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Sou mais O Agente Secreto

Foto/Divulgação.

Por equanto, vi sete dos dez filmes indicados à categoria principal do Oscar, a de Melhor Filme. Ainda falta ver Bugonia, F1 e Marty Supreme.

Na coluna desta quarta-feira (03), embora tenha usado “do melhor ao pior” no título, digo que é por ordem de preferência que enumero os sete filmes que vi.

Não é torcida pelo Brasil. Não é verdeamarelismo. Desses sete filmes, o melhor, para mim, é O Agente Secreto. Kleber Mendonça Filho e seu extraordinário projeto estético. É mais ousado, é mais criativo, é mais singular. É mais cinema.

Valor Sentimental me impressionou sobremaneira. Talvez por ser tão bergmaniano. Hamnet é um belíssimo filme. A sequência da encenação da peça, no desfecho, é algo deslumbrante. Sonhos de Trem é um filme triste e belo.

Pecadores mistura blues com vampiros. É estranha a combinação. No final, há uma grande surpresa para quem ama os blues, mas não vou dar spoiler.

Uma Batalha Após a Outra é impactante e atual nos Estados Unidos sob Donald Trump e tem um Sean Penn soberbo. Mas acho que é menos do que estão dizendo.

Frankenstein foi o que menos chamou minha atenção. Del Toro passou longe de fazer com o livro de Mary Shelley o que Coppola fez com o livro de Bram Stoker.

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O AGENTE SECRETO

De Kleber Mendonça Filho

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VALOR SENTIMENTAL

De Joachim Trier

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HAMNET, A VIDA ANTES DE HAMLET

De Chloé Zhao

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SONHOS DE TREM

De Clint Bentley

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PECADORES

De Ryan Coogler

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UMA BATALHA APÓS A OUTRA

De Paul Thomas Anderson

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FRANKENSTEIN

De Guillermo del Toro