Mulher deixada morta em hospital tem identificação confirmada pelo IPC

Mulher deixada morta em hospital de João Pessoa morreu de causas naturais, aponta necropsia – Foto: PB Saúde. Gustavo Demétrio

Foi identificada a mulher que deu entrada no Hospital Edson Ramalho, em João Pessoa, já morta e com hematomas, na noite da quinta-feira (4), após ser deixada no local por um homem desconhecido. Segundo o Instituto de Polícia Científica (IPC), trata-se de Josicleide Lima de Oliveira, de 54 anos.

Em nota, o IPC informou que, neste sábado (6), uma mulher se apresentou na unidade afirmando que o corpo era de sua mãe. A identificação foi confirmada após exame papiloscópico, que analisa impressões digitais.

Ainda de acordo com o IPC, a mulher que fez o reconhecimento informou que a mãe estava vivendo em situação de rua.

Em nota, o IML informou que a causa da morte da mulher ficou estabelecida, após exame de necrópsia, como sendo por conta de um aneurisma dissecante de aorta roto, isto é, causa natural. Não foram evidenciados sinais de violências, também conforme o laudo.

Familiar de outra pessoa chegou a identificar corpo

Durante a manhã desta sexta-feira (5), familiares de uma mulher de 42 anos que está desaparecida há mais de 10 dias disseram à TV Cabo Branco que a vítima seria a parente deles. No entanto, o Instituto Médico-Legal (IML) descartou a identificação inicial feita por uma mulher que se apresentou como irmã e o corpo passou a ser tratado como cadáver sem identificação confirmada.

Neste domingo (7), o familiar confirmou à TV Cabo Branco que a tia foi encontrada com vida.

Mulher deixada morta em hospital

De acordo com o Hospital General Edson Ramalho, por volta das 21h da quinta-feira (4), um homem chegou com a mulher na unidade de saúde, pediu ajuda aos maqueiros para colocá-la para dentro e saiu em seguida. Quando a equipe médica avaliou a mulher, que não portava documentos, constatou que ela já estava morta e apresentava hematomas na região do rosto.

A Polícia Civil foi chamada e foram disponibilizadas as imagens do sistema de monitoramento interno, que registraram a chegada da vítima e a saída do homem responsável por conduzi-la até a unidade.