e multas.

A parcela mínima será de R$ 200, exceto nos casos em que o valor total seja inferior.

O prazo para realizar o acordo vai até 31 de dezembro de 2026.

Requisitos para renegociação

Os estudantes podem solicitar a renegociação, se cumprirem os seguintes requisitos:

  • ter contratos do Fies assinados a partir de 2018;
  • estar na fase de amortização, ou seja, já concluíram o curso e iniciaram o pagamento do financiamento;
  • ter pagamentos em atraso há mais de 90 dias, a partir de 31 de julho de 2025.


*Com informações da Agência Brasil

SESAD REALIZARÁ NOVA AÇÃO CONTRA COVID NESTA TERÇA-FEIRA

A Secretaria de Saúde (Sesad) de São José do Seridó, nesta terça-feira (8), realizará mais uma ação vacinal contra o Covid-19. A imunização dos são-josé-seridoenses acontecerá na UBS Maria Fausta, no bairro Nova Bonita, entre 7h30 e 10h.


De acordo com Betinha Macedo, responsável técnica pela imunização, as fichas serão distribuídas pela equipe técnica da saúde.


“Pessoas com síndrome gripal não poderão se vacinar e quem testou positivo para a Covid-19 só poderá receber o imunizante após 15 dias da alta da doença”, lembrou Betinha Macedo.


Ainda de acordo com a técnica, o público-alvo desta ação será formado por pessoas aptas a receber a D2 ou estão com estão esta em atraso, e D3 para quem recebeu a D2 há 4 meses.

Sabadinho Bom comemora Mês da Consciência Negra com show de Helô Uehara

O Sabadinho Bom, realizado pela Prefeitura de João Pessoa, através de sua Fundação Cultural (Funjope), comemora, a partir da edição deste final de semana, o Mês da Consciência Negra. Para começar, tem show da cantora Helô Uehara, neste sábado (1º), na Praça Rio Branco, Centro Histórico da cidade, a partir das 12h30, com muito samba de terreiro, raiz e outros ritmos.

O diretor executivo da Funjope, Marcus Alves, afirma que o Sabadinho Bom se tornou um hábito para o morador de João Pessoa e para o turista no sentido de que todos têm ali a garantia de uma boa diversão, uma música de qualidade e um momento de encontro de gerações, sendo um grande espaço para apresentação dos artistas locais.

“Nós temos feito uma política de não repetir músicos no nosso palco, abrindo um espaço intenso para a música. E este mês tem um caráter especial que estamos dedicando a cantores, cantoras e a grupos que têm essa perspectiva da valorização de uma política ligada aos movimentos negros, aos artistas pretos e pretas. Nós resolvemos fazer estas homenagens a cada ano como forma de celebrar o Mês da Consciência Negra. O Sabadinho Bom é realmente um momento muito especial para isso pela grandiosidade do público, mas também pela capacidade performática, criativa e artística dos nossos cantores e das nossas cantoras”, acrescenta.

A cantora Helô Uehara afirma que o Sabadinho Bom é, antes de tudo, um ato de resistência cultural e de ocupação urbana. Para ela, trata-se de um projeto de valor inestimável. A artista observa que, no meio da semana, o Centro Histórico está agitado, e aos sábados, a Funjope consegue levar as pessoas de volta à Praça Rio Branco, transformando-a em um ponto de encontro e celebração.

“Essa iniciativa de levar o chorinho e o samba – espinha dorsal da nossa cultura popular – para a praça pública, de forma acessível e gratuita, é vital. Fortalece a cultura local, movimenta a economia e, o mais importante, reafirma a nossa identidade, convidando moradores e turistas a celebrarem a Paraíba em um espaço tão bonito e simbólico. Estou com o coração já em festa para o nosso Sabadinho Bom. É uma honra fazer parte dessa programação”, comemora.

Helô Uehara afirma que sua pesquisa e seu trabalho são profundamente enraizados nas tradições de terreiros, de matriz africana e indígena. Então, o foco será o samba de terreiro, raiz e outros ritmos dessa linguagem como samba de roda, coco e ijexá, ritmo ligado à Oxum, que é seu orixá. Será um samba que reverencia a ancestralidade com muito batuque, axé e a força da fé. “Será um verdadeiro xirê do samba”, promete.

Ela ressalta que o repertório está recheado de composições que contam histórias e reverenciam seu sagrado como ‘Iaô de Oxum’, ‘Ogunhê’, ‘Parahyba Feminina’, composições autorais, presentes em seu álbum mais recente, ‘Iaô de Oxum’, que está disponível em todas as plataformas digitais.

Também não vão faltar sambas consagrados por nomes de grandes mestras inspiradoras que trazem a força da mulher no samba como Clara Nunes, Dona Ivone Lara e Beth Carvalho.

No palco, a artista estará acompanhada pelos músicos Fabiane Fernandes no violão, Potyzinho Lucena no cavaquinho, Mel Vinagre, Alisson Cavalcanti e Erandi Oliveira nas percussões. “Meu instrumento é a minha voz, veículo de expressão da minha fé na arte, e uso meu corpo e a voz como instrumentos rítmicos poderosos para evocar o Axé e o sagrado dos terreiros”, destaca Helô Uehara.

Sobre a expectativa para este sábado, ela afirma que é a mais alta e mais linda possível. “O Sabadinho Bom é um espaço de acolhimento. Eu espero encontrar um público sedento por boa música e por essa energia positiva que o samba de terreiro carrega. Espero que seja uma tarde de aquilombamento, onde possamos celebrar juntos a importância da cultura afro-indígena e a beleza da nossa ancestralidade, reafirmando que a arte é uma poderosa ferramenta de transformação social e fé. Vai ser lindeza grande”, acrescenta.

Samba na Praça – O projeto Samba na Praça, que também acontece na Praça Rio Branco, começa logo depois do Sabadinho Bom e sempre leva muito samba para o público. O vocalista, Josinaldo Nascimento, conta que o repertório envolve grandes sucessos de nomes como Zeca Pagodinho, Alcione, Fundo de Quintal, Martinho da Vila, Revelação, Exaltasamba, Almir Guineto, Beth Carvalho, Ferrugem e Leci Brandão.

Além de Josinaldo Nascimento na voz, participam do Samba na Praça os músicos Figueiredo no cavaco, Naldão no surdo, Jefferson no violão, Erisvaldo no pandeiro, Mário e Renan no tantan, Luan, Naldo e Jorge no reco-reco, Chida no vocal.

Um quarto dos municípios tem estrutura de promoção da igualdade racial

Por MRNews

Enquanto todas as unidades da Federação dispunham de estrutura operacional para tratar da Política Nacional de Promoção da Igualdade Racial no ano passado, apenas 1.331 municípios (24% do total) estavam preparados para isso. Os dados constam nas pesquisas de Informações Básicas Estaduais (Estadic) e Municipais (Munic), divulgadas nesta sexta-feira (31) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A Região Sul do país apresentava a menor proporção de cidades com estrutura (15,4%), e a Nordeste, a maior (32,2%).

A gerente de Pesquisas de Indicadores Sociais do IBGE, Vânia Pacheco, afirmou à Agência Brasil que o que se percebe é que, embora o número de municípios com estrutura para tratar da política de igualdade racial não seja tão expressivo, “a gente já tem no país estados e municípios se dedicando à estrutura, políticas e programas voltados para a política de igualdade racial, preocupados com o tema, para que ele esteja presente na gestão”.

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No ano passado, somente nos estados do Maranhão, Ceará e Bahia, a política de igualdade racial era tratada por secretarias exclusivas. Já no Paraná, Pará e Rio Grande do Norte, o tema era trabalhado por secretarias em conjunto, ou seja, com várias políticas dentro da mesma secretaria, como uma secretaria de direitos humanos e igualdade racial, por exemplo.

“Na verdade, a política de igualdade racial é transversal a todas as outras políticas públicas vigentes, como educação, saúde, transportes, habitação, direitos humanos, assistência social. Em todas essas políticas públicas, você enxerga o traço da política pública de igualdade racial. Quando a gente fala que, em 2024, eram 1.331 municípios com estrutura para tratar dessa política, é pouco”, admitiu a pesquisadora do IBGE.

Ela destacou, porém, que a Política Nacional de Promoção da Igualdade Racial, como política pública, é relativamente nova no Brasil, e por isso, considerou que já é um bom sinal ter 1.331 municípios que possuem na sua estrutura organizacional um espaço específico para tratar desse assunto.

“Isso leva tempo. A mesma coisa ocorreu com a política pública de assistência social”, lembrou. “É a mesma coisa com a igualdade racial. É um trabalho de formiguinha a construção de uma política pública. Para ela ser plantada, organizada e trabalhada, leva tempo”.

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Além disso, na análise de Vânia Pacheco, o fato de ser ainda um número reduzido não quer dizer que aquele município não trata nada de igualdade racial. “Ele trata disso dentro da assistência social, dentro da educação, dentro da saúde negra, dentro da saúde. Mas estrutura leva um tempo para que se apresente em todos os municípios”.

 

Pessoas participam da Marcha das Mulheres Negras em São Paulo. Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil

Gestores

Entre os gestores de igualdade racial nos estados, a maioria era branca em 11 unidades federativas, preta em nove e parda em cinco. Na maioria dos estados (20), os gestores eram do sexo feminino. Somente um gestor se declarou quilombola, no Maranhão.

Já sobre os 1.331 municípios que declararam possuir órgão gestor da igualdade racial, em 982 (73,8%) os gestores eram mulheres e, em 348 (26,1%), eram homens.

Nos municípios, 102 disseram ser quilombola ou pertencente a um povo de comunidade tradicional de matriz africana ou povo de terreiro, dos quais 60 se encontravam na Região Nordeste. Segundo Vânia, a maior presença de gestores negros, indígenas, quilombolas, ciganos ou de comunidades tradicionais leva um tempo também para ser construída.

Órgão gestor

A Estadic mostra que em todas as 27 unidades federativas, o órgão gestor da Política Nacional de Promoção da Igualdade Racial tinha programas e ações para a população negra e para povos e comunidades tradicionais de matriz africana ou povos de terreiros. Em alguns estados, entretanto, ciganos, indígenas, quilombolas e demais povos e comunidades tradicionais não foram contemplados por esses programas e ações. Entre os municípios, 1.061 (79,7%) possuíam órgão gestor da política de promoção da igualdade racial.

O Plano Municipal de Igualdade Racial estava presente em 133 municipalidades (2,4% do total). Por grandes regiões, a menor proporção de cidades com plano desse tipo foi encontrada no Sul do país (1,6%), e a maior, no Nordeste (2,9%). Isso ainda é o reflexo da política de igualdade racial, que é nova no país, reforçou Vânia Pacheco.

Entre os estados, somente o Rio Grande do Norte e o Paraná tinham Fundo de Igualdade Racial no ano passado, cuja origem dos recursos orçamentários era o próprio estado. Em seis unidades da Federação, as verbas com essa destinação eram oriundas da União ou de entidades privadas.

Já entre as 149 cidades com fundo, o Conselho Municipal de Igualdade Racial respondia pela gestão orçamentária do fundo em 102 municípios, enquanto em 97 os recursos orçamentários eram próprios da localidade e, em 79, o fundo recebia recursos orçamentários e de outras fontes.

 

Mães e familiares de jovens negros mortos por policiais protestam contra a violência com ativistas da Anistia Internacional em frente à Igreja da Candelária Fernando Frazão/Agência Brasil/Arquivo

Denúncias

Dentre os 24 estados que possuíam estrutura para receber, registrar e acompanhar denúncias de violação de direitos étnico-raciais em 2024, os órgãos mais citados foram a ouvidoria de direitos humanos e os conselhos ou comissões de cidadania, informados por 14 unidades federativas. Já o Acre, Tocantins e Sergipe relataram não ter estrutura para receber esse tipo de denúncia.

Considerando os 1.775 municípios (32%) com órgão responsável por receber, registrar e acompanhar denúncias de violação de direitos étnico-raciais, o órgão mais citado por 1.458 cidades foi o serviço de assistência social, seguido de conselhos, comitês e comissões de cidadania, apontados por 291 municípios. Das 1.775 cidades, a maior parte, ou o equivalente a 35,3%, estavam localizados na Região Centro-Oeste, seguida da Nordeste (33,7%) e Sudeste (32,7%).

A gerente de Pesquisas de Indicadores Sociais do IBGE explicou que os canais existentes não recebem somente denúncias de igualdade racial.

“Eles começam como um canal de recebimento de denúncias de direitos humanos, qualquer tipo de denúncia. Com o crescimento da política de igualdade racial e, também, com o crescimento da conscientização das pessoas de que racismo é crime, isso se torna mais presente nesses canais de denúncia. Então, é natural que um número maior de municípios tenha mais canais para recebimento de denúncias também de igualdade racial”.

Políticas e programas 

Foram investigados 19 programas ou políticas voltadas à igualdade racial. A Estadic mostra que enquanto Rondônia não desenvolveu nenhuma das políticas ou programas enumerados, os estados da Bahia e Espírito Santo realizaram sua totalidade.

Já o número de municipalidades que não desenvolveu nenhuma política ou programa de igualdade racial surpreendeu os pesquisadores, somando 3.591.

“Não é porque o estado faça que os municípios vão fazer”, disse Vânia, que destacou que os municípios tratam também de outras coisas e não só do tema da igualdade racial em seus programas.

Reserva de vagas

As pesquisas revelam ainda que 2.483 municípios realizaram concurso nos últimos 24 meses para a administração direta, mas somente 686, ou 27,6% dos que realizaram concurso, disseram ter vagas para negros, quilombolas, indígenas e ciganos. Em 569, a reserva de vaga era apenas para pessoas negras.

Já em 48 municipalidades, havia reserva de vagas para quilombolas; em 105, para indígenas; e em 11, para ciganos.

Oito estados não previram reserva de vagas para essas populações, e 14 fizeram reserva de vagas em seus concursos.

“É uma construção que vem sendo feita. É pouco, mas já é um sinal de que alguns municípios já estão tratando como política, já têm estrutura, pensam na questão das reservas de vagas, assim como estados”.

Comissão aprova projeto que torna crime hediondo adulteração de bebidas

Veneziano Vital (MDB)

A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado aprovou o substitutivo (texto alternativo) do relator, o senador Veneziano Vital (MDB), ao projeto de Lei Complementar (PLP 164/2022) que caracteriza como crime hediondo a adulteração de bebidas e alimentos capaz de causar lesão corporal grave ou morte.

O objetivo é evitar casos semelhantes ao do metanol, que provocaram mortes e intoxicação em vários Estados do país.

É uma resposta do Senado à crise.

De acordo com o texto, a adulteração com potencial de causar lesão corporal grave ou morte passa a ter uma pena de reclusão de 5 a 10 anos, além de multa. Essa nova modalidade também passa a ser considerada crime hediondo, o que torna o tratamento penal mais rigoroso.

“A adulteração de bebidas, motivada unicamente pelo lucro fácil, é uma afronta à legalidade, à ética e ao direito fundamental à vida. Suas consequências são devastadoras. Além das tragédias humanas, há prejuízos econômicos e danos à imagem de um setor”, defendeu Veneziano.

Na Paraíba, o caso em investigação por metanol foi descartado.

Filme ‘Emergência’ é atração de novembro do Cineclube da FCJA — Governo da Paraíba

O drama e suspense norte-americano ‘Emergência’ (‘Emergency’, de 2022) é o filme em cartaz no Cineclube O Homem de Areia, da Fundação Casa de José Américo (FCJA), na próxima quarta-feira (5), às 19h. Com entrada gratuita, a exibição ocorre no Sesc Cabo Branco, situado à Avenida Cabo Branco, 2788, na orla da capital paraibana.

Após a exibição, o comentário do filme será feito pelo psicólogo e psicanalista Henry Krutzen, conselheiro do Cineclube. O misto de comédia, sátira, suspense, drama conta a saga de três estudantes universitários, preparados para uma noite de festa lendária. Daí terão que pesar prós e contras para chamar a polícia quando confrontados com uma situação inesperada. A classificação é de 16 anos.

Dirigido por Carey Williams, com autoria de K.D. Dávila, o filme conta com 1h45 de duração. Integram o elenco RJ Cyler, Donald Elise Watkins, Sebastian Chacon, entre outros. ‘Emergency’ recebeu como indicações o Prêmio Independent Spirit, de Melhor Primeiro Roteiro.

O Cineclube O Homem de Areia é exibido mensalmente às primeiras quartas-feiras do mês. A programação é escolhida por seus conselheiros, com variedade de gêneros. Fechando a programação de 2025, no dia 3 de dezembro, o crítico de cinema e conselheiro Andrès von Dessauer comentará o filme ‘Que mal fiz a Deus’.

Serviço itinerante do Procon-JP atende consumidores do Bairro das Indústrias nesta sexta-feira

O serviço itinerante da Secretaria Municipal de Proteção e Defesa do Consumidor atende consumidores do Bairro das Indústrias na tarde desta sexta-feira (31), oferecendo a mesma assistência disponibilizada no SAC da sede da Avenida Pedro I, 382. O ônibus do Procon-JP vai estacionar na Rua Afeganistão, 164, a partir das 14h.

Além de tirar dúvidas e dá orientação, o atendimento no Procon-JP móvel também abre reclamação, se necessário. “Por isso é importante levar os originais e as cópias de documentos como identidade, CPF, comprovante de residência e a nota fiscal ou o contrato referente à reclamação em questão”, avisa o secretário Junior Pires.

O titular do Procon-JP salienta que o atendimento no serviço itinerante disponibiliza a mesma estrutura da assistência oferecida na sede Secretaria. “Os consultores jurídicos da Secretaria realizam o mesmo trabalho no ônibus, tirando dúvidas, dando orientações e, quando precisa, abrindo processo administrativo”.

Atendimento Serasa – O atendimento no Procon-JP móvel também disponibiliza consulta gratuita ao Serasa. “O consumidor do Bairro das Indústrias que desejar esse serviço precisa apresentar o CPF, mas, em caso das informações para terceiros, é necessária uma procuração devidamente autorizada em nome da pessoa a ser consultada”, explica Junior Pires.

Caravana do Cuidar – O programa ‘Procon-JP no seu bairro’ também participa da ação da Prefeitura de João Pessoa ‘Caravana do Cuidar’, toda sexta-feira pela manhã, que faz atendimento itinerante à população em várias localidades através dos vários serviços disponibilizados pelas secretarias do Município. 

Serviço:

Procon-JP no seu bairro

Data: 31/10/2025

Local: Rua Afeganistão, 164, Bairro das Indústrias

Horário: A partirdas 14h

Receita paga nesta sexta lote da malha fina do Imposto de Renda

Por MRNews

Cerca de 249 mil contribuintes que caíram na malha fina e regularizaram as pendências com o Fisco vão acertar as contas com o Leão. A Receita Federal paga nesta sexta-feira (31) o lote da malha fina de outubro.

O pagamento também contempla restituições residuais de anos anteriores. Ao todo, 248.894 contribuintes receberão R$ 602,96 milhões. Desse total, R$ 349,31 milhões irão para contribuintes com prioridade no reembolso.

As restituições estão distribuídas da seguinte forma:

Pagamento das parcelas do Auxílio Gás de outubro termina nesta sexta

Mãe de Vitor Belfort diz se mulher encontrada no interior de São Paulo é Priscila Belfort

  • 158.775 contribuintes que usaram a declaração pré-preenchida e/ou optaram simultaneamente por receber a restituição via Pix;
  • 36.714 contribuintes de 60 a 79 anos;
  • 30.867 contribuintes sem prioridade;
  • 10.871 contribuintes cuja maior fonte de renda seja o magistério;
  • 5.040 contribuintes com deficiência física ou mental ou doença grave;
  • 6.627 contribuintes acima de 80 anos.

Aberta desde o último dia 24, a consulta pode ser feita na página da Receita Federal na internet. Basta o contribuinte clicar em Meu Imposto de Renda e, em seguida, no botão Consultar a Restituição. Também é possível fazer a consulta no aplicativo da Receita Federal para tablets e smartphones.

O pagamento será feito na conta ou na chave Pix do tipo CPF informada na declaração do Imposto de Renda.

Caso o contribuinte não esteja na lista, deverá entrar no Centro Virtual de Atendimento ao Contribuinte (e-CAC) e tirar o extrato da declaração. Se verificar uma pendência, pode enviar uma declaração retificadora e esperar os próximos lotes da malha fina.

Resgate

Se, por algum motivo, a restituição não for depositada na conta informada na declaração, como no caso de conta desativada, os valores ficarão disponíveis para resgate por até um ano no Banco do Brasil.

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Nesse caso, o cidadão poderá agendar o crédito em qualquer conta bancária em seu nome, por meio do Portal BB ou ligando para a Central de Relacionamento do banco, nos telefones 4004-0001 (capitais), 0800-729-0001 (demais localidades) e 0800-729-0088 (telefone especial exclusivo para deficientes auditivos).

Caso o contribuinte não resgate o valor de sua restituição depois de um ano, deverá requerer o valor no Portal e-CAC. Ao entrar na página, o cidadão deve acessando o menu Declarações e Demonstrativos, clicar em Meu Imposto de Renda e, em seguida, no campo Solicitar Restituição Não Resgatada na Rede Bancária.

Inscrições do processo seletivo para agentes de saúde e de endemias de Alhandra terminam hoje

Foto: Divulgação. Foto: Divulgação

As inscrições do processo seletivo para agentes de saúde e de endemias de Alhandra terminam nesta sexta-feira (31). Ao todo, são 12 vagas para cargos de nível médio completo, com sálarios de R$ 3.026,00.

LEIA TAMBÉM:

Nesta reportagem, o Jornal da Paraíba reuniu todas as principais informações sobre o certame, como o cronograma completo de atividades.

Processo seletivo para agentes de saúde e de endemias de Alhandra

  • Vagas: 12 vagas
  • Nível: médio
  • Salário: R$ 3.026,00
  • Inscrições: 13 a 31 de outubro de 2025
  • Provas objetivas: 30 de novembro de 2025
  • Resultado final: 30 de dezembro de 2025
  • Edital do concurso para agente de saúde e de endemias de Alhandra

Vagas disponíveis

Veja a lista de cargos com vagas abertas:

  • Agente comunitário de saúde – 9 vagas
  • Agente de combate às endemias – 3 vagas

Inscrição no processo seletivo para agentes de saúde e de endemias de Alhandra

As inscrições podem ser feitas entre os dias 13 a 31 de outubro de 2025, pelo e-mail [email protected]. Não há taxa de inscrição.

Provas do processo seletivo para agentes de saúde e de endemias de Alhandra

O certame terá duas etapas. A primeira delas é a prova objetiva, aplicada no dia 30 de novembro de 2025. A segunda fase é a análise de títulos que terá resultado final divulgado no dia 29 de dezembro.

Por fim, o resultado final do concurso será divulgado no dia 30 de dezembro de 2025.

Semob-JP define esquema de trânsito e transporte para o Dia de Finados

Para garantir maior fluidez e segurança no deslocamento de quem vai prestar homenagens aos familiares falecidos, neste domingo (2), Dia de Finados, a Superintendência Executiva de Mobilidade Urbana de João Pessoa (Semob-JP) definiu os planos de trânsito e transporte para facilitar o acesso aos principais cemitérios da Capital.

O esquema de trânsito será executado, a partir das 6h, no entorno dos Cemitérios Senhor da Boa Sentença, no Varadouro; São José, em Cruz das Armas; do Cristo, no Cristo Redentor; Parque das Acácias, no José Américo; e Santa Catarina, no Bairro dos Estados, facilitando o acesso a estes locais, onde haverá as homenagens dos familiares aos seus falecidos.

A Semob-JP designou 90 agentes de mobilidade urbana, que serão distribuídos nos três turnos, destacados para auxiliar na organização do tráfego de veículos nos desvios e bloqueios, o que deve trazer mais segurança para os condutores e, principalmente aos pedestres, que estarão circulando em todo o entorno dos cemitérios que registram maior demanda de visitantes.

De acordo com o superintendente de Mobilidade Urbana da Capital, Marcílio do HBE, além da frota que será adicionada nos cemitérios, as linhas 109, 204, 116, 401, 110, 107, 602, 120, 104 e as circulares 1500 e 5100 vão ser reforçadas para atender funcionários dos shoppings centers, restaurantes, como também para quem for para as praias. “Havendo aumento na demanda, a fiscalização solicitará carros extras às empresas para atender aos usuários nas linhas que passam próximas aos principais cemitérios”, destacou Marcílio do HBE.

Boa Sentença – Para evitar conflitos, não será permitido o tráfego de veículos em frente ao cemitério Boa Sentença. Os veículos que vêm de Bayeux e da Ilha do Bispo serão direcionados para a Avenida Sanhauá, por trás do Terminal Rodoviário. O tráfego da Rua Índio Piragibe será desviado para a Rua São Miguel, sentido Maciel Pinheiro, com retorno dos veículos na Rua Cruz Cordeiro para ter acesso à Rua Francisco Londres, que será liberada para os veículos que vão em direção à Ilha do Bispo e Bayeux.

São José – Conforme em anos anteriores, será realizado o bloqueio total da Avenida Cruz das Armas no trecho em frente ao cemitério, para permitir a circulação segura dos pedestres. O fluxo de veículos no sentido Centro-bairro será feito pelas ruas Santos Coelho e Porfírio Costa, para o acesso à Avenida Cruz das Armas. Já no sentido bairro-Centro, o fluxo de veículos será mantido na via principal. 

Cristo e Parque das Acácias – Para acesso ao Cemitério do Cristo Redentor serão bloqueadas as ruas Heronides Vieira com Morise de Miranda Gusmão, Rua dos Milagres com Rua do Jarro e a Rua dos Milagres com a Rua Olívia Almeida Guerra. No Cemitério Parque das Acácias, os agentes de mobilidade vão realizar o monitoramento no entorno do local.

Santa Catarina – O fluxo de veículos será proibido em frente ao cemitério, com bloqueio na Avenida Santa Catarina com a Avenida Espírito Santo. As linhas de transporte 504 e 1001, que seguem pela Avenida Santa Catarina serão desviadas pelas ruas Dep. Tertuliano de Brito, Pedro Ramos Coutinho e Elvira Malaguti, onde terão novamente acesso à Santa Catarina.

Ônibus – No domingo (2), mesmo sendo um feriado nacional, as linhas de ônibus irão circular com quadro de sábados, reforço de 22 veículos nas 54 linhas à disposição da população. Ao todo, serão 138 ônibus urbanos em operação realizando 915 viagens, já somadas as 164 viagens extras.

Contatos – Para conferir os detalhes sobre linhas e itinerários que circulam na cidade, a Semob-JP recomenda que os usuários de ônibus acessem o site: portal.semobjp.pb.gov.br. Em caso de urgência, os usuários também podem acionar o Centro Operacional de Trânsito e Transportes (COTT), enviando mensagens, áudios ou fotos no WhatsApp: (83) 9 8760-2134.